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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Muçulmanos montam tenda em Cuiabá e divulgam islamismo na Copa

Já imaginaram se o Islamismo crescer demasiado aqui no Brasil com suas leis de intolerância religiosa, obrigando mulheres a não mais mostrarem o rosto? e matando aos pouco aqueles que não aceitarem ao seu deus e aos que não negarem ao Messias (Cristo)?

Não vejo os Muçulmanos obedecendo a lei do verdadeiro Criador, que é a lei do amor ao PRÓXIMO e amando o seu inimigo.

Não os odeio como pessoas, apenas odeio a forma em que eles tratam aqueles que não professam a fé em Alá e no Alcorão. A pena que eles dão é a MORTE fria e cruel e isso não pode vir de um CRIADOR DE AMOR E PAZ.

Cenas fortes (+18)



Na foto abaixo pregam a paz, mas vai lá dizer para um islâmico, no país deles, que você é cristão ou mesmo não sendo cristão, mas que não conversa a mesma fé deles, para você ver o que lhe acontece...

A Europa terá o mesmo destino se ninguém fizer nada. A França está inundada de muçulmanos...

Leiam isso:

Notícia G1:  Cerca de 100 mil livros devem ser distribuídos durante o período da Copa.
Torcedores da Bósnia e Nigéria são alvos da iniciativa.

A expectativa é que mais turistas visitem a tenda com a chegada dos torcedores da Bósnia e Nigéria, já que nesses países a religião predominante é o islamismo. O líder religioso conta que muitos torcedores desses países já passaram pela tenda nesta semana e alguns já até foram aos cultos realizados na mesquita de Cuiabá. "Eles chegam nos hotéis e perguntam se há alguma mesquita e onde ficam os restaurantes com a culinária islâmica. E os hotéis nos indicam, já sabem da mesquita", explicou o sheikh Jihad Hammadeh, diretor da Wamy.

Hammadeh contou que os livros e guias são entregues a toda a população, sem distinção de religião. “Não perguntamos a religião das pessoas. Percebemos pelas perguntas delas, pela curiosidade. Já os mulçumanos se identificam de início. É uma forma também de levar a nossa cultura a todas as pessoas”, comenta. Jihad observa a importância do projeto para que o turista mulçumano se sinta bem recepcionado e volte para o seu país de origem com uma boa imagem do Brasil.

“Muitos deles nem sabem que existem mulçumanos aqui [em Cuiabá] e quando nos encontram ficam surpresos”, disse Hammadeh. Segundo o sheikh, a Wamy é uma entidade internacional reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ele conta que o projeto foi intitulado 'Paz é a mensagem do Islam', pois a comunidade islãmica acredita que o tema engloba todos os pontos.

O projeto é desenvolvido em todas as cidades sedes da Copa do Mundo. Em Cuiabá, a distribuição de livros é feita no calçadão da Rua Antônio João, no Centro da capital. Nos próximos dias a tenda deve circular pela região central. A mesquita fica localizada na Rua Baltazar Navarros, Bairro Bandeirantes, em Cuiabá.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Islâmico faz a oração Azan ao pé do Cristo Redentor, "tomando posse do Brasil para Alá"

Islã irá dominar o mundo: dane-se a liberdade
A coisa pode estar pior do que imaginamos estar. Nessa copa muitos estrangeiros estão vagando por aqui e muitos com outras intenções. 

Esses muçulmanos desejam perseguir, torturar e MATAR todos aqueles que creem no Mashiach (Cristo).

Religião é a pior coisa já inventada no mundo. Só serve para separar uns aos outros !!!

O vídeo abaixo mostra wahabitas salafitas da Arábia Saudita fazendo a oração Azan ao pé da estátua do Cristo Redentor, no Corcovado. Eles estão aqui no Brasil, no lugar mais alto e famoso, um símbolo do Rio de Janeiro, fazendo "Alahu Akbar", a mesma coisa que é dita quando não-muçulmanos (cristãos, budistas, hindús, judeus, ateus, agnósticos, ...) são mortos ou mutilados.

Um gesto simbólico, feito em um dia de chuva com pouca gente no Cristo Redentor (certamente para evitar publicidade), mas que tem um significado profundo dentro do modo de ver dos muçulmanos ortodoxos: esta-se "tomando posse" do Brasil, e afirmando-se que o islão, e a Sharia, estão chegando.

A Azan, a Chamada à Oração, é chamada por um Muezim da mesquita cinco vezes por dia, tradicionalmente a partir do minarete, convocando os muçulmanos para adoração (salatobrigatória (fard).




 Sendo cantado no Corcovado, o topo do Rio de Janeiro:
Eu testemunho que não há outro Deus senão Alá.
Eu testemunho que Maomé é o mensageiro de Alá.
Apressa-te a adoração (salat).
Apressa-te para o sucesso.
A oração é melhor do que o sono.
Alá é maior.
Não há Deus senão Alá.
O texto do YouTube diz 
Em nome de Alá, o Misericordioso. Obrigado e agradecimento a todos os colegas a apoiarem a ação.  E peço a Alá para conciliar tudo.  Irmão: Abdul Rahman Saleh al-Awfi.
Medina
Os wahabistas promovem a forma mais virulenta do islamismo. O que eles defendem e propagam, usando a riqueza oriunda os petro-dólares, é o salafismo, que significa "antecessores" ou "antepassados", termo usado ​​para identificar os primeiros muçulmanos, que formaram o epítome da prática islâmica. A tradição de Maomé (hadice) cita Maomé dizendo "As pessoas da minha geração são as melhores, em seguida, aqueles que virão depois deles, e, em seguida, os da próxima geração" (Bukhari, vol. 8, livro 76, 436; e também vol. 5, livro 57, 2), é visto como um apelo aos muçulmanos seguirem o exemplo dessas três primeiras gerações, os "salaf"
Os wahabismo salafista (a redundância aqui é proposital) é o islamismo oficial da Arábia Saudita, país cuja Constituição diz ser dever do Estado a propagação do islão (dawa). E eles fazem isso a nível mundial custeando mesquitas e madrassas em todos os continentes, inclusive aqui.  
Algumas indagações:
  1. Sendo eles wahabistas salafistas, os mesmos que apoiam e financiam a ação dos jihadistas no Iraque e na Síria, ações estas que envolvem terríveis atrocidades contra tudo e contra todos aqueles que eles considerem como não-muçulmanos (ou diferentes), o que eles desejam no Brasil? 
  2. Considerando os wahabistas salafistas desejam a implementação da lei islâmica (Sharia) em todo o mundo, algo que os jihadistas do Iraque e da Síria têm demonstrado com clareza, o que eles desejam no Brasil?
  3. Considerando que tem existido um esforço grande por parte da Arábia Saudita em enviar jihadistas para lutar no Iraque e na Síria, inclusive libertando presos para lutarem lá em troca da liberdade e ajuda às suas famílias, e que tem existido um grande esforço de radicalização de jovens recém-convertos em países dos mais diversos, incluindo-se Europa, Austrália, Canadá e Estados Unidos, cuja conversão e radicalização se dá em torno de mesquitas e madrassas salafistas, o que eles desejam no Brasil? 



Vídeo que convida os "muçulmanos de todo o mundo" a se juntarem à jihad na Síria e no Iraque. "Muçulmanos de todo o mundo" inclui os jovens recém-conversos da Europa, Austrália, Canadá e Estados Unidos.  


E mais uma coisa. Nenhum não-muçulmano pode chegar perto da pedra negra que eles adoram em Meca, sob pena de execução. Mas para ir para a terra dos outros criar problemas, isso eles não perdem tempo.

Nenhum não-muçulmano pode mostrar outra religião ou falta dela (ateísmo) a um muçulmano sob pena de morte, segundo a lei islâmica (Sharia) mas eles se sentem com todo o direito de cirar confusão na terra dos outros.




Temos problemas demais no Brasil. Não precisamos de mais um problema, da pior qualidade!





NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!!