O papa Francisco disse neste sábado
que a série de conflitos atuais ao redor do mundo corresponde
efetivamente a uma III Guerra Mundial "fragmentada" e condenou o
comércio de armas e os "idealizadores do terrorismo" de semear a morte e
a destruição.
"A humanidade precisa chorar e essa é a
hora de chorar", disse o papa durante visita ao maior memorial de
guerra da Itália, um monumento da época do fascismo, onde mais de 100
mil soldados que morreram na I Guerra Mundial estão enterrados.
Pouco antes da missa, ele orou em um
cemitério onde estão enterrados 15 mil soldados de cinco nações do
império austro-húngaro, derrotado da guerra que eclodiu há um século.
"A guerra é loucura", disse o papa
diante do grande memorial feito de granito, que é inclinado, possui 22
degraus ao lado de uma colina e três cruzes no topo. "Hoje algumas
pessoas falam de uma terceira guerra, uma que está fragmentada, com
crimes, massacres e destruição."
Nos últimos meses, Francisco fez
repetidos apelos pelo fim dos conflitos na Ucrânia, no Iraque, na Síria,
em Gaza e em partes da África.
"A guerra é irracional. Seu único
plano é causar destruição. Ela busca crescer ao destruir", disse.
"Ganância, intolerância, a cobiça pelo poder. Esses são os motivos que
estão por trás da decisão de ir à guerra e eles são muito frequentemente
justificados por uma ideologia."
Com agência Reuters e Veja.com.br
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Obama estuda bombardear Iraque para conter grupo, diz jornal americano
Não gosto muito de ficar fazendo previsões pela internet, mas tudo nos leva para uma grande guerra. É rumores de guerra aqui e ali. Certo de que todas as grandes guerras foram e são arquitetadas pela elite sombria. Que o Pai nos livre desse dia de caos.
Confira:
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, não confirma a informação, mas disse que os Estados Unidos estão incomodados com o avanço dos extremistas
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, considera fazer bombardeios no Iraque e enviar ajuda para 40 mil curdos que estão cercados por militantes do Estado Islâmico, informou nesta quinta (7) o jornal "The New York Times".
Os curdos, da etnia yazidi, se refugiam desde o último domingo (2) nas montanhas de Sinjar, após a cidade homônima ter sido invadida pelo grupo radical islâmico. Além deles, outras 160 mil pessoas deixaram a cidade em dois dias, segundo a ONU.
Membros do governo americano consultados pelo "New York Times" afirmam que Obama analisa opções para intervir no conflito, como o envio por via aérea de ajuda humanitária até atacar os radicais islâmicos na parte baixa da montanha.
Segundo o "New York Times", o governo americano adia a implantação de qualquer ação militar contra o Estado Islâmico até que o Iraque tenha um novo governo e que o primeiro-ministro iraquiano, o xiita Nuri al-Maliki, deixe o cargo.
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, não confirma a informação, mas disse que os Estados Unidos estão incomodados com o avanço dos extremistas e com a perseguição às minorias étnicas no norte do Iraque.
Apesar da consternação, ele considera que "não há soluções militares americanas para os problemas no Iraque". "Esses problemas devem ser resolvidos apenas com soluções políticas tomadas pelos iraquianos".
Avanço
A tomada da região de Sinjar provocou o aumento da preocupação do Curdistão iraquiano com o avanço dos militantes islamitas. O território autônomo, que faz fronteira com Síria, Irã e Turquia, é considerada a única área estável do Iraque.
Nos últimos dias, os curdos pediram ajuda militar e humanitária aos Estados Unidos. Os EUA protegeram os curdos dos ataques do ditador Saddam Hussein durante a Guerra do Golfo, em 1991, com o envio de ajuda humanitária e a implantação de exclusão aérea na área onde hoje é o território autônomo curdo.
Nesta quinta, rebeldes do Estado Islâmico controlaram um posto militar perto da fronteira do Curdistão iraquiano e da cidade de Irbil, capital da região autônoma, e invadiram Qaraqosh, cidade cristã da qual fugiram mais de 100 mil habitantes.
O grupo radical islâmico obriga os membros de outras etnias, como cristãos, drusos e yazidis, a se converter ao islamismo. Caso contrário, eles são mortos por seus combatentes.
Diante da ofensiva do Estado Islâmico, a França convocou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. O presidente francês, François Hollande, também ofereceu apoio financeiro ao governo autônomo do Curdistão.
Confira:
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, não confirma a informação, mas disse que os Estados Unidos estão incomodados com o avanço dos extremistas
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, considera fazer bombardeios no Iraque e enviar ajuda para 40 mil curdos que estão cercados por militantes do Estado Islâmico, informou nesta quinta (7) o jornal "The New York Times".
Os curdos, da etnia yazidi, se refugiam desde o último domingo (2) nas montanhas de Sinjar, após a cidade homônima ter sido invadida pelo grupo radical islâmico. Além deles, outras 160 mil pessoas deixaram a cidade em dois dias, segundo a ONU.
Membros do governo americano consultados pelo "New York Times" afirmam que Obama analisa opções para intervir no conflito, como o envio por via aérea de ajuda humanitária até atacar os radicais islâmicos na parte baixa da montanha.
Segundo o "New York Times", o governo americano adia a implantação de qualquer ação militar contra o Estado Islâmico até que o Iraque tenha um novo governo e que o primeiro-ministro iraquiano, o xiita Nuri al-Maliki, deixe o cargo.
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, não confirma a informação, mas disse que os Estados Unidos estão incomodados com o avanço dos extremistas e com a perseguição às minorias étnicas no norte do Iraque.
Apesar da consternação, ele considera que "não há soluções militares americanas para os problemas no Iraque". "Esses problemas devem ser resolvidos apenas com soluções políticas tomadas pelos iraquianos".
Avanço
A tomada da região de Sinjar provocou o aumento da preocupação do Curdistão iraquiano com o avanço dos militantes islamitas. O território autônomo, que faz fronteira com Síria, Irã e Turquia, é considerada a única área estável do Iraque.
Nos últimos dias, os curdos pediram ajuda militar e humanitária aos Estados Unidos. Os EUA protegeram os curdos dos ataques do ditador Saddam Hussein durante a Guerra do Golfo, em 1991, com o envio de ajuda humanitária e a implantação de exclusão aérea na área onde hoje é o território autônomo curdo.
Nesta quinta, rebeldes do Estado Islâmico controlaram um posto militar perto da fronteira do Curdistão iraquiano e da cidade de Irbil, capital da região autônoma, e invadiram Qaraqosh, cidade cristã da qual fugiram mais de 100 mil habitantes.
O grupo radical islâmico obriga os membros de outras etnias, como cristãos, drusos e yazidis, a se converter ao islamismo. Caso contrário, eles são mortos por seus combatentes.
Diante da ofensiva do Estado Islâmico, a França convocou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. O presidente francês, François Hollande, também ofereceu apoio financeiro ao governo autônomo do Curdistão.
Folhapress e O Tempo.com.br
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segunda-feira, 9 de junho de 2014
3° Guerra? Bilderberg: líderes da Europa e EUA, em reunião secreta, preveem conflito armado
Por: Correio do Brasil
Até a mídia está falando... (fonte logo acima) vejam:
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A reunião do Clube Bilderberg, organização que reúne as mais importantes autoridades da Europa e dos EUA nos campos político, econômico e militar, foi encerrada no último domingo, na Dinarmarca, sem qualquer declaração pública. A jornalista Cristina Martín Jiménez, que investiga há uma década esta organização para o diário espanhol El Confidencial, apontou ao Correio do Brasil com exclusividade, a existência de forte indícios de que, antes de abdicar, o rei Juan Carlos de Espanha discutiu o assunto com os integrantes da organização secreta. Entre outros temas em pauta, no encontro anual cercado de mistério e segredos, está a previsão de que a Europa tende a mergulhar, no prazo máximo de um ano, em um grande conflito armado.
![]() |
| A francesa Christine Lagarde, secretária do FMI, conversa com Osborne (de costas) e Kerr, (abaixado) |
Segundo Jiménez, o Bilderberg reuniu figuras militares influentes como o secretário-geral da Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan), Anders Rasmussen e o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) David Petraeus; o ministro da Fazenda e secretário do Tesouro Britânico, George Osborne, aliado ao Partido Conservador, e John Olav Kerr, o barão Kerr of Kinlochard, membro da Casa dos Lordes no Parlamento britânico, diretamente ligado às esferas de poder na Escócia e integrante do círculo mais fechado do Clube. Outras presenças ilustres no encontro foram a secretária do Fundo Monetário Internacional (FMI), a francesa Christine Lagarde, e a ministra sueca dos Negócios Estrangeiros, Jessica Olausson, que sequer teve o nome revelado na lista dos participantes.
“Trata-se de um clube de poderosos que tem a pretensão de controlar e dirigir o mundo. Entre outras catástrofes que causaram, são os responsáveis por submergir a Europa na pior crise desde a II Guerra Mundial. O efeito mais imediato da reunião do clube, que acabamos de conhecer, foi a abdicação do rei espanhol. Não resta mais a menor dúvida de que a renúncia de Juan Carlos foi uma decisão consensual de Bilderber”, escreveu Cristina Jiménez.
As conversações deste ano, ainda segundo Jiménez, giraram em torno da possibilidade de conflitos armados na Rússia, China e no Oriente Médio.
“O que foi extraído da reunião deste ano é que daqui a alguns meses, a um ano, deverá ocorrer uma grande reestruturação militar, econômica e comercial originado em uma transformação importante na História do mundo: um conflito bélico de grandes dimensões”, afirmou.
Crise militar
A jornalista Cristina Jiménez não foi a única a perceber que a reunião deste ano do Clube de Bilderberg tratou de um importante evento militar, previsto para os próximos meses, em escala global. O jornalista investigativo Daniel Estulin, autor do livro A Verdadeira História do Clube de Bilderberg, disse também ao CdB que, na conferência realizada em um hotel cinco estrelas de Copenhagen, as mais importantes figuras dos campos econômico e militar dos EUA têm realizado um tremendo esforço para manter separadas a Rússia e a China, que reforçaram, recentemente, a aliança contra os norte-americanos.
– Há 50 anos, Richard Nixon e Henry Kissinger persuadiram a China a se virar contra a União Soviética e se aliar aos EUA. A pergunta que se faz agora é retórica, se a cooperação entre Rússia e China será renovada em uma aliança contra a América – disse Estulin, lembrando o tratado de US$ 400 bilhões entre russos e chineses na compra do gás da Gazprom.
A questão energética sobre a distribuição do gás produzido na Rússia para as nações europeias, passando pela crise na Ucrânia, foi outras das questões centrais no encontro do Clube de Bilderberg.
– A administração norte-americana tem forçado os países europeus a impor cada vez mais sanções à Rússia, enquanto países como a França e a Alemanha entendem que, ao impor tais sanções, colocam em risco as próprias economias. O que franceses e alemães querem é saber dos EUA, exatamente, como os Estados europeus serão abastecidos com o gás que, atualmente, recebem da Rússia. A Alemanha, em especial, começa a suspeitar que EUA e Rússia têm manipulados os fatos, por debaixo dos panos, e está tratando de sair de cena, com a desculpa de que a Ucrânia está fora de controle – afirmou o jornalista investigativo.
| O Clube de Bilderberg foi fundado na década de 50 |
– Hoje, Rússia e China têm acertado suas diferenças e estão em vias de formar a maior potência regional na Ásia, o que o Clube entende como ameaça direta ao capitalismo ocidental – afirmou o autor.
O Clube Bilderberg foi fundado em 1954 e, desde então, vem realizando suas reuniões como forma de promover o diálogo entre a Europa e os EUA. Ao todo, participam entre 120 a 150 líderes políticos e influentes empresários nas áreas da indústria, finanças e mídia; além de acadêmicos, dos encontros anuais para discutir assuntos como política externa, tecnologia, Oriente Médio e África. É considerado, por especialistas, como o encontro mais secreto do mundo, tamanha é a segurança e os ritos que seguem a tradição do Clube.
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