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domingo, 27 de julho de 2014

Grupos de esquerda fazem manifestação pró-palestina em São Paulo


Não querendo justificar nada, mas por que o mesmo não ocorre quando Cristãos são DEGOLADOS VIVOS por esses grupos terroristas? Por que não há também uma manifestação? Por que a grande mídia não da ibope para as atrocidades que grupos terroristas fazem com quem é Cristão?

Esses movimentos de esquerda não estão ai por apenas querer paz. Talvez as pessoas, que não tenha um vinculo político, queiram, mas grupo político e de esquerda não me convence. Há algo muito mais sinistro por trás disso...

Frisando que não sou a favor de nenhum lado. Em nenhuma guerra há ganhadores. Não devemos estar torcendo por um dos dois lados, como se isso fosse um jogo. Devemos é orar pelos inocentes que estão nesse meio. Esse caos é espiritual, então não devemos tomar partido para "torcer" por um lado, apenas orar pelos os inocentes.Tanto Palestinos quanto Judeus. Não devemos tomar raiva e ódio de um povo pelos atos que são de movimentos políticos, pois se fomos olhar bem grande parte da população de ambas as nacionalidades querem é paz e uma pequena parte concordam em fazer guerras. Isso por alguns fatores, como devoção extrema de sua RELIGIÃO e por politicagens. Isso já vem de tempos e tempos. Mais o povo em si não merecem o ódio de ambas as partes, como se isso fosse um simples jogo de futebol. O Messias (Cristo) jamais iria tomar partido em prol de um lado, mas sairia em defesa pelo inocentes, apenas iria afrontar os MOVIMENTOS POLÍTICOS por trás disso tudo, porque o Messias é amor e justiça, trazendo em si o retrato do Pai. 

Em uma guerra ninguém sai vencedor. Todos perdem vidas inocentes.

Que as matanças de Cristãos e essas guerrinhas ridículas tenham logo seu fim, pois religião alguma pode ditar quem e como é o Criador e Pai de todos e tudo. 

Por: Jessé Santos 

Confira:

Cerca de mil pessoas realizaram um protesto neste domingo pela Palestina Livre e o fim dos bombardeios na Faixa de Gaza na região do Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo.

A manifestação começou por volta das 11 horas em frente ao Monumento às Bandeiras e seguiu em passeata até o parque do Ibirapuera. O ato foi pacifico.

O protesto foi organizado pela Frente em Defesa da Luta do Povo Palestino, que reúne palestinos, simpatizantes, partidos de esquerda como PSTU e movimentos sociais como MST e MTST.

Mais de mil palestinos, em sua maioria civis, morreram em ataques de Israel desde o ínicio dos confrontos entre o exército israelense e o grupo Hamas, há cerca de 20 dias. 


Informação de: http://noticias.band.uol.com.br/

sábado, 11 de janeiro de 2014

Morre Ariel Sharon. Profecia rabínica se cumprirá?

Ariel Sharon, Israel, política, primeiro-ministro, morte

Nos últimos oito anos, encontrava-se em estado de coma devido a um forte acidente vascular. Durante esses anos, ele nunca recuperou os sentidos.

* Profecia de um famoso rabino, muito respeitado em Israel, afirma que o suposto messias judeu aparecerá após a morte de Sharon, confira:
Continue com a notícia:

Ariel Sharon foi, durante décadas, a principal figura da política israelita. Muitos habitantes de Israel consideram-no um herói nacional e até um símbolo do país. Dele diziam que não se preocupava nem com o amor dos apoiantes, nem com o ódio dos inimigos. O homem, que fez carreira de segundo cabo até general, considerou como principal objetivo da sua vida a consecução da segurança total de Israel nas suas condições, declara Boris Dolgov, cientista do Centro de Estudos Árabes do Instituto de Orientalismo da Academia das Ciências da Rússia:

“Ariel Sharon é uma figura política significativa na vida de Israel. O seu papel é ambíguo. Por um lado, trata-se do reforço do Estado de Israel e da sua segurança. Por outro lado, trata-se da participação ativa nos conflitos na região, nomeadamente no conflito israelo-palestiniano.

Ariel Sharon, cujo apelido de nascimento é Sheynernam, nasceu em 1928 na povoação judaica de Kfar Malale, numa família de oriundos da Rússia. Os seus pais eram agricultores. Ele próprio estudou agronomia.

Mas, em 1948, logo após o início da primeira guerra israelo-árabe, suspendeu os estudos e partiu para a frente de combate. Considera-se que Sharon teve muito êxito na carreira militar. Os combates por ele comandados são estudados nas academias militares de Israel, declara Evgueni Satanovsky, presidente do Instituto do Extremo Oriente:

“Sharon foi um brilhante general, um dos melhores comandantes militares do séc. XX, um homem que sabia ganhar quaisquer guerras, realizar quaisquer operações especiais”.

No início dos anos 70, Sharon abandonou a carreira militar e dedicou-se à grande política. Em 1973, foi pela primeira vez eleito para o Knesset pelo partido Likud. Nos anos 80 e 90, foi ministro da Agricultura, da Defesa, do Comércio e da Indústria, da Construção, das Infraestruturas, das Relações Exteriores de Israel. Foi ele que criou o programa de construção de aldeias hebraicas na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Em 2000, Sharon visitou o Monte do Templo, lugar sagrado para judeus e árabes que se encontra na parte árabe da cidade velha de Jerusalém. Esse ato complicou significativamente as relações israelo-árabes e destruiu os planos de entrega do vale do Jordão à gestão da Autonomia Palestiniana. Segundo os peritos, Sharon calculava precisamente que semelhante situação obrigaria os israelitas a escolher um líder duro como ele.

O seu cálculo justificou-se: a 6 de fevereiro de 2001, obteve uma vitória convincente nas eleições e tornou-se primeiro-ministro de Israel. O antigo general, cujos companheiros do partido Likud lhe chamavam “bulldozer” e “falcão” pela sua intransigência, proclamou a “política de contenção” enquanto chefe do governo. Ela pressupunha a normalização gradual das relações entre a Palestina e Israel se os palestinianos renunciassem à política do terrorismo e ao desejo de supremacia na região.

Em 2005, Sharon fez uma brusca viragem no processo de regularização no Médio Oriente. O adepto de medidas de força declarou, inesperadamente, a retirada das povoações hebraicas da Faixa de Gaza e a construção de uma barreira na Cisjordânia. Esses planos fora recebidos de forma tão hostil pelos seus camaradas do partido que, em 2005, Sharon abandonou o Likud e criou um novo partido centrista Kadima (Em Frente).

A 4 de janeiro de 2006, Ariel Sharon foi hospitalizado com o diagnóstico de “forte acidente vascular”. Poucos dias depois, entrou em coma e foi ligado ao ventilador.

Em Março de 2006, o Partido Kadima venceu as eleições e, em abril, quando Sharon já se encontrava em coma há mais de três anos, foi considerado completamente incapaz. Durante todos os anos seguintes, Ariel Sharon foi sujeito a terapia intensa, a várias operações, mas acabou por não sair do coma. A 2 de janeiro de 2014, os médicos anunciaram que no paciente de 85 anos tinha sido detetada uma aguda insuficiência renal, que o seu estado se agravara. Ariel Shaton faleceu sem recuperar os sentidos.

Via: http://portuguese.ruvr.ru/ E http://www.libertar.in

domingo, 22 de setembro de 2013

Vespa Biônica: A nova arma


Israel está a desenvolver uma nova arma. Não, não é o que normalmente pensamos como arma, não mata pessoas, não as torna inconscientes e não causa qualquer dor física. 

A nova arma vão ser as pessoas que estão a ser treinadas para defender a imagem de Israel na internet . Sim, você leu bem, é um tipo de arma social. Aqui está o que um porta-voz do exército israelita disse sobre essa arma social: "O alvo é principalmente o público internacional, que está menos exposto aos processos operacionais. A imprensa estrangeira tem que fazer mais" zoom -in ", aproximar-se. É importante para nós, mostrar a totalidade das acções da IDF (Forças de Defesa Israelita) sem filtros."

Como se pode ver Israel sente que,ao mostrar o que realmente está acontecer, ou o que passa ao lado da história, que poderá ser capaz de mudar a opinião pública mundial. Dizem que a opinião pública mundial é a arma mais poderosa de todas.

Já que estamos no assunto de desenvolvimento de armas israelitas, tenho que mencionar o fato de que Israel está a criar algo conhecido como a vespa biónica, ou bionic hornet. É uma arma robótica do tamanho de um inseto que pode ser usada para perseguir, fotografar e matar. Muitos não acreditam que está a ser desenvolvida, pois elimina a possibilidade de danos colaterais.

Por outras palavras, se quisessem assassinar um "líder terrorista poderoso" ou qualquer um que o desejem, tudo que há a fazer é enviar um destes minúsculos insetos, têm ferrão e provavelmente passariam despercebidos. Poderia pousar na sua cama , esperar numa cadeira até que se sente, ou esconder-se em muitos outros lugares, até que esteja pronto para injectar o seu veneno letal. Mesmo quando o alvo morre, o resto das pessoas nunca poderão saber o que aconteceu.

Durante décadas, têm-se preocupado com as armas nucleares e de destruição maciça pelos danos que podem causar, mas a que acabo de descrever, pode ser muito mais mortal, se for lançada em ondas de centenas de milhares. Esta arma não tem as restrições de uma arma nuclear, uma vez que deixaria todas as estruturas intactas e prontas a ser utilizadas pelo invasor.

Temos que saber o que as novas armas que estão a ser inventadas são capazes e das quais nada sabemos. Quando vemos as armas que estão a ser desenvolvidas, que são capazes de toda essa devastação e que ainda nos é permitido saber sobre elas, só podemos imaginar o que serão capazes aquelas que se desenvolvem e de que nada sabemos.

Lembram o que escrevi no post anterior sobre o IBR Instituto de Pesquisa Biológica de Israel? Veremos então o que nos poderão mostrar sobre este departamento

Mas neste momento a grande preocupação é Fukushima.

O vídeo foi bloqueado e consistia numa entrevista ao cientista de vanguarda e humanista Dr. Patrick Flanagan, Também cientista do ano de 1997 e fundador da Phi Sciences, onde discute o desastre de Fukushima. Flanagan explica que a situação de Fukushima é muito pior do que todos nós temos sido levados a acreditar.

Afirma ter dados que determinam que "Fukushima está a piorar o equivalente a 10 bombas atómicas de Hiroshima, em radiação, a cada hora, 24 horas por dia."

Afirma também que ele e uma equipe de cientistas, com apoio dos governos poderiam neutralizar por completo a expansão da radioatividade na central nuclear, com as novas tecnologias que usam.

Citação chave: "Vamos morrer todos se não repararmos."

Atualização: O vídeo voltou.