sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Controle remoto para cães é desenvolvido por pesquisadores norte-americanos

Até onde vai os pensamentos dos homens?

Eles sempre tentam mostrar um suposto "lado bom" da coisa, mas o outro lado nunca mostram.

Imagine pessoas usando esse tipo de equipamento para fazer os animais de 'animais bomba'? Ou qualquer outra coisa?

Outra coisa também é: E quando usarem em humanos?

Vish, vai ser um mundo pior que estar.

Leiam essa matéria:


O dispositivo consiste em um tipo de colete que, por meio de vibrações e emissão de som, consegue guiar os passos de cachorros.


“E se eu pudesse me sentar em um banco qualquer e fazer o animalzinho andar por controle remoto?”, alguém um pouco mais preguiçoso já deve ter imaginado. Pois saiba que pesquisadores do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Auburn (Alabama, EUA) desenvolveram um dispositivo capaz de emitir sinais a um tipo de colete canino, fazendo com que o cachorro obedeça a controles emitidos remotamente por seu dono.

E contenhamos os ânimos. Nada de alarmes inflamados por parte da alvoroçada comunidade defensora dos animais. Conforme explicam Jeff Miler e David Bevly, técnicos responsáveis por desenvolver o tal “controle remoto”, o autonomous canine guidance é composto basicamente por um motor de geração de som e de vibração, um receptor wireless, microprocessador e um aparelho de GPS (esses eletrônicos todos ficam presos ao “terno canino”, e não há, portanto, invasão alguma ao corpo do bicho).
 
Possíveis usos

Para que o consolidado melhor amigo do homem passe a responder adequadamente aos tais comandos, um treinamento precisa ser, antes, feito. E o sistema parece funcionar muito bem: os cachorros submetidos aos testes responderam corretamente aos estímulos feitos em 98% das vezes. É claro que ninguém em perfeitas condições físicas e psicológicas guiaria seu cão via controle remoto em um parque, deve-se esclarecer.

Também de acordo com as afirmações de Miler e Bevly, esse tipo de experimento visa aperfeiçoar um mecanismo de buscas – como excelentes farejadores, os cachorros seriam capazes de entrar em prédios em chamas ou desabados, por exemplo, trabalhando sumariamente em operações de resgate e buscas. Parece que, além dos motores de vibração e som e GPS, uma câmera poderá ser anexada ao colete receptor dos controles, estreitando ainda mais a relação entre os cachorros e seus respectivos treinadores.

 
Fonte: Science Daily
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