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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Imoralismo - Rede Globo mostra NU frontal no programa "Amor & Sexo"

 
Ridículo! Onde este mundo vai parar?

Assim como faz parte da agenda globalista, a imposição do feminismo, a instituição da homossexualidade como comportamento humano padrão e até superior, a legalização do aborto, da 'poliafetividade' (uma pessoa se unindo e morando com diversos parceiros), da pedofilia, e até da zoofilia , existe também uma frente em prol do naturismo, mas não apenas como estilo de viver nu na natureza, mas querem instituir este costume para as cidades, para qualquer lugar.

Muito brevemente, para você ser aceito pela sociedade, você deverá andar pelado!
Será normal e aceitável praticar atos sexuais ao ar livre.
Estes globalistas querem estabelecer um novo mundo totalmente sodomita e imoral!
E a mídia, como sempre, deve obedecer a agenda...
Vejam:

A estreia da sétima temporada do programa "Amor & Sexo" que foi ao ar nesta quinta-feira (3) teve uma abertura com dançarinos em nu frontal.

A apresentadora Fernanda Lima entrou dançando "Folia no Matagal" cercada de dançarinos e dançarinas com ternos, que tiraram as roupas ao final da apresentação.

Os jurados, que não sabiam que o nu frontal ocorreria, ficaram de queixo caído e o escritor Xico Sá chegou a brincar: "Estou chocado nada, na minha terra é assim".

A nova temporada de "Amor & Sexo", que será a última do programa, contará com Fernanda Lima como redatora e cantora além de apresentadora.

Fontes: http://televisao.uol.com.br - Libertar.in  E Lado Oculto Nova Ordem Mundial
 

sábado, 17 de agosto de 2013

Rede Globo e a Revolução Gramsciana: A agenda da Nova Ordem Mundial em ação

Como tenho dito ultimamente: toda revolução sempre gerou extermínio e a implantação de um novo sistema, de uma nova ordem! Isso é irrefutável! Temos inúmeros exemplos na história mundial: Rússia, China, Cuba, Alemanha Nazista, entre outros, só nos últimos 100 anos...


Hoje, não somente no Brasil, mas no mundo, vemos esta ideologia aflorar novamente...

É a Nova Ordem Mundial eugenista sendo estabelecida... ou você ainda acha que podemos construir o "paraíso na Terra"?

E claro, obedecendo aos seus patrões globalistas financiadores, a mídia tem trabalhado em prol disso...
 
Confira...
 

O programa “Globo Repórter” dessa sexta-feira mostrou que todo tipo de família é o máximo, a coisa mais linda do mundo. “Família é aquilo que cada um diz que é”, afirmou a psicóloga entrevistada. Mães sem pais, pais sem mãe, pai solteiro sozinho, vários agregados misturados vivendo sob o mesmo teto, casal separado super amiguinho onde o ex tem a chave da casa dela (e os filhos, por algum motivo, vivem alimentando a ideia de que eles podem reatar), tudo apresentado pela Zileide Silva. Bem progressista e moderno.
 

A única formação que ficou parecendo ultrapassada, retrógrada, reacionária, chata e careta é a de papai, mamãe e filhos. Revolução cultural gramsciana? Imagina… Para quem não conhece bem o que seja a estratégia de Gramsci para a tomada do poder pelos comunistas, recomendo uma resenha que escrevi em 2009 do ótimo livro do saudoso General Coutinho sobre o assunto. Abaixo, alguns trechos:
 

Muitos preferem acreditar inclusive no óbito da ideologia socialista depois da queda do Muro de Berlim e da União Soviética. Doce ilusão! O moribundo apenas recuou um pouco, fez algumas plásticas superficiais, mudou a embalagem, mas continua bastante vivo. As idéias de Gramsci serviram justamente para esta mudança tática, para a adaptação dos socialistas à nova realidade. Mas a meta continua a mesma: conquistar o poder e criar o “novo homem” e o “novo mundo”, onde a necessidade é coisa do passado burguês, as classes desaparecem e todos vivem felizes para sempre. Pode parecer incrível para alguns que esta utopia ainda possa conquistar tantos adeptos. Mas basta um olhar mais atento em volta para constatar que isso é fato: o socialismo ainda encanta muita gente. E com os instrumentos estratégicos fornecidos por Gramsci, o perigo aumenta exponencialmente.
 

[...]  
 
Será criado na sociedade um novo senso comum, que irá destruir a capacidade individual de bom senso. Alguns velhos conceitos podem ser preservados se forem “instrumentais”, bastando aprimorá-los para contribuírem também para a formação da nova mentalidade. Os meios de comunicação social (imprensa, radio e televisão) serão os principais canais de difusão do novo senso comum. Além destes, o setor editorial, a cátedra, o magistério, a expressão artística e o meio intelectual tradicional serão importantes veículos dessa transformação. Assim como a estratégia atribuída a Goebbels no nazismo, os argumentos serão repetidos ad nauseam, através de uma “orquestração”.
 

O sistema defensivo da burguesia deverá ser neutralizado. Entre as principais instituições alvos, estão os partidos políticos, o parlamento, a classe empresarial, a Igreja, as forças armadas, o aparelho policial e a família. Como explica o autor, “o empreendimento de neutralização é complexo e é conduzido pelo amplo trabalho psicológico, político e ideológico que realiza o esvaziamento do moral do elemento humano das organizações burguesas, de tal modo que elas perdem o seu valor funcional e ético perante a sociedade civil”. Serão utilizadas táticas como o “denuncismo”, isolamento, constrangimento e inibição, patrulhamento, penetração ideológica e infiltração de intelectuais. Trata-se de uma batalha longa, que exige paciência, mas que cria as condições necessárias para a tomada do poder.
 

[...]
 

Ao término do livro, o general Avellar Coutinho oferece alguns sinais do avanço da estratégia gramscista no Brasil, que não podem fugir aos olhares mais atentos. Os mais jovens não notam a mudança cultural porque não conheceram os valores antigos, e os mais velhos encaram as modificações como “naturais” ou “espontâneas”, ignorando a “penetração cultural” bem conduzida pelos intelectuais orgânicos. Em primeiro lugar, temos o conceito de “politicamente correto”, que passou a dominar qualquer debate e ofuscar a livre opinião ou independência intelectual. Trata-se de “socialização” da opinião, e o patrulhamento ideológico é uma poderosa arma nesse sentido. Além disso, o conceito de legalidade está sendo substituído pelo de “legitimidade”, esvaziando as normas e leis em troca das “reivindicações justas”. Invadir terras ou saquear estabelecimentos passam a ser atos “legítimos”, pois representam um passo na luta pela “justiça social”.
 

Existem outros exemplos, como o ataque aos valores familiares tradicionais, o uso manipulado da questão racial para negar a tolerância multirracial burguesa, o uso dos “direitos humanos” como proteção ao criminoso, identificado como vítima da “sociedade burguesa”, enquanto a vítima real é tratada com indiferença por ser identificada geralmente como burguês privilegiado, a “satanizarão” do “bandido de colarinho branco”, identificado como burguês corrupto e fraudador do povo, a utilização da “opinião pública” como critério de verdade maior que a própria lógica, o uso da ecologia como projeto superior ao desenvolvimento econômico ou mesmo o ecoterrorismo para atacar o progresso capitalista, etc.
 

O diretor do Instituto Liberal, Bernardo Santoro, capturou bem o espírito da crítica:
 

Eu cresci em uma família de pais separados e sempre digo que acho qualquer modelo diferente do tradicional algo péssimo pros filhos. Eu sou um defensor da liberdade de casamento e da liberdade das formas de família por achar que não tenho o direito de impor meu modelo de vida pras pessoas, mas achar bonito esses modelos que apareceram na globo, não acho não.
 

Uma coisa é defender a liberdade de formas familiares, outra coisa é glamourizar esses modelos. Acho que a Globo errou a mão.
 

Exato. Como liberal, eu defendo o direito de as pessoas viverem de forma diferente. Claro, desde que respeitados os direitos dos outros, principalmente os interesses das crianças envolvidas. Mas esse não é o ponto em questão. O problema é essa glamourização do “diferente”, só por ser diferente. E quanto mais diferente, mais legal, pois não podemos ser “intolerantes”, “preconceitusos”. Essa perda da capacidade de julgar de forma minimamente objetiva é a desgraça de nosso tempo.
 

E os maiores prejudicados, como sempre, não são os membros da elite relativista, e sim os mais humildes da periferia, que pagam um preço bem elevado por essa degradação moral e esse relativismo disseminado de cima para baixo. A família tradicional sempre foi, com todos os seus possíveis defeitos, um obstáculo aos avanços do estado totalitário. Por que será que a esquerda bate tanto nessa instituição?
 

Por Rodrigo Constantino

FONTE: Libertar.in