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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Celular deve matar mais que o cigarro, diz médico

 
O uso do celular deve matar mais que o cigarro em alguns anos, segundo estudo de um médico australiano publicado na internet.
 
Vini Khurana, um neurocirurgião que recebeu 14 prêmios em 16 anos, pede que a população use o aparelho o mínimo possível, principalmente quando se trata de crianças. O médico analisou cerca de cem trabalhos científicos publicados sobre o tema para chegar às suas conclusões. 
 
Segundo ele, há ao menos oito estudos clínicos que indicam uma ligação entre o uso de celulares e certos tipos de tumor no cérebro. "Já há previsões de que esse perigo tenha mais ramificações para a saúde pública do que o amianto ou o fumo. Isso gera preocupações para todos nós, especialmente com a geração mais nova", afirma Khurana, que é professor de neurocirurgia na Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, no estudo.
 
A comparação entre as mortes causadas por cigarro e por celular se deve ao fato de, atualmente, cerca de três bilhões de pessoas usarem esses aparelhos, número três vezes maior que o de fumantes, afirmou ele ao jornal "The Independent".
 
Processo lento
 
Para Khurana, ainda não há mais dados sobre o assunto pelo fato de a intensificação no uso dos celulares ainda ser recente. Ele afirma que o período de "incubação" --tempo entre o início da utilização do aparelho e o diagnóstico do câncer em um indivíduo-- dura de dez a 20 anos.
 
"Entre os anos de 2008 e 2012, nós teremos atingido o tempo apropriado para começar a observar definitivamente o impacto dessa tecnologia global nos índices de câncer de cérebro", diz ele. 
 
Para evitar o problema, Khurana sugere, entre outras medidas, que as pessoas evitem ao máximo o uso do celular, dando preferência ao telefone fixo. Ele pede também moderação no uso de Bluetooth e de headsets (fone de ouvido com microfone) sem fio.
Outra dica, de acordo com o médico, é usar o viva-voz para falar, mantendo o celular a pelo menos 20 cm da cabeça. Em janeiro deste ano, o governo francês pediu "prudência" no uso de celular pelas crianças, apesar de não ter dados científicos que comprovem os malefícios do aparelho para a saúde.
O ministério pediu que as "famílias sejam prudentes e saibam usar estes aparelhos", lembrando que é recomendado o uso moderado do celular, principalmente pelas crianças, "que são mais sensíveis porque seus organismos ainda estão em desenvolvimento". 


Fonte: Alimentação Viva

domingo, 22 de setembro de 2013

Vespa Biônica: A nova arma


Israel está a desenvolver uma nova arma. Não, não é o que normalmente pensamos como arma, não mata pessoas, não as torna inconscientes e não causa qualquer dor física. 

A nova arma vão ser as pessoas que estão a ser treinadas para defender a imagem de Israel na internet . Sim, você leu bem, é um tipo de arma social. Aqui está o que um porta-voz do exército israelita disse sobre essa arma social: "O alvo é principalmente o público internacional, que está menos exposto aos processos operacionais. A imprensa estrangeira tem que fazer mais" zoom -in ", aproximar-se. É importante para nós, mostrar a totalidade das acções da IDF (Forças de Defesa Israelita) sem filtros."

Como se pode ver Israel sente que,ao mostrar o que realmente está acontecer, ou o que passa ao lado da história, que poderá ser capaz de mudar a opinião pública mundial. Dizem que a opinião pública mundial é a arma mais poderosa de todas.

Já que estamos no assunto de desenvolvimento de armas israelitas, tenho que mencionar o fato de que Israel está a criar algo conhecido como a vespa biónica, ou bionic hornet. É uma arma robótica do tamanho de um inseto que pode ser usada para perseguir, fotografar e matar. Muitos não acreditam que está a ser desenvolvida, pois elimina a possibilidade de danos colaterais.

Por outras palavras, se quisessem assassinar um "líder terrorista poderoso" ou qualquer um que o desejem, tudo que há a fazer é enviar um destes minúsculos insetos, têm ferrão e provavelmente passariam despercebidos. Poderia pousar na sua cama , esperar numa cadeira até que se sente, ou esconder-se em muitos outros lugares, até que esteja pronto para injectar o seu veneno letal. Mesmo quando o alvo morre, o resto das pessoas nunca poderão saber o que aconteceu.

Durante décadas, têm-se preocupado com as armas nucleares e de destruição maciça pelos danos que podem causar, mas a que acabo de descrever, pode ser muito mais mortal, se for lançada em ondas de centenas de milhares. Esta arma não tem as restrições de uma arma nuclear, uma vez que deixaria todas as estruturas intactas e prontas a ser utilizadas pelo invasor.

Temos que saber o que as novas armas que estão a ser inventadas são capazes e das quais nada sabemos. Quando vemos as armas que estão a ser desenvolvidas, que são capazes de toda essa devastação e que ainda nos é permitido saber sobre elas, só podemos imaginar o que serão capazes aquelas que se desenvolvem e de que nada sabemos.

Lembram o que escrevi no post anterior sobre o IBR Instituto de Pesquisa Biológica de Israel? Veremos então o que nos poderão mostrar sobre este departamento

Mas neste momento a grande preocupação é Fukushima.

O vídeo foi bloqueado e consistia numa entrevista ao cientista de vanguarda e humanista Dr. Patrick Flanagan, Também cientista do ano de 1997 e fundador da Phi Sciences, onde discute o desastre de Fukushima. Flanagan explica que a situação de Fukushima é muito pior do que todos nós temos sido levados a acreditar.

Afirma ter dados que determinam que "Fukushima está a piorar o equivalente a 10 bombas atómicas de Hiroshima, em radiação, a cada hora, 24 horas por dia."

Afirma também que ele e uma equipe de cientistas, com apoio dos governos poderiam neutralizar por completo a expansão da radioatividade na central nuclear, com as novas tecnologias que usam.

Citação chave: "Vamos morrer todos se não repararmos."

Atualização: O vídeo voltou.