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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Globo abre espaço para pichadores satanistas, seguidoras de Anthony LeVey

Gospel Prime- Repercutiu nas redes sociais a entrevista do quadro “Qual é?”, parte do programa Altas Horas. Apresentado por Serginho Groisman, o bate-papo com 5 pichadores durou cerca de sete minutos e mostrou a opinião de pessoas envolvidas com o grafite ou pichação que consideram isso uma forma válida de expressão.

Entre as centenas de comentários sobre o quadro (a maioria crítica) algumas ressaltavam que havia uma espécie de “mensagem subliminar” no cenário. Atrás do entrevistador, em uma parede completamente preta, podia ser visto claramente um pentagrama e o número 666, símbolos do satanismo. À esquerda, também era possível ver uma cruz invertida, outro sinal característico do movimento.

A explicação mais provável para isso é que os símbolos presentes na parede foram pichados por um dos entrevistados. Rafael, também conhecido por “pixobomb” faz parte de uma espécie de gangue de pixadores que atende pelo nome de Opus 666. Esse nome é o título de um livro do conhecido autor Anthony LeVey, considerado o “pai” do movimento satanista moderno.

A gangue de Rafael é conhecida por pichar igrejas e prédios sempre com a mesma mensagem, o pentagrama e o numeral 666, chamado na Bíblia de “marca da besta”. Mas não se trata de uma escolha aleatória. Entrevistas com Rafael publicadas em diferentes sites mostram que ele e seu grupo se identificam claramente como seguidores de Satanás.

Pixobomb

Congregação Cristã do Brasil pichada pela grupo

Embora a maioria das pessoas pareça ter reprovada a matéria, que injustificadamente tenta apresentar os pichadores como defensores de uma causa rebelde, cabe o questionamento se, de fato, existia a necessidade de se dar tanto destaque na câmera a esses símbolos.


Vídeo:



segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

‘Os caças são uma garantia para o Brasil na nova ordem mundial’

Por incrível que pareça, o título é da notícia é original da matéria da GLOBO.

O entrevistado apenas não soube ou não quis explicar corretamente o que e quem comenda essa nova ordem mundial.

Mesmo assim muitos pensam que a nova ordem mundial é apenas uma teoria de loucos da internet....

Confiram essa matéria:

Editor-chefe do Defesa Net diz que defesa hoje passa por ameaças terroristas, acidentes e ataques à infraestrutura

SÃO PAULO. Nelson Düring é engenheiro e jornalista. Especialista em aviação, é editor-chefe do portal Defesa Net. Na entrevista abaixo, diz que a compra dos caças Gripen NG é fundamental para renovar a obsoleta atual frota brasileira. E recomenda à opinião-pública que pense na questão da defesa dentro de um conceito mais atual, que pode não ser de guerras ou confrontos com vizinhos, mas sim de proteção de infraestrutura, segurança de grandes eventos e estratégias de cooperação internacional.

O GLOBO: Por que o Brasil precisa de 36 novos caças?

NELSON DÜRING: As Forças Armadas funcionam como uma importante garantia. Os fatos constantemente provam que só forças públicas muitas vezes não conseguem lidar com a segurança de um país. O que aconteceria se a usina de Itaipu fosse ameaçada? Ou uma plataforma de petróleo localizada a 300 km do litoral? Não é só por ataques externos, mas por pequenos grupos como facções criminosas, ou devido a acidentes mesmo. Aliás, é preciso pensar a defesa dentro desta nova ordem mundial. Os caças são uma garantia para o Brasil na nova ordem mundial.

O GLOBO: Que ordem é esta?

DÜRING: Uma ordem em que talvez não haja guerras ou conflitos militares entre vizinhos, mas ameaças terroristas, ou de gangues marginais, por exemplo. Os caças terão radares para patrulhar, por exemplo, grandes eventos _ uma pena que vão chegar somente em 2018, após a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Além disso, funcionarão como plataforma de inteligência e sensores. São de importância econômica e estratégica e condizem com as dimensões continentais do Brasil e a posição importante que o país pretende ocupar na geopolítica. Se pensarmos que quase todos os voos para a América do Sul passam em nosso território, por exemplo, é importante disponibilizarmos este tipo de serviço de segurança.

O GLOBO: Quando a presidente Dilma Rousseff fala em cooperação com os outros Brics então, ela está certa?

DÜRING: Certíssima. A África do Sul possui caças Gripen de uma geração anterior à NG, o que pode levar a uma série de cooperações entre os dois países. O Brasil tem projetos de desenvolver radares com a Índia, vai comprar no ano que vem um expressivo sistema de defesa anti-aéreo da Rússia. Só com a China, por incrível que pareça, as conversas militares não avançam muito.

O GLOBO: Que outros países têm Gripens?

DÜRING: Os desta geração que o Brasil comprou só devem ficar prontos em 2018, mas já foram comprados pela Suíça também _ e , claro, a Suécia vai ter. O Brasil vai ter 36, a Suíça 22 e a Suécia 60. Os de gerações mais anteriores operam em África do Sul, Tailândia, Suécia, República Tcheca, Hungria e num centro de treinamento de pilotos na Inglaterra.

O GLOBO: Quais vizinhos do Brasil possuem caças?

DÜRING: A Venezuela renovou toda sua frota em 2006, com os Sukhoi comprados da Rússia, todos já foram entregues. Difícil é saber o estado deles, porque esses caças precisam de uma enorme quantidade de dinheiro para a manutenção. A Colômbia tem Kfirs israelenses, comprados há dois anos, que são uma atualização do Mirage francês. O Peru possui Mirages (Frabça) e MiGs (Rússia). A frota argentina é muito ultrapassada, formada por A-4ARs (americanos) e Mirages, remanescentes ainda da Guerra das Malvinas, de 1982. A melhor frota, muito superior à atual do Brasil, é a do Chile: com 36 F-16s americanos: 10 novos em folhas e 26 de segunda mão, mas que funcionam muito bem, comprados recentemente da Holanda.

Fonte: http://oglobo.globo.com


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Vergonha: Rede Globo aliena crianças em prol da causa gayzista

No programa "Encontro", exibido em 14 de Novembro de 2013, a Rede Globo convida crianças com idade entre 6 e 9 anos de uma escola do Rio de Janeiro, para assistir dois Gays se beijando. 

Nenhuma pessoa séria ou que acredita em Deus, vai concordar com esse absurdo que também é uma afronta aos valores morais.

A cena é a seguinte: a equipe do programa foi até uma escola do Rio de Janeiro e pediu a sete pais de crianças com idades entre 6 e 9 anos que assistissem ao vídeo de um pedido de casamento gay para ver como eles reagiriam. Depois foi a vez dos filhos assistirem ao mesmo vídeo. Isso mesmo! Pasmem, a emissora expôs as crianças a cena que – se não bastasse a intenção repulsiva – ainda exibe um beijo gay.

Poucas coisas são tão detestáveis quanto este teatro armado por Fátima em seu programa de baixa audiência. A Globo já vem usando suas novelas para educar os telespectadores sobre a diversidade sexual. No caso em questão, o discurso é o mesmo, mas o tom é ainda mais pesado: usam imagens para deturpar o pensamento das crianças. Puro merchandising da emissora a favor do sindicalismo gay, seguido da discurseira da apresentadora e seus convidados – sempre sem contraditório.



O que Fátima está a dizer é que uma criança entre 6 e 9 anos já tem discernimento para se assumir sexualmente. Tratam o debate como progressista, moderno, mas não passa de militância, de ativismo. Quais as consequências que a exposição de uma criança a este tipo de cena pode causar? Deve-se supor, a partir daí, que a intenção da emissora é que as crianças já se definam como heteros ou homo. É isso mesmo: essa gente toda, agora com o apoio da Rede Globo, está a dizer que uma criança deve ser exposta aos desvalores promovidos pela militância gay.

Pra começo de conversa, crianças não sabem o que querem, estão em fase de aprendizado e não discernem sobre estes temas sociais. Expor a inocência das crianças e pedir opinião delas sobre um tema de origem sexual é um crime. Por isso é uma ideia estúpida. Há uma diferença gigantesca entre pessoas que lutam por seus direitos e um movimento que quer transformar a sociedade e obriga-la a aderir a seus ideais – se posso chamar assim.

No caso do programa Encontro, o que se vê é uma violência escandalosa contra a inocência das crianças. Uma criança nesta faixa etária não tem ainda condições de opinar sobre este tema, qualquer especialista pode atestar isso – com exceção daqueles que chamavam o Projeto de Decreto Legislativo 234/11 de “Cura Gay”. Mas esta é outra história! O fato é que a equipe do programa promoveu uma violência contra estas crianças. Certamente motivados pelo sindicalismo gay.

Como deputado federal eu exijo que o Ministério Público questione as motivações da emissora ao expor inocentes de tenra idade desta forma. Basta assistir a reação das crianças para notar o constrangimento, repulsa e espanto das crianças.

O que a Globo fez não existe em lugar nenhum do mundo: usou de forma indevida crianças para promover o comportamento gay. Existe uma diferença entre o indivíduo homossexual e a militância gay. Tratarei isso em um livro que estou preparando. A militância gay quer impor o comportamento homossexual, enquanto o indivíduo busca apenas direitos. Ainda que eu seja contra a prática homossexual, não sou contra o indivíduo buscar os seus direitos.

O que quer essa gente? O próximo passo será expor crianças a uma cena de pedofilia para saber a opinião dos inocentes? Não se espante, não falta muito para isso acontecer. Mas concluo: crianças na primeira infância não têm personalidade desenvolvida e nem maturidade para decidir sobre estes temas.

Fontes: http://juliosevero.blogspot.com.br/ e http://www.youtube.com/user/antineoateismo1

VIA: http://www.libertar.in/