Mostrando postagens com marcador cientistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cientistas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Híbridos de pessoas e de animais: a catástrofe dos nossos dias


















Cientistas em vários países criam híbridos fantásticos de pessoas e de animais que podem lançar o pânico na sociedade. Apenas nos últimos 10 anos, o progresso no campo da engenharia genética espantou os cientistas e simples observadores.
Hoje, a criação de novas formas de vida tornou-se acessível mesmo a estudantes em condições caseiras. Infelizmente, as leis não conseguem acompanhar os jogos dos cientistas.
Francesco Sambo
Foto: skarabokki.deviantart.com
Por sua vez, estas novas formas de vida não são ilegais, mas podem representar perigo para a sociedade. É impossível prever o que acontecerá se elas começarem a multiplicar-se, mas os cientistas de todo o mundo querem apenas descobrir a sua nova criação para o mundo: descobrir aquilo que ainda recentemente parecia ser fantasia absoluta.
Podemos apresentar o seguinte exemplo: os cientistas criaram um rato com um cromossoma humano artificial. Isto é considerado um avanço que pode levar a novas formas de tratamento de toda uma série de doenças. Segundo a página do Lifenews.com, cientistas da Universidade de Wisconsin conseguiram grandes êxitos na transplantação de células do embrião humano no cérebro de ratos. As células começaram a crescer e, com o tempo, os ratos tornaram-se mais inteligentes. Esses ratos podem encontrar saída de um labirinto e aprender sinais convencionais mais rapidamente do que antes dos transplantes.
Francesco Sambo
Foto: skarabokki.deviantart.com
Coloca-se uma questão: a prática de transplantação de tecidos humanos para animais trará mais vantagens do que riscos? Hoje, já é evidente que a criação de órgãos humanos no interior de animais não é ficção científica, mas realidade pura. Os cientistas japoneses começaram a utilizar leitões para criar órgãos humanos, o que demora até um ano a realizar.
Segundo o Infowars.com, o principal objetivo neste caso é aumentar a quantidade de órgãos para as necessidades da medicina. Mas o governo japonês coloca outras tarefas: neste momento, prepara leis que permitem começar investigações ligadas a embriões.
A página Thetruthwins.com assinala que, se um órgão humano começa a crescer dentro de um leitão, este já não é 100% um leitão, e um órgão humano que cresce dentro de um leitão não pode ser considerado um órgão humano a 100%. Os receptores desses órgãos devem concordar com a transplantação de órgãos híbridos do homem e do animal no seu organismo.
As consequências da criação de híbridos poderão ameaçar a sociedade tanto hoje, como no futuro, mas o principal perigo consiste na impossibilidade de prognosticar as consequências da perda de controle de semelhantes híbridos.
Francesco Sambo
Foto: skarabokki.deviantart.com
Mais preocupante ainda é o fato de a maioria dos países não ter leis que limitam a criação de semelhantes seres, o que permite produzi-los sem controle. Mais, não se prevê penas se esse ser animal provocar prejuízo às pessoas que vivem em redor.
Existe a opinião de que os animais utilizados para a criação de órgãos humanos neles são mais uma via para a destruição da natureza. Em 2011, o jornal DailyMail informou que cientistas britânicos tinham criado mais de 150 embriões do homem e de animais, mas os leitores não se preocuparam com isso.
Outros exemplos foram citados na revista Slate: cabras que produzem leite humano, uma estrutura anatômica anal transplantada num rato e doutores que criam um sistema imunitário humano para animais. Mas isto são apenas os projetos que conhecemos. É possível que existam outros por enquanto desconhecidos. Um híbrido do homem e de um animal é possível, mas continua a discussão de se são mais as vantagens do que os riscos potenciais.
Francesco Sambo
Foto: skarabokki.deviantart.com

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A vida humana teve origem no barro, estudo científico confirma


Noticia Gospel A vida humana teve origem no barro, estudo científico confirma
A narrativa bíblica para o surgimento da vida humana na Terra explica que Deus formou o homem a partir do pó da terra, soprando o fôlego de vida em suas narinas após concluir o corpo.

Cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York, revelaram uma descoberta que vai no mesmo sentido do Gênesis. De acordo com seus estudos, alguns tipos de argila facilitaram a formação de moléculas orgânicas que possibilitam a vida no planeta.

A notícia, veiculada pelo RT News, informa ainda que a argila contém alumínio, silício e oxigênio, compostos minerais que teriam contribuído na formação de uma substância chamada “hidrogel”, um polímero que forma um conjunto de espaços microscópicos que funciona como uma esponja, capaz de absorver líquidos originários nas reações químicas da síntese de proteínas que ocorrem no DNA e nas células vivas.

“Nós sugerimos que nas origens da história geológica, o hidrogel exerceu uma função de confinamento das biomoléculas, catalisando a reação bioquímica" declarou o professor de engenharia biológica e ambiental Dan Luo, pesquisador da Universidade de Cornell.

Seu estudo se estendeu ao teste da hipótese levantada teoricamente, e usando hidrogéis sintéticos com aminoácidos, enzimas e material celular formando o DNA que codifica a proteína, chegou à conclusão de que esta substância pode ser gerada em condições naturais da argila.

Os testes revelaram ainda que os hidrogéis formados da argila podem ser uma alternativa segura e protegida para moléculas orgânicas, prevenindo a sua degradação por influência externa, até que a membrana que envolve as células vivas seja desenvolvida o suficiente para criar a “sopa primordial” e proporcionar o surgimento da vida.

Fonte: http://noticiasgospel.guiadoplaneta.com/noticias-tecnologia-informatica/vida-humana-origem-barro-estudo-cientifico

terça-feira, 25 de junho de 2013

Pesquisadores pretendem cultivar órgãos humanos em organismos de animais


Cientistas japoneses planejam implantar órgãos de animais a pessoas doentes. O Conselho de Política de Ciência e Técnica junto do governo do Japão recomendou que os ministros autorizem pesquisas de pleno valor nesta esfera. Tal significa que no futuro, por exemplo, os porcos, animal anatômica e geneticamente mais próximo dos humanos, podem tornar-se doadores mais demandados de órgãos.


Pesquisadores pretendem cultivar órgãos humanos em organismos de animais, que, posteriormente, podem ser implantados aos necessitados.

A votação deste projeto está marcada para julho. Se os ministros apoiarem a iniciativa, será preciso introduzir emendas na lei que vigora no Japão a partir de 2001. O documento proíbe completamente a clonagem humana, prevendo pela sua violação até dez anos de prisão. 

Experimentalmente, cientistas japoneses já cultivavam órgãos humanos em animais, mas não foi prevista sua implantação em pessoas, diz Serguei Kiselev, genético e professor da Academia de Ciências da Rússia:

“Por enquanto seria prematuro falar sobre os perigos que nos possam esperar, porque as experiências de transplantação desses órgãos mesmo a outros animais que podem modelar o organismo humano não foram feitas. Mas eu considero que esta tecnologia seja muito prometedora. É pouco provável que nos próximos tempos possamos cultivar tais estruturas fora do organismo, enquanto os animais especialmente preparados são capazes de criar tais órgãos dentro de si.”

Na realidade tudo aparece assim: células-tronco humanas são induzidas no embrião de um animal. Posteriormente, este embrião é introduzido numa fêmea que faz nascer uma cria com um órgão humano que pode ser transplantado. As semelhantes experiências foram realizadas com êxito neste ano em porcos. Estas experiências são tão contraditórias que mesmo as opiniões de defensores de animais se dividiram. Por exemplo, a presidente do Centro de Proteção dos Direitos de Animais “Vita”, Irina Novozhilova, censurou duramente tais experiências. Ao mesmo tempo, a diretora do Fundo Internacional de Proteção de Animais (IFAW), Maria Vorontsova, destacou que se trata de verdadeira revolução na medicina:

“Quando se trata de salvação de vidas humanas, a transplantação é necessária. É um fato que muitas pessoas foram salvas anteriormente com a ajuda de válvulas cultivadas em porcos e muitas delas vivem com elas. Por isso, este processo é justificado, se ele faz-se com métodos humanos.”

 Levando em consideração os problemas éticos, ligados inevitavelmente a tais experiências científicas, pesquisadores propõem limitar rigorosamente o número de autorizações de cultivar órgãos humanos deste modo. Cada pedido será analisado pormenorizadamente antes de tomar a respetiva decisão. Entretanto, por enquanto é apenas uma teoria. Atualmente, tudo depende da resolução do governo do Japão.