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sábado, 26 de julho de 2014

Obama faz convocação por uma 'Nova Ordem Mundial COLETIVIZADA'

Durante uma festa beneficente em Seattle esta semana, o presidente americano Barack Obama pediu uma "nova ordem" em torno de um sistema coletivizado, a fim de acabar com as preocupações das pessoas sobre a luta geopolítica e da economia.

"As pessoas estão ansiosas. Agora, isto tem a ver com alguns grandes desafios no exterior", disse Obama, acrescentando: "Mas se as pessoas vêem o que está acontecendo na Ucrânia, e a agressão da Rússia em relação aos seus vizinhos na forma em que ela está financiando e armando os separatistas; ao que aconteceu na Síria ... ao fracasso no Iraque em harmonizar sunitas, xiitas e curdos... ao que está acontecendo em Israel e Gaza..."

 

"Parte da preocupação das pessoas é apenas a sensação de que a velha ordem ao redor do mundo não está se sustentando e não não estamos ainda onde nós precisamos estar em termos de uma nova ordem que é baseada em um conjunto diferente de princípios, que se baseia em um senso de humanidade comum, que é baseada em economias que funcionam para todas as pessoas. ... Mas aqui nos Estados Unidos, o que as pessoas também estão preocupadas é o fato de que, embora a economia tenha produzido bem no conjunto, para a pessoa média ela se sente como se a renda e os salários não aumentassem; que as pessoas, não importa quão duro elas trabalhem, eles se sentem presos."
 

Em um contexto geopolítico, o apelo de Obama para uma "nova ordem" realmente não soa diferente da velha ordem mundial unipolar que os Estados Unidos tem representado desde o fim da Guerra Fria, que agora está sendo desafiada pela ascensão dos países BRICS.
 

Os acontecimentos ao longo do ano passado deixaram claro que os Estados Unidos já não consideram que a Rússia seja parte dessa "nova ordem", como resultado de sua resistência ao cerco da OTAN.
 

Em termos de economia, a insistência de Obama em "economias que funcionam para todas as pessoas" com base em "humanidade comum" está em contradição direta com as políticas atuais, as quais serviram quase exclusivamente para ajudar os banqueiros de Wall Street, enquanto o americano médio vê o declínio da renda familiar ano após ano, quando ajustado pela inflação.

Esta não é a primeira vez que Obama pediu por uma nova ordem mundial.

Durante um discurso em West Point em 2010, o presidente incentivou o desenvolvimento de uma nova "ordem internacional" para ajudar a proteger os interesses dos Estados Unidos.

Obama também pediu que os europeus e os norte-americanos abraçassem a ideia de uma "cidadania global", durante um discurso de Berlim em 2012.

O vice-presidente Joe Biden também apelou repetidamente por uma "nova ordem mundial".

Fontes:


- Infowars: Obama calls for collectivized new world order
- Morning Money: Obama on the new world (dis)order — Fall preview: Fresh fiscal crises? — Why Dodd-Frank polling is suspect
- Infowars: Top U.S. diplomat: Russia has betrayed the "New Worl Order"
- Real Clear Politics: Obama's Policies Have Helped Wall St. Fat Cats
- Blog Anti Nova Ordem Mundial: [VIDEO] Obama clama por um governo mundial: "Nova Ordem Internacional"
- Blog Anti Nova Ordem Mundial: Joe Biden Incita Cadetes da Força Aérea a Criarem a "Nova Ordem Mundial"

Via: Blog Anti-Nom

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Torcedores venezuelanos protestam no Mundial 2014

Driblando proibição da Fifa nos estádios, venezuelanos pedem ajuda e alertam brasileiros.

Na partida Brasil x Chile deste sábado (28) em que o goleiro Júlio César salvou a pátria, no Mineirão, garantindo a classificação para as quartas de final da Copa 2014, torcedores venezuelanos presentes na torcida verde e amarela também defenderam sua pátria. Vestindo a camisa de seu país e burlando a censura da Fifa, estenderam na arquibancada uma faixa com as cores de sua bandeira onde se lia “Venezuela resiste”.

O registro foi replicado no Facebook por Daniel Alex obtendo muitas curtidas, compartilhamentos e comentários. “Faixa muito leve, tem que ser mais clara e dura contra o governo”, comentou o internauta Daniel Sagaidak. “Meu povo já não tem medo”, disse Omaira Aponte, de Caracas.

No jogo entre Argentina e Irã, no sábado anterior (21), também no estádio Mineirão, pelo Grupo F, venezuelanos também compareceram na torcida e fizeram um protesto pedindo socorro e alertando os brasileiros sobre a semelhança dos rumos políticos do Brasil com a Venezuela. Também burlando a vigilância da Fifa, exibiram na arquibancada uma bandeira de seu país onde se lia: “Tempo em derrubar uma ditadura: Ucrânia – 1 mês, Egito – 2 meses, Síria – 2 anos, Venezuela – ‘loading’, Brasil – ‘warning!’ #S.O.S.Venezuela”.

Completamente ignorado pela mídia tradicional, o fato teve repercussão viral nas redes sociais. Tirada no estádio por torcedores venezuelanos amigos de Daniel Alex, a foto foi postada inicialmente no Twitter e em seguida republicada no Facebook, atingindo mais de 400 curtidas e 2.000 compartilhamentos.

O jornal Folha de São Paulo registrou mais protestos de venezuelanos em outros dois jogos da Copa do Mundo que também furaram a proibição da Fifa a manifestações políticas para reprovar o governo de Nicolás Maduro e a dura repressão às manifestações populares na Venezuela.

No duelo da terça-feira (24) entre Uruguai e Itália, na Arena Dunas, em Natal, pelo Grupo D, um venezuelano, um comerciante uruguaio radicado na Venezuela e mais dois uruguaios, vestindo camisas de ambas as seleções, estenderam a bandeira venezuelana com a inscrição “S.O.S.”. O comerciante, Álvaro Sanchez, 59, informou que precisou vaiajar para o Uruguai para conseguir comprar as passagens para o Brasil e os ingressos para os jogos. 

Ele também estranhou as obras inacabadas e a falta de divulgação do Mundial aqui no país: “Acho que estão com medo dos protestos”.

No dia 14 de junho, no clássico Inglaterra x Itália, em Manaus, pelo Grupo D, uma faixa se destacava na arquibancada da Arena da Amazônia: “Venezuela Ditadura”. Uma bandeira da Venezuela também se misturava entre a das seleções da disputa e do Brasil. Pelo menos uma centena de venezuelanos estavam presentes, vestidos com a camisa de sua seleção e a bandeira venezuelana. A maioria deles vieram de carro, pela BR-174, e torceram para a Itália.

No dia seguinte (15), venezuelanos também marcaram presença no Maracanã, no Rio de Janeiro, para apoiar a Argentina na partida contra a Bósnia-Herzegovina, pelo Grupo F. 

Dessa vez não houve notícia de que algum material de protesto tenha passado pela vigilância.

A seleção da Venezuela jamais obteve classificação para disputar uma Copa do Mundo, mas os venezuelanos vêm marcando forte presença neste Mundial, para torcer por outras seleções e também chamar atenção sobre a grave situação de violação dos direitos humanos em seu país.

Segundo fontes extraoficiais citadas pelo canal venezuelano NTN24, centenas de civis foram mortos até o momento pela Guarda Nacional Bolivariana e por milícias paramilitares chavistas armadas pelo regime cubano, como La Piedrita e Tupamaros, em ofensivas visando sufocar a maior onda de protestos no país em décadas.

O país experimenta uma escalada inflacionária extratosférica, excassez de alimentos e de produtos básicos, filas intermináveis, apagões constantes e um quadro de violência endêmica. A Venezuela teve 24.763 mortes violentas em 2013, segundo a ONG Observatório Venezuelano de Violência (OVV). As cifras oficiais de homicídios estão suspensas pelo governo desde 2003.

Fonte:epochtimes.com.br

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pesadelo brasileiro: Copa do Mundo, palmada e aborto

 Por: Julio Severo 
 
Para os estrangeiros que estão vindo ao Brasil para assistir à Copa do Mundo, esse mega-evento de futebol muitas vezes significa “turismo sexual.” Mas para os brasileiros, é a velha política romana de apaziguamento do “pão e circo.” Dê futebol aos brasileiros e eles se esquecerão de suas angústias sociais e morais — pelo menos por um tempo.

A razão especial que o governo sob a presidente socialista Dilma Rousseff está fazendo a Copa do Mundo é para que os brasileiros não deem atenção às consequências de suas malfadadas políticas e sofrimentos planejados.

Recentemente, com o Brasil sob o feitiço da Copa do Mundo, os hospitais haviam sido colocados sob uma ordem de facilitar abortos. Sob uma nova lei de aborto aprovada imediatamente após a visita do papa no ano passado, as mulheres podem requerer aborto médico meramente alegando que foram estupradas — sem nenhuma necessidade de evidência médica ou policial.

A ordem foi revogada pela pressão pesada de grupos católicos e da Frente Parlamentar Evangélica.
Entretanto, outro sofrimento planejado não teve tal atenção. Por mais de uma década, os socialistas no Brasil vêm trabalhando duro para proibir os pais de dar palmadas nos filhos.

Seus esforços recentes foram vitoriosos na Câmara dos Deputados e no Senado.

A estratégia de aprovar no Congresso Nacional foi fazer um apelo escandaloso, comparando palmadas dos pais a assassinato de crianças. Isso é interessante, pois o governo brasileiro e políticos socialistas apoiam a matança de crianças — por meio do aborto legal. Mas se você disser que o aborto é assassinato, eles responderão que você está fazendo um “apelo escandaloso”!

Assassinato é assassinato. Aborto é assassinato de crianças, mas os socialistas rejeitam tal comparação. Palmada do país não é assassinato, mas os socialistas não param de fazer tal comparação.

Maria do Rosário, a principal ativista anti-palmada, havia sido ministra de “direitos humanos” do governo de Dilma, mas ela permaneceu no cargo só até sua postura espalhafatosa no ano passado, declarando que o “assassinato” de um jovem homossexual foi um crime “homofóbico.” Ela inflamou o caso até transformá-lo num escândalo nacional, reivindicando leis duras contra pessoas “homofóbicas,” pressionando órgãos policiais a priorizar crimes contra homossexuais, etc. Ela deixou o cargo depois que se descobriu que o jovem homossexual não havia sido assassinado. Ele havia cometido suicídio depois que seu amante o havia rejeitado.

Contudo, o argumento contra a palmada dos pais foi vitorioso. Rosário e outros socialistas disseram que assassinato de crianças é provocado pela palmada dos pais, e a mídia repetiu esse mantra para todos os brasileiros. A vitória ocorreu depois que um menino foi assassinado por seu pai e madrasta, e o coro socialista começou: “Palmada dos pais equivale a assassinato.”

As audiências no Congresso Nacional tiveram outros apelos escandalosos. Xuxa — uma apresentadora de TV, atriz, cantora e empresária — fora convidada para apoiar a Lei Anti-Palmada. O que Xuxa tem para ensinar aos pais? Aliás, por que ela está tão engajada numa lei que tem como objetivo confiscar os direitos dos pais e destruir suas decisões acerca de seus filhos?

Xuxa não tem nenhum exemplo aceitável de mãe. Por escolha, ela nunca foi casada, mas foi amante de vários homens. Ela teve só uma filha e para essa gravidez, ela escolheu um homem só para ter um bebê. Nada mais. Por sua escolha, sua filha foi criada sem seu pai.

Em 1982, aos 19 anos, Xuxa apareceu no filme “Amor Estranho Amor.” Seu papel foi seduzir um menino de 12 anos. A cena continha erotismo e pedofilia: uma jovem nua com um menino nu na cama.
Xuxa nunca passou tempo na cadeia por sua cena de pedofilia. Pelo contrário, na década de 1980 ela teve seu corpo nu como foto de capa na revista Playboy.

Pais que assassinam seus filhos devem ser punidos. Pessoas que incentivam a pedofilia por meio de filmes devem ser punidas. Pais que castigam fisicamente seus filhos, com uma vara ou palmada, não devem ser tratados como criminosos, principalmente sob o mau exemplo de uma mulher sem orientação moral e exemplo de mãe.

A tragédia brasileira é que desde que o Brasil assinou a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças em 1990, não há castigo legal para criminosos de menos de 18 anos. Os menores de idade podem bater e matar seus pais, e não haverá cadeia nem sentença. Apenas reabilitação especial. Agentes policiais são proibidos de tratar como criminosos menores que estupram, agridem e matam.

Dias atrás, um brasileiro, que é hoje pastor da Assembleia de Deus, me disse que era autoridade municipal que supervisionava menores de idade problemáticos no Brasil. Ele disse que era um pesadelo, pois eles lidavam com rapazes de 15, 16 e 17 que estupravam e matavam, mas legalmente não podiam ser punidos. A reabilitação que o governo lhes dava era um fracasso. O pastor me disse que menos de 4% tinham alguma melhoria. Hoje ele vive nos EUA, onde ele me disse que tem visto criminosos tratados como criminosos, independente da idade.

Eu também prefiro o sistema americano, pois, onde o conservadorismo é predominante, é menos bárbaro do que o sistema legal do Brasil. Outro amigo meu, que é um pastor presbiteriano no Texas, me disse que quando ia bater em seu filho, ele disse: “Se você me bater, denunciarei você para a polícia!” No Brasil, isso é suficiente para amedrontar um pai. Mas sabiamente o próprio pai telefonou e a polícia veio. Depois de ouvir o menino e o pai, o policial apenas instruiu o pai sobre as melhores maneiras de usar um chinelo ou cinta para castigar o menino. Desnecessário dizer que o menino nunca mais quis a polícia envolvida.

Graças a Deus, isso foi no Texas, não no Brasil! O Texas, que é mais conservador do que outros estados americanos mais liberais em que os pais também enfrentam riscos, é um lugar que definitivamente eu escolheria para viver, se eles pretendem continuar com uma vida social livre das insanidades da ONU!

Em contraste, a Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que é uma força pró-vida no Congresso Nacional, fez um acordo repulsivo com o governo e seus apoiadores socialistas para aprovar a Lei Anti-Palmada. Muitos dos membros da FPE são socialistas também. A Igreja Católica no Brasil, por muitos anos apoiando medidas socialistas no Brasil, não fez nenhuma oposição aos esforços governamentais para confiscar os direitos dos pais na questão da palmada.

Este é o pesadelo brasileiro: crianças e adolescentes que agridem, estupram e matam não podem, pela lei, receber castigo.

Este é o pesadelo brasileiro: os pais que disciplinam fisicamente, com uma vara ou palmada, para tentar impedir seus filhos e adolescentes de se tornarem criminosos que agridem, estupram e matam serão legalmente castigados, e serão tratados como criminosos e assassinos de crianças, enquanto os reais assassinos de crianças (abortistas) não poderão, pela lei, receber castigos.

Não há nenhuma epidemia de crianças assassinadas por pais no Brasil. Mas há uma epidemia de crianças e adolescentes estuprando, agredindo e assassinando. Como sempre, sem nenhuma punição.

Socialistas psicopatas e suas leis no Brasil essencialmente dizem: “Não bata nos seus filhos para impedi-los de se tornarem criminosos. Aborte-os! Nós permitimos que você os aborte, mas não discipliná-los, ok?”

Tente dar aos seus filhos educação escolar em casa no Brasil, e o governo irá atrás de você de forma feroz. Bata neles, e não haverá perdão estatal. Mas facilite os caminhos criminosos deles, e você não será incomodado.

Visite São Paulo ou outra grande cidade no Brasil e você verá um quadro triste: uma menina ou menino de 8 anos de idade pedindo esmola nas ruas, dia ou noite, enquanto o governo está muito ocupado caçando pais que dão palmadas.

A Copa do Mundo ajuda os brasileiros a se esquecerem momentaneamente de seu pesadelo social.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Venezuelanos são MARCADOS como gado para obter comida

Uma prévia do futuro governo global, onde só os marcados compram e vendem...

O socialismo do século 21 é muito parecido com aquele do século 20. Seu resultado é invariavelmente o mesmo: miséria, caos social, escravidão. As prateleiras vazias costumam ser a sua marca registrada. Filas enormes surgem a todo momento para as coisas mais básicas. A burocracia poderosa se beneficia, um grande mercado negro aparece, e o povo fica de barriga vazia.

Segundo o site Business Insider, os venezuelanos já estão sendo marcados com números nos braços, feito gado, para ter acesso aos poucos produtos nos mercados. É o governo tentando organizar a desgraça que criou, colocar as imensas filas em ordem. São imagens como esta:




Essas filas estariam se formando em cidades menores, não em Caracas (ainda). O racionamento já teve início, com cada um tendo uma quantidade limitada de produtos que pode adquirir. A imagem abaixo, uma fila para o supermercado San Cristobal, a 660 km de Caracas, dá uma boa ideia da situação:



É esse o “progresso” que o PT defende e pretende importar para o Brasil. Para o ex-presidente Lula, isso tudo é fruto do “excesso de democracia” do país vizinho. A presidente Dilma prefere apoiar Maduro em vez de defender o povo nas ruas desesperado em busca de mais liberdade e, como vemos, alguma comida. O socialismo jamais foi capaz de produzir riqueza. Nada mudou. Inclusive a incrível incapacidade de aprender com os erros passados…

Por Rodrigo Constantino


FONTE: www.libertar.in

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Lula vai em cadeia nacional na Venezuela e dá apoio total ao genocida ditador Maduro

A Venezuela entrou em estado de guerra civil, a situação é tensa, o governo cortou as comunicações, a informações e vídeos postados nas redes sociais, de que o governo de Nicolás Maduro esta abrindo fogo contra os manifestantes, a situação é gravíssima. Segundo informações adquirida com exclusividade, já passam de 3 mil mortos, os estados Sul-Americanos ainda não se pronunciaram sobre o fato.

Aqui no Brasil nenhuma emissora está dando cobertura a guerra civil e ao massacre promovidos pelo amigo da Lula-Dilma. O ditador Nicolás Maduro desarmou os cidadãos e desmilitarizou as polícias do país e botou a Guarda Nacional para achacar o povo (do mesmo jeito que o PT quer fazer aqui).


  Fonte:  http://www.portali9.com.br/ E Libertar.in

sábado, 4 de janeiro de 2014

Dona Clotilde lutou em guerrilhas contra a cruzada anti-comunista?

Interessante essa matéria do site Terra, onde revela que a Dona Clotilde já lutou em guerrilhas contra o, segundo o site, ditador Francisco Franco, na guerra civil Espanhola.

Irei primeiro postar à notícia do site terra e logo após uma outra matéria do mesmo site, onde explica quem, como e porque dessa guerra civil Espanhola (1936 a 39) liderada por Francisco Franco.

Matéria:

Eterno sucesso de audiência no Brasil, o programa mexicano Chaves arrasta consigo gerações de fãs a cada exibição. A fama do seriado, assim como dos atores por trás dos personagens, também revelam histórias curiosas. A atriz Angelines Fernández, por exemplo, nasceu em Madri, na Espanha, chegou a lutar nas guerrilhas contra o ditador Francisco Franco, durante a Guerra Civil Espanhola.

Deixando seu passado combatista para trás e fugindo da perseguição na Espanha, Angelines foi par ao México em 1947, conforme conta o site El Ciudadano. Em seu novo país, conheceu o mundo do teatro e conheceu Roberto Gómez Bolaños, criador e protagonista de Chaves.

Assumindo o papel de Dona Clotilde, ou a famosa Bruxa do 71, se estabeleceu como grande personagem do seriado cômico, além de esquetes no programa Chespirito e também em filmes do cinema mexicano.

Angelines Fernández morreu no dia 25 de março de 1994 após enfrentar um câncer pulmonar. Por coincidência, a atriz morreu aos 71 anos, mesmo número que deu fama à personagem.

Fonte: Site Terra.com.br

Agora a história bem resumida, dessa guerra civil, segundo o site Terra:

Franco e a guerra civil na Espanha 


A Guerra Civil espanhola (1936-39) foi o acontecimento mais dramático e traumático que ocorreu antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial. Nela estiveram presentes, em aberto enfrentamento, todos os elementos ideológicos, políticos e militares que marcaram o século XX.

Iniciada por meio de um golpe militar liderado pelo general Francisco Franco dado em 18 de julho de 1936, ela, nos meses seguintes, converteu-se numa guerra generalizada e sem quartel entre as forças da direita nacional-falangista e a coligação da esquerda espanhola, terminando por envolver as potências nazi-fascistas e o comunismo soviético, causando um violento banho de sangue que marcou para sempre a Espanha do século XX. 


Uma cruzada contra o comunismo 



General Francisco Franco (falecido em 20 de novembro de 1975)
De um lado, insurretos, estavam as forças da Tradição, do catolicismo e do fascismo, aliadas às classes e instituições convencionais da Espanha, o Exército, a Igreja e o Latifúndio; do outro a Frente Popular que formava o Governo Republicano, representando os sindicatos, os partidos de esquerda e os simpatizantes da democracia.
Para a Direita espanhola tratava-se de uma Cruzada para livrar o país da influência comunista e da franco-maçonaria. Uma guerra para restabelecer os valores da Espanha tradicional, autoritária e católica, ameaçadas pela desordem social e política em que o país se encontrava. Para tanto era preciso esmagar a República, que havia sido proclamada em 1931, logo após a queda da monarquia e o exílio do rei Afonso XIII.

Para o lado das Esquerdas era preciso dar um basta ao avanço do fascismo que, naquelas alturas, já havia conquistado Itália (em 1922), a Alemanha (em 1933) e a Áustria (em 1934). Segundo as decisões da Internacional Comunista, de 1935, os quadros comunistas deveriam aproximar-se dos partidos democráticos de classe média e formarem uma Frente Popular para tentar deter a maré crescente de vitórias dos nazi-fascistas em vários países da Europa. Desta forma Socialistas, Comunistas (stalinistas e trotskistas) Anarquistas e Democratas liberais deveriam unir-se para chegar e inverter o que parecia ser a tendência mundial favorável aos regimes direitistas.

Foi justamente esse conteúdo, de amplo enfrentamento ideológico universal, que fez com que a Guerra Civil deixasse de ser um acontecimento puramente espanhol para tornar-se numa prova de força entre as ideologias rivais que disputavam a hegemonia do mundo. Nela envolveram-se a Alemanha nazista e a Itália fascista, que apoiavam o golpe do general Franco e a União Soviética que se solidarizou com o governo Republicano. 


 Antecedentes da guerra




A Espanha ainda nos 30 era um anacronismo histórico. Enquanto a Europa ocidental já possuía instituições políticas modernas, no mínimo há mais de um século, a Espanha teimavam em manter-se como um oásis tradicionalista, governada pela "trindade reacionária": o Exército, a Igreja Católica e o Latifúndio. Trindade essa que tinha sua expressão última no apoio à monarquia bourbônica de Afonso XIII. A elite vivia nostálgica do seu passado imperial grandioso, a ponto de manter um excessivo número de generais e oficiais em relação às suas reais necessidades militares (1 general para cada 100 soldados, o maior percentual do mundo em época de paz).
A Igreja Católica, por seu lado, era herdeira do obscurantismo e da intolerância dos tribunais inquisitoriais dos tempos do Santo Oficio, uma instituição que condenara a modernidade como obra do demônio. E no campo, finalmente, existiam de 2 a 3 milhões de camponeses pobres, los braceros, submetidos às práticas feudais e dominados por uns 50 mil hidalgos, proprietário de metade das terras do país e que formavam os altos da pirâmide social da península.

Como resultado da grave crise econômica de 1930 (iniciada pela quebra da bolsa de valores de Nova York, em 1929), a ditadura do general Primo de Rivera, apoiada pelo caciquismo (sistema eleitoral viciado que sempre dava seus votos ao governo), foi derrubada e, em seguida, caiu também a monarquia. O Rei Afonso XIII, perdendo o apoio dos militares, foi obrigado a exilar-se em Paris e, em 1931 proclamou-se a República, logo batizada de "República de trabajadores".

A esperança era que doravante, com a mudança do regime, a Espanha pudesse alinhar-se com seus vizinhos ocidentais e marchar para uma reforma modernizadora. Que a República recém proclamada conseguisse a separação do estado da igreja e que introduzisse na constituição e no restante da sociedade as grandes conquistas sociais e eleitorais recentes, além de garantir o pluralismo político-partidário e a liberdade de expressão e organização sindical. Todavia o que se viu a seguir foi a vitória do tumulto e da desordem.

O país, especialmente os trabalhadores e camponeses, reprimidos por séculos, terminou por conhecer um cada vez mais violento enfrentamento de classes. A impotência da República em poder atender as demandas despertadas por todos os lados da sociedade, visto a profunda depressão econômica, provocou a frustração generalizada na sociedade espanhola. Com o ligeiro passar dos anos, as soluções violentas ganharam corpo. Ninguém na Espanha dos anos trinta acreditava que a democracia, desprestigiada em quase todas as partes, salvaria a nação da crise. 


 Os partidos políticos 




Os Comunistas, obedecendo a uma determinação do Comintern (a Internacional Comunista controlada pela URSS), resolveram unir-se aos socialistas, democratas e liberais radicais para compor uma Frente Popular para ascender ao poder por meio de eleições esperando com isso barrar a ascensão vertiginosa do nazi-fascismo. Como sempre, as Esquerdas estavam divididas em diversos partidos e organizações, entre as quais:
PSOE (Partido Socialista Obreiro Espanhol) - Socialistas
PCE (Partido Comunista Espanhol) - Comunistas
POUM (Partido Obreiro da Unificação Marxista) -Comunistas-trotsquistas
UGT (União Geral dos Trabalhadores) - Sindical Socialista
CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) - Sindical Anarquista
FAI (Federação Anarquista Ibérica) - Anarco-Sindicalista


Elas aliaram-se com os Republicanos (Ação republicana e Esquerda republicana) e mais alguns partidos autonomistas (Esquerda catalã, os galegos e o Partido Nacional Basco). Essa coligação venceu as eleições de fevereiro de 1936, dominando 60% das Cortes (O parlamento espanhol), derrotando a Frente Nacional, composta pelos direitistas.

A Direita, por sua vez, estava eleitoralmente agrupada na CEDA (Confederação das Direitas Autônomas), formada pelo partido agrário, pelos monarquistas e pelos tradicionalistas (carlistas) e, finalmente, pelos fascistas da Falange Espanhola (liderados por José Antônio, filho o ex-ditador general Primo de Rivera) e pela JONS, Juntas de Ofensiva Nacional-Sindicalista, chefiadas por Onésimo Redondo e Ledesma Ramos. 

  • C.E.D.A. - Confederação das Direitas Autônomas
  • Monarquistas - Partidários do retorno dos Bourbons
  • Tradicionalistas - Partido Carlista
  • Falange Espanhola - Partido fascista espanhol
  • Jons - Juntas de ofensiva nacional-sindicalista

  •  Fonte:Educa Terra.com.br