Mostrando postagens com marcador mercenários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercenários. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Falsa bandeira: Jihadista do EI que decapitou jornalista tinha SOTAQUE BRITÂNICO

A verdade é que a CIA (globalistas ocidentais) contrata britânicos, franceses, espanhóis, turcos, de aparência árabe, para agirem em nome destes grupos jihadistas. Esta encenação de falsa bandeira para provocar guerras já está mais do que manjada!

Serviços de inteligência da Grã-Bretanha estão trabalhando para identificar um homem com sotaque britânico que aparece em um vídeo — cuja autenticidade não foi verificada — que mostra a decapitação do jornalista americano James Foley.

O chanceler britânico, Philip Hammond, admitiu em entrevista à BBC que o militante soava como um britânico. Ele observou que o envolvimento de um número significativo de cidadãos britânicos na Síria e no Iraque é "uma das razões pelas quais este grupo representa uma ameaça direta à segurança nacional da Grã-Bretanha".

O vídeo, divulgado pelo grupo autodenominado EI (Estado Islâmico) na internet, mostra a decapitação de Foley, 40, que desapareceu há quase dois anos quando trabalhava na Síria.

A gravação, intitulada "Uma Mensagem para a América", mostra um homem identificado como James Foley em uma vestimenta laranja, de joelhos, com uma paisagem desértica ao fundo, ao lado de um homem encapuzado vestido de preto.

Ele passa uma mensagem à família e relaciona sua iminente morte ao recente bombardeio americano no Iraque para combater o EI no norte do país.

Evidentemente coagido, ele diz: "Peço aos meus amigos, família e amados que se manifestem contra os meus verdadeiros assassinos, o governo dos EUA, porque o que irá acontecer comigo é somente o resultado da complacência e da criminalidade deles".

Nesse ponto o militante mascarado, que fala inglês com sotaque britânico, envia um alerta ao governo americano: "Vocês não estão mais lutando contra uma insurgência. Somos um Exército Islâmico e um Estado que foi aceito por um grande número de muçulmanos em todo o mundo".

E dirigindo-se ao presidente americano, Barack Obama: "Qualquer tentativa sua, Obama, de negar aos muçulmanos o direito de viver em segurança sob o califado islâmico resultará em derramamento de sangue do seu povo".

Após a fala, o militante começa a cortar o pescoço do refém, e o vídeo escurece. Em seguida o corpo é visto no chão com a cabeça sobre ele.

Outro refém, identificado como o jornalista americano Steven Sotloff, é visto ao final da gravação. "O destino deste cidadão americano, Obama, depende da sua decisão", alerta o homem encapuzado. Sotloff foi sequestrado há um ano no norte da Síria, perto da fronteira com a Turquia.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, cancelou o restante de suas férias e retornará a Londres. Ele disse que, se confirmada, a morte de Foley é chocante.

A porta-voz do Conselho de Segurança da Casa Branca, Caitlin Hayden, afirmou que, se o vídeo for genuíno, o governo americano está "chocado com o assassinato brutal de um jornalista americano inocente".

Mãe 'orgulhosa'

A mãe de Foley, Diane, disse no Facebook estar orgulhosa de seu filho. "Ele deu sua vida tentando expor ao mundo o sofrimento dos sírios", disse a mãe, na rede social.

Diane também pediu que os militantes libertem os outros reféns. "Como Jim, eles são inocentes. Eles não têm controle sobre a política do governo americano no Iraque, na Síria ou em qualquer lugar no mundo", escreveu.

Foley trabalhou em todo o Oriente Médio, a serviço da publicação americana Global Post e outras empresas, como a agência de notícias francesa AFP.

Ele cobriu a guerra na Líbia, quando ficou detido por mais de 40 dias. "Sou atraído pelo drama do conflito e por tentar expor estas histórias desconhecidas", disse ele à BBC em 2012.

"Há violência extrema, mas há uma vontade de saber quem estas pessoas realmente são. E creio que isto é o que é realmente inspirador."

O grupo Comitê para a Proteção de Jornalistas estima que 20 jornalistas estão desaparecidos na Síria. A organização acredita que muitos estejam sendo mantidos reféns por militantes do EI.

Anteriormente conhecido como Isis, o EI é um grupo extremista sunita que lidera uma insurreição na região. Com a ajuda de uma poderosa campanha na internet, o EI anunciou o estabelecimento de um califado em partes do Iraque e do leste da Síria.

Os militantes islâmicos são acusados de matar centenas de pessoas em áreas sob seu controle. A violência já expulsou cerca de 1,2 milhão de pessoas de suas casas no Iraque.

Seguindo uma doutrina extremista do Islã sunita, o grupo persegue minorias não muçulmanas como os cristãos e os yazidis, além dos muçulmanos xiitas, que considera hereges.

Notícia: R7 e Libertar.in

sábado, 12 de outubro de 2013

Denúncia - Agnelo Queiroz, governador do DF-PT, é acusado de manter quadrilha de fakes no facebook e em toda web.

O petista estaria bancando uma "quadrilha virtual" que se focava em espalhar falsas notícias sobre adversários políticos do governador do Distrito Federal. Denúncia

Depois de um tempo sem uma grande matéria que reverbere na mídia, o CQC destacou nesta segunda-feira uma reportagem que apresenta graves acusações contra Agnelo Queiroz. Segundo a apuração de Oscar Filho, o petista estaria bancando uma “quadrilha virtual” que se focava em espalhar falsas notícias sobre adversários políticos do governador do Distrito Federal. O vídeo com o trabalho completo segue abaixo:

Entre outras coisas, o CQC aponta que:
  • A quadrilha de “fakes” era bancada com dinheiro público.
  • A denúncia foi feita por uma das pessoas contratadas para participar do trabalho sujo.
  • “Agnelo é chefe de uma quadrilha especializada em dilapidar os recursos públicos.” As aspas pertencem à deputada distrital Celina Leão, do PDT.
  • Os ataques tantas vezes atingiam primeiramente todos aqueles que apresentavam denúncias contra o governo do DF.
  • O esquema era terceirizado por uma agência de propaganda contratada por Agnelo com a Sarkis Comunicação, que tinha a responsabilidade de tocar o trabalho.
  • Sérgio Diniz e Rosa Sarkis, proprietários da Sarkis Comunicação, davam as ordens para o trabalho ser feito.
  • O deputado federal Fernando Francischini (SDD/PR) foi acusado pela quadrilha de ser chefe de um grupo de extermínio, notícia falsa essa que foi plantada num site americano em inglês. Após traduzido, foi enviado para um blog falso assinado por uma jornalista também falsa.
  • Os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB/DF) e Cristovam Buarque (PDT/DF) foram também vítimas dos perfis falsos.
O programa buscou um depoimento da empresa envolvida e do próprio governador. Em ambos os casos, em vão.

Vejam ao vídeo:


Quem ainda se surpreende com isso? Vejamos: mentiras, fraudes, provocações de parquinho, difamações, além de um empilhamento absurdo de mentiras. Tudo, é claro, movido por fakes empolgadíssimos. Como não poderia deixar de ser, tudo alimentado por dinheiro público.

Mas a coisa vai muito além de Facebook. Temos o YouTube, o Twitter, os blogs e todos os demais canais da rede social. Claro que também temos editores da Wikipedia. E, obviamente, aqueles que participam nos comentários de notícias de sites de grande porte, como UOL, Terra e outros.

Dei uma gargalhada aos 7:10, quando o promotor Mauro Faria de Lima disse que nunca havia visto isso antes.

Eu não posso me dar ao luxo de nutrir espanto semelhante ao do promotor. Como eu sou um investigador de fraudes intelectuais de esquerdistas, inclusive na Internet, vejo isso quase todos os dias.

E tudo isso vem do partido que pensa dia e noite em “controlar” a Internet e a mídia.

Fontes: http://www.implicante.org/http://www.libertar.in/
 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Dinheiro do petróleo e da grande mídia financia o Greenpeace. Rockefeller’s se destacam com US$ 1,15 milhões


Já comentei em outros artigos que as pessoas mais ricas do mundo sempre patrocinam grupos esquerdistas justamente porque a ideologia esquerdista aumenta o poder do estado favorecendo estes ricaços que estão no topo da pirâmide.


* Socialismo Fabiano – Os Milionários por trás do Esquerdismo * Mulher denuncia Organizações Socialistas Fabianas Milionárias que financiam o Feminismo (Video)

O Greenpeace é um grupo que raramente demonstra possuir algum posicionamento político, porém seus discursos podem facilmente ser enquadrados como esquerda já que não perdem a oportunidade de culpar o capitalismo malvadão.


No final todos estes movimentos ecológicos acabam sendo de esquerda, pois o discurso segue sempre o mesmo padrão.

 
Agora veja as informações que foram disponibilizadas pelo Libertad Digital

A organização ecologista mais famosa do mundo recebe doações de grandes magnatas do petróleo, do setor automotivo e da mídia. O caso mais gritante é o dos Rockefeller — acionistas e fundadores de petrolíferas como a Exxon Mobil. Sua fundação financiou o Greenpeace com mais de um milhão de dólares.

 

Por Manuel Llamas, no blog Libertad Digital
 

O Greenpeace, a organização ecologista mais famosa e, possivelmente, poderosa do mundo, é financiado por meio de doações voluntárias, que seus membros realizam anualmente. 

Segundo rezam seus estatutos, a fim de “manter sua total independência, o Greenpeace não aceita dinheiro procedente de empresas, governos ou partidos políticos. Levamos isso muito a sério e controlamos e devolvemos os cheques quando são provenientes de uma conta corporativa. Dependemos das doações de nossos simpatizantes para levar a cabo nossas campanhas não violentas para proteger o meio ambiente”.
 

Entretanto, tal lema não inclui as generosas doações que habitualmente a organização recebe de grandes fundações e organismos sem fins lucrativos que, curiosamente, pertencem a grandes famílias e magnatas vinculados ao petróleo, ao sistema financeiro, aos meios de comunicação e, inclusive, à indústria de automóveis.
 

Como assim? A ONG ambientalista por excelência financiada com dinheiro gerado por alguns dos setores produtivos mais contaminantes do planeta? Uma investigação mais apurada nas opacas contas desta organização revela grandes segredos e, sobretudo, muitas surpresas.
 

O Greenpeace conta com múltiplas filiais, espalhadas por todo o mundo, mas uma das mais poderosas e influentes é, sem dúvida, a sede estabelecida nos Estados Unidos. A franquia do Greenpeace local conta com quatro fachadas: Greenpeace Foundation, Greenpeace Fund Inc., Greenpeace Inc. e Greenpeace Vision Inc..
 

O projeto Activist Cash, criado pelo Center for Consumer Freedom — uma importante associação de consumidores estadunidenses —, revela algumas das fontes de financiamento mais polêmicas deste grupo apologista da ecologia.
 

O projeto surgiu com a ideia de levantar informações sobre o perfil e os recursos econômicos dos grupos anticonsumo. E, como não podia deixar de ser, a entidade dedica um espaço exclusivo para o Greenpeace. Segundo o Activist Cash, o Greenpeace recebeu importantes doações das seguintes fundações, tal e como revela o gráfico abaixo:


Agora, quem são estes grupos? São fundações que pertencem a algumas das famílias mais ricas do mundo, cujas fortunas procedem dos negócios do petróleo, do setor automotivo e os grandes grupos de comunicação estadunidense. O blog Desdeelexilio investigou estas cifras para conferir a quantia e a veracidade de tais doações e o resultado é o seguinte:
 

O fluxo de dinheiro entre as franquias do Greenpeace com sede nos Estados Unidos é constante. A legislação americana obriga estes organismos a apresentarem anualmente uma declaração de impostos na qual figuram as rendas e as despesas.
 

A informação anual do pagamento de impostos de tais filiais se encontra nos denominados IRS Form 990 (Return of Organization Exempt From Income Tax). Em tais documentos oficiais, aparecem em detalhes algumas das tais doações ao longo dos últimos anos.
 

Rockefeller Brother´s Fundation: US$ 1,15 milhões de dólares
 

De 2000 a 2008 a fundação da família Rockefeller financiou o Greenpeace com US$ 1,15 milhões. A fortuna dos Rockefeller procede dos negócios petrolíferos.
 

John D. Rockefeller fundou a empresa Standard Oil, que chegou a monopolizar o negócio do petróleo no princípio do século 20. Entretanto, o governo dos Estados Unidos acusou a empresa de monopólio e decretou sua divisão em 34 empresas, embora os Rockefeller mantivessem sua presença nas mesmas.
 

A mais famosa é, atualmente, a Exxon Mobil Corporation, uma das maiores multinacionais petrolíferas do mundo. Os descendentes de John D. Rockefeller são acionistas da Exxon Mobil. Embora minoritários, possuem todavia uma grande influência e peso na empresa. Os Rockefeller também têm ou tiveram presença em grandes bancos como o JP Morgan Chase & Co (Chase Manhattan Bank), o Citybank, que, por sua vez, possuem participações em grandes petrolíferas internacionais.

Marisla Foundation: US$ 460 mil

Tal fundação também é conhecida sob o nome de Homeland Foundation. Foi fundada em 1986 pela poderosa família Getty. J. Paul Getty fundou a petrolífera Getty Oil, agora nas mãos da russa Lukoil.

Turner Foundation: US$ 450 mil
A Turner Foundation foi criada por Robert Edward Turner em 1990. Ted Turner é um dos grandes magnatas da comunicação nos Estados Unidos, dono de conhecidas cadeias de televisão como CNN, TNT e AOL Time Warner, entre outras coisas. Doou em apenas três anos US$ 450 mil ao Greenpeace.

Charles Stewart Mott Foundation: 199.000 dólares

Charles Stewart Mott foi o pai do terceiro grupo industrial automotivo do mundo, a General Motors. Antes de declarar-se falida, em junho de 2009, esta indústria fabricava seus veículos sob marcas tão paradigmáticas e pouco contaminantes como Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e o famoso Hummer, que participa da ocupação do Iraque sob o nome de Humvee.


No fim das contas, não deixa de ser supreendente que uma das organizações ecologistas mais ativas contra a emissão de CO2 na atmosfera aceite suculentas somas de dinheiro de algumas das principais referências mundiais do setor petrolífero e automobilístico. Sobretudo, se for levado em consideração que o Greenpeace realiza campanhas que acusam os céticos da mudança climática de receberem dinheiro do setor petrolífero e de grandes empresas industriais.
 
Comentários

Os magnatas da indústria do petróleo são os mais interessados em combater o livre mercado capitalista, pois eles sabem que estão surgindo novas indústrias de energia limpa e independente do petróleo.

É lógico que muitas pessoas estão correndo para pegar o monopólio da energia limpa antes que outros peguem. Este é o livre mercado, isto é a malvadona concorrência.

Veja a Ford por exemplo. Esta empresa pertence a uma das famílias mais ricas do mundo e a Fundação Ford não deixa de patrocinar grupos esquerdistas. Porém, por mais que adorem apoiar tudo de pior que existe no mundo, eles foram obrigados a iniciar a produção de carros elétricos antes que outras pessoas o façam.
* Carros elétricos Ameaçam a industria do Petróleo



Hoje, quem entra em uma concessionária Ford na procura por um Fusion, encontra três opções de motor: um 2.5 Flex de 175 cv, um 2.0 turbo de 240 cv e um híbrido 2.0 que chega a render 190 cv com a combinação dos dois propulsores (combustão e elétrico).
O Ford Fusion Hybrid foi o último da gama a chegar ao Brasil e hoje é vendido por R$ 125 mil enquanto que nos EUA é vendida por uma média de 30 mil dólares.


No Brasil, outra opção de veículo híbrido é o Prius, da Toyota, que é vendido hoje por R$ 120 mil.

Ao mesmo tempo os Rockefeller’s, principais interessados em vetar a produção de carros ecológicos, patrocinam o Greenpeace que, teoricamente seriam contra a indústria do petróleo. Isto é muito suspeito, não acham?

Via: http://liberdadeeconomica.com E Libertar.in

domingo, 6 de outubro de 2013

Danilo Gentili e Roger trocam farpas com 'Dilma Bolada' no Twitter

Mais um mercenário...

Dentre tantos movimentos 'populares' mercenários de protesto, tantos ativistas e sites pagos para trabalharem para o governo, e até pago com dinheiro estrangeiro de milionários globalistas (mostramos e denunciamos vários aqui, como por exemplo, os sites Ópera Mundi, Anonymous Brasil e A Pública). 

Agora até um página fake do Facebook também é custeada com dinheiro público para fazer campanha publicitária para Dilma e o PT.
Na época, foi nítida a mudança da página "Dilma Bolada', que antes era para tirar sarro da Dilma, agora faz humor chapa branca, sem ofende-la. Isso foi nítido.

E ainda tem gente que nega esta realidade denunciada com diversas evidências...
Tem que ser muito cego, burro, ou um militante que sofreu muita lavagem cerebral para achar que ainda existe movimento político (pró-governo) legítimo, que não seja financiado por alguém.

Confira...

Uma brincadeira do humorista Danilo Gentili no twitter gerou uma discussão de mais de uma hora na noite dessa sexta-feira (4) com o perfil “Dilma Bolada”, fake assumido da presidente da República Dilma Rousseff. Os ânimos se acirraram de tal modo que, em determinado momento, as trocas de farpas deram lugar a acusações sérias. Gentili afirmou no microblog que o perfil Dilma Bolada é pago com dinheiro público, dos contribuintes. Ou seja, pelo governo federal.


“Como você se vendeu por dinheiro público, eu que estou pagando essas suas twittadas (sic)”. “Eu twitto (sic) de graça – não tem grana de contribuinte me pagando”. “Você se vendeu pelo dinheiro que eu e todo mundo aqui ganha debaixo de árduo suor”. “O governo toma o fruto do nosso suor com impostos e o @diLmabr recebe uma parte disso” foram algumas das mensagens postadas por Gentili.







Fazendo as vezes de presidente, como tem sido desde que criou a sátira, Dilma Bolada escreveu: “Não tenho culpa se o Bolsa Família dele não chegou, eu hein… isso é com a prefeitura”, transformando o programa de distribuição de renda do governo federal como uma espécie de “cala-boca” de desafetos.

Mais cedo, o fake Dilma Bolada já havia discutido com o cantor Roger, da banda Ultraje a Rigor, também pelo twitter. Após postar que estaria de verde para “zoar” a ex-senadora Marina Silva, que não conseguiu o registro de seu partido Rede Sustentabilidade para disputar as eleições de 2014, Dilma Bolada foi chamada de “vendido” pelo cantor. Ao invés de responder a acusação, o fake preferiu sair pela tangente e perguntou se Roger estava leiloando alguma coisa. Mais tarde, insinuou que o cantor poderia estar sendo pago por Marina para “defendê-la”


A atitude do fake mereceu críticas do jornalista Sandro Vaia, ex-diretor de redação da revista Afinal, do Jornal da Tarde e do Estado de S. Paulo. “Danilo Gentili é um humorista. Dilma Bolada é um serviçal. Não existe humor a favor. Só no Brasil”, escreveu Vaia em sua conta no twitter.
Afinal, como vive a Dilma Bolada?

O perfil Dilma Bolada foi criado pelo publicitário carioca Jéferson Monteiro, de 23 anos, durante as eleições de 2010, que conduziram Dilma Rousseff à Presidência da República. Se no início as postagens podem mesmo ter sido feitas somente por brincadeira, aos poucos o perfil foi se tornando uma fonte lucrativa de renda para Jéferson.


Embora sempre tenha negado que seu trabalho seja custeado pelo governo federal ou mesmo pelo PT, a dedicação de Jéferson à Dilma Bolada no twitter, Facebook e no site www.dilmabolada.com gera dúvidas. Em 2012, ele foi convidado para trabalhar na produtora de vídeos Bananeira Filmes, de Vania Catani, como gestor de redes sociais. Entretanto, pelo número de postagens feitas no perfil da produtora no Facebook (quando muito uma por dia), se comparado à atividade constante de Jéferson para escrever em nome da “Bolada” (vários posts diários), era nítido que o jovem se dedicava mais ao “lazer” que ao trabalho.


A relação entre Dilma Bolada e Bananeira Filmes pode ser explicada pela estreita ligação entre a produtora e o governo federal. O filme O Palhaço, estrelado por Selton Mello foi exibido no Palácio do Planalto em sessão especial, que contou com a presença de artistas e da própria presidente, que não satisfeita em assistir o filme, deu um depoimento bastante elogioso, usado pela Bananeira em seu canal no Youtube como forma de promoção.

 

Estranhamente, apesar de toda essa ligação, Jéferson deixou a Bananeira Filmes no último mês de julho e, desde então, ninguém sabe dizer onde ele trabalha ou do que vive. Sua Dilma Bolada lhe rendeu fama, certamente. Volta e meia o jovem posta fotos em redes sociais de eventos e palestras que participa pelo Brasil contando a história da criação de seu fake.


Em entrevista concedida para o site Diário do Centro do Mundo, Jéferson declarou que não é chapa branca, “é chapa quente”. Se disse apartidário e reiterou que não recebe nada do PT. 

“Não aceitaria de maneira nenhuma que ninguém interferisse na minha linha editorial”. Apesar das declarações, em seu primeiro encontro (ao menos oficialmente) com a presidente, Jéferson atuou, como chamam no humor, de “escada”: levantou para que Dilma cortasse. No retorno oficial da presidente ao twitter, seu fake fez perguntas bastante óbvias e todas de interesse do governo, como o caso de espionagem dos Estados Unidos no Brasil e o programa Mais Médicos.

A Bolada sempre trabalha com a intenção de passar uma imagem feminina e humana de Dilma Rousseff. Não à toa, inúmeras pesquisas confiram que esta é a principal fraqueza da presidente. Se em 2010 o que se buscou foi trabalhar a ideia de mulher séria e durona, pronta para ser a primeira presidente da história do Brasil, agora, para sua reeleição, o objetivo é exatamente suavizar essa imagem, mais agradável aos eleitores.


Que a Dilma Bolada é um sucesso, ninguém discute. Seu humor é ácido, irônico e faz as pessoas rirem. No entanto, todas as dúvidas suscitadas não apenas por Roger ou Danilo Gentili, mas pela maioria dos seguidores do fake nas redes sociais merecem uma resposta mais adequada que meras tiradas sarcásticas. Assumir que, a partir de determinado momento, seu trabalho foi custeado pelo PT ou mesmo pelo governo federal, desde que nos ditames da lei, não é nenhum problema. O problema reside em querer se passar por algo que realmente não é. Como se o ato de ser fake tivesse inspirado tanto o criador a ponto de se tornar uma sátira de si mesmo.


Fonte: www.bhaz.com.br/ -- www.Libertar.in E Lado Oculto Nova Ordem Mundial