Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Será que a Rússia e China irão alterar a ordem mundial?


Uma Nova Ordem Mundial é inevitável. Seja ela vinda do Islã, Rússia-China ou de qualquer outro sistema, ela, a NOM, irá surgir. O cumprimento das profecias são inevitáveis.

Confira:

A Rússia e China pretendem rever a ordem mundial, formada nos últimos 70 anos, declarou o vice-ministro da Defesa dos EUA, Robert O´Work, ao intervir no Conselho Americano para Relações Internacionais. 

Nas suas palavras, a tarefa de Washington consiste em convencer-se de que Pequim e Moscou não irão usar a força para garantir os seus interesses.

O vice-ministro da Defesa dos EUA está preocupado com o fato de os dois países reforçarem suas posições ao lado de suas fronteiras – a Rússia no oeste e a China – em mares adjacentes. “Devemos dispensar atenção especial a essa circunstância. Temos de determinar ao nível estratégico como iremos trabalhar agora com duas potências regionais muito fortes”, assinalou O´Work.

“A Rússia e China gostariam de alterar alguns aspetos da ordem mundial, formada após a guerra. Mas esses países devem conhecer que os EUA podem responder com métodos militares à ameaça a seus aliados”, apontou o vice-ministro.

O que subentendia o funcionário americano referindo-se à alteração da ordem mundial? A América havia utilizado seu domínio econômico após a Segunda Guerra Mundial para reforçar sua influência no mundo. Ao mesmo tempo, até os finais dos anos 80, a situação no mundo esteve em equilíbrio graças a um outro sistema sociopolítico, a União Soviética, que se encontrava em estado de guerra fria com os Estados Unidos. Mas, em resultado da desintegração da URSS, a América livrou-se de seu único rival.

Sob a cobertura da garantia da segurança coletiva e da contraposição com métodos da força ao terrorismo, os EUA começaram a entrar em territórios de outros países, instaurando lá regimes pró-americanos. Tais métodos, contudo, não sempre levaram aos fins marcados. Isso, em parte, explica a preocupação dos Estados Unidos, considera o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá, Pavel Zolotarev:

“Ainda em 2008, o então presidente da Ucrânia, Viktor Yuschenko, pretendia concretizar o programa da entrada do país na OTAN. Os Estados Unidos tentavam também arrastar a Geórgia para a aliança militar com a ajuda de Mikheil Saakashvili. Destaque-se que os líderes ucranianos e georgianos coordenavam entre si esses esforços. Assim, grupos militares e meios de defesa antiaérea ucranianas foram instalados no território da Geórgia. Esta foi a primeira tentativa de alterar radicalmente a situação na região”.

A segunda tentativa havia sido preparada durante muitos anos, aponta o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá. Forças pró-americanas chegaram ao poder na Ucrânia através de um golpe de Estado. Previa-se que a Rússia teria o acesso limitado ao mar Negro e, afinal das contas, perderia a base naval na Crimeia.

Esta operação também fracassou. Em resultado de um referendo, a Crimeia anunciou a independência e posteriormente aderiu à Rússia. O malogro do cenário de afastamento da Rússia da Crimeia provocou uma onda de descontentamento no Ocidente. Pelo visto, é nisso que se encerra a ameaça que a Rússia representa para os aliados dos EUA, da qual falou o vice-ministro da Defesa americano, Robert O´Work.

Mas qual é a culpa da China? Com o crescimento de sua potência econômica, a China não quer mais ficar na sombra no palco de política externa. O país tenta alargar sua influência na Ásia. Em parte, essa postura manifesta-se no fato de a China ter começado a declarar mais rigidamente seus interesses em disputas territoriais, o que irrita muito os Estados Unidos, diz o dirigente do Centro de Segurança Internacional, Alexei Arbatov:

“A China, por exemplo, reclama direitos à ilha de Spratly, pretendendo monopolizar nesse território a extração de hidrocarbonetos. Esse fato preocupa muito Vietnã, tal como Indonésia, Tailândia e Malásia. Os receios daqueles países não são vãos. Obama tentará conseguir que a China não crie ameaças para os aliados americanos mais próximos, como o Japão, Coreia do Sul, países do Sudeste Asiático”.

Na realidade, a América não quer simplesmente perder suas esferas de influência, nas quais assenta a nova ordem mundial. Por isso, o crescimento da influência da China se classifica como ameaça a aliados e a integração voluntária da Crimeia na Federação da Rússia se considera como anexão.

O problema não consiste em que outros países alteram artificialmente a distribuição das 
forças que se formou há 70 anos. O mundo não é imóvel, aparecem novas potências capazes de competir econômica e geopoliticamente com o antigo líder. Ao mesmo tempo, a possível aproximação de concorrentes é o aspeto mais desagradável para os Estados Unidos.

Assim, por exemplo, a mídia americana havia declarado repetidas vezes que a aproximação de Moscou e Pequim é pior que uma guerra fria para Washington. Conjugando seus esforços, os dois países podem ultrapassar militarmente os EUA, não deixando para a América um lugar na Ásia.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

China testa helicópteros armados e prontos para destruir drones

Os avanços da ciência também estão permitindo que os helicópteros possam representar um perigo cada vez mais constante nos combates pelos céus. No começo desse mês, a televisão chinesa CCTV7 veiculou alguns testes com o Mil Mi-171 destruindo um drone com um míssil aéreo TY-90, mostrando a capacidade do veículo militar em derrubar outros helicópteros, UAVs, grandes projéteis e aviões mais lentos.
 
O míssil testado pelos chineses também apresenta um grande alcance, podendo ser lançado de até seis mil metros de distância – uma área 33% maior do que os projéteis usados pela maioria dos helicópteros dos Estados Unidos. O TY-90 também já está presente no arsenal de outros modelos usados na China, como o Z-10, o Z-19 e o Z-9.


O grande detalhe é que o míssil não será apenas utilizado para derrubar drones, mas também é planejado para, em um futuro próximo, ser uma importante arma para equipar os veículos não tripulados da China. Dessa forma, eles também representariam uma opção estratégica para a defesa do país.

O Mil Mi-171 é um dos veículos militares mais comuns no exército chinês. O país comprou entre duas e três mil unidades da Rússia desde o fim da Guerra Fria. O modelo consegue transportar cerca de 37 passageiros, sendo uma boa escolha para as operações nas montanhas ou por trás das linhas inimigas. E não para por aí, já que os russos venderam a licença de produção do helicóptero para os chineses em 2008, hoje capazes de produzir até 80 unidades por ano.

As imagens transmitidas pela televisão chinesa também mostram que o novo equipamento no Mil Mi-171 é capaz de fazer um bom estrago nos seus alvos, como mostra a imagem abaixo.



Com tantos avanços assim, será que não dá um frio na espinha de imaginar como será um combate aéreo no futuro?
 
Fontes
Popular Science
 
ImagensPopular Science  
 
Via: Tecmundo