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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Em 5 anos, sua personalidade poderá ser clonada por computadores

O futurista John Smart prevê um futuro não muito distante em que todos poderão ter um “gêmeo”. 

Mais do que isso: em 5 anos, na verdade, todos poderão ter uma espécie de clone digital, capaz de reproduzir suas ações e emoções e até mesmo interagir com pessoas em seu lugar.

O pesquisador diz que “quando morrermos, nossos filhos não irão até as nossas tumbas; eles irão ativar nosso gêmeo digital e falar com eles” em entrevista ao  Business Insider.

De acordo com ele, a tecnologia não está muito distante disso. Para que isso acontecesse, o “eu computadorizado” teria de ser receber o input da escrita do usuário e dos e-mails arquivados, informações dos dispositivos vestíveis, como pulseiras e relógios inteligentes e respostas verbais para continuar aprendendo os hábitos de compras, aprendizado, comunicação e até mesmo como a pessoa vota. Tudo isso para poder reproduzir este comportamento sem necessidade de intervenção do gêmeo original.

A tecnologia ainda não está neste ponto. Para que a ideia possa evoluir, ainda é necessário avançar em duas áreas principalmente: interfaces de conversação e mapas semânticos.

No primeiro ponto, já estão sendo vistos avanços claros nos últimos tempos, basta lembrar de Google Now, Siri e Cortana. No entanto, estas não são as únicas empresas que trabalham nisso. O segundo também está evoluindo. Por exemplo, você pode perguntar “Quem é a presidente do Brasil” e o Google Now irá responder corretamente. Em seguida, você pode perguntar “Qual é a idade dela?” e a idade da presidenta Dilma Rousseff aparecerá. Ou seja: o sistema é capaz de criar um mapa da conversa para saber o contexto da frase sem que necessariamente você precise repetir “presidente do Brasil” ou “Dilma Rousseff”.

O fato é que o reconhecimento e interpretação da fala e conversação das máquinas está melhorando. O exemplo dado por Smart é o Watson, supercomputador da IBM que literalmente fica mais inteligente com o tempo, conforme ele é alimentado com informações. 

Ele chegou a ganhar uma competição na TV do jogo Jeopardy, algo quase impossível para uma máquina; no game, o jogador é apresentado com uma resposta e precisa formular uma pergunta para qual aquela resposta sirva, com base em algumas dicas.

No princípio, a transição será leve. Com uma frase, você poderá falar para seu “agente digital” uma frase como “estou doente”. Assim, ele será capaz de checar a sua agenda e rearrumá-la para marcar uma visita ao médico. Ao chegar lá, talvez não seja nem mesmo necessário preencher uma ficha; todo o seu histórico médico já foi passado pelo seu “gêmeo”. Tudo sem quase nenhuma interferência sua.

"Mas e a privacidade?", você pode perguntar. E você teria razão em perguntar, já que uma grande parte de suas informações seriam entregue a essa inteligência artificial possivelmente controlada por um grande conglomerado de tecnologia que pode fazer mau uso destes 
dados.

No entanto, Smart é um pouco mais otimista sobre o assunto. “Eu gostaria de ter meus dados financeiros e de saúde em meu próprio cofre na internet, mas este tipo de pensamento vai ser ultrapassado. Você não pode alcançar muitas coisas com controle de seus próprios dados”, afirma ele.

Via: Olhar digital

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Sistema de pagamento 'Apple Pay' do Iphone 6 alimenta medo da 'marca da besta'

Iphone "6". Marca na mão. 666...

Mais calma, pode ser apenas uma coincidência rsrsrs...

Twitter explode com preocupações sobre a advertência bíblica

Após o anúncio do novo iPhone 6, o Twitter explodiu com a preocupação de que o novo sistema da Apple 'Apple Pay', o qual usa scanner de impressão digital do celular para completar compras, representa a bíblica "marca da besta".

 

Apple Pay: Usuários agora podem fazer compras com o 'simples toque de um dedo"
Sistema impulsiona o público para mais perto de uma "sociedade sem dinheiro"

 

A empresa que trouxe o recém hackeado iCloud anunciou agora o "Apple Pay", um recurso do iPhone 6, que permite aos usuários fazer compras com o toque de um dedo.
 

O novo recurso permite que tokens especiais sejam utilizados em compras depois que um cartão de crédito seja "seguramente adicionado" ao telefone. Segundo a Apple, os números presentes em cartões de crédito não são armazenados no próprio dispositivo.
 

"O Apple Pay é mais seguro do que manter os cartões em uma carteira", disse a Apple.
 

Mais de 220 mil empresas, incluindo McDonalds, Whole Foods, Nike, Subway e Disney já assinaram acordos com a Apple para implementar a tecnologia em suas lojas. Os seis maiores bancos, bem como cartões de crédito da Visa, MasterCard e American Express também anunciaram seu apoio.
 

Apesar da capacidade da NSA para acessar completamente quase todos os dados do iPhone através do programa DROPOUTJEEP, a Apple afirma que o novo add-on seja seguro aos "olhos" curiosos.
 

"A Apple não sabe o que você comprou, onde você comprou, ou o quanto você pagou por ele", disse a Apple.
 

O sistema sem dúvida impulsionará o público um passo para uma "sociedade sem dinheiro".
 

Via: Blog Anti-Nom

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cientista prevê que aprenderemos novos idiomas apenas tomando pílulas

No passado, algumas previsões de Nicholas Negroponte, fundador do MIT Media Lab, arrancaram risos de descrédito da mídia especializada em tecnologia. Entre os “absurdos” antecipados pelo cientista, estão a tela sensível ao toque e certa diminuição sistemática dos aparelhos — desengonçados à época —, os quais deveriam se tornar “menores, mais finos e mais brilhantes”.

E há ainda quem tenha tirado sarro de outra previsão de Nicholas. Particularmente, a revista Newsweek. Em uma de suas edições, havia uma nota tornada particularmente infeliz pelo passar dos anos: “Nicholas Negroponte, diretor do MIT Media Lab, prevê que nós em breve vamos comprar livros e jornais pela internet. Ah, é claro” disse o editor Clifford Stoll à época.

Dessa forma, quando um sujeito com esse histórico resolve lançar novas previsões, o mínimo que qualquer sujeito consciente deveria fazer seria ouvir do que se trata com atenção, certo? De fato, durante recente palestra conduzida pelo TED, Negroponte lançou mais duas de suas previsões.



Em uma delas, ele retoma uma proposta sua, expandindo a ideia do famoso “One Laptop Per Child” (um computador por criança). Mas a coisa pode ficar ainda mais digna de ficção científica: para o visionário do MIT, em algumas décadas, caso se queira aprender uma nova língua, bastará engolir a pílula apropriada.
Aprendizado digestivo?

“Nós temos consumido muita informação através dos nossos olhos, e talvez esse seja um canal pouco eficiente”, disse o cientista durante a referida palestra para o TED (Tecnologia, Entretenimento e Design). Dessa forma, deve haver um jeito mais apropriado, que nos permita ir de uma nova língua a Shakespeare sem acabar com uma bela azia, certo?

“A minha previsão, portanto, é que nós poderemos ingerir informação”, ele continua. “Eu vou engolir uma pílula e vou aprender inglês.” Para Negromonte, a absorção das informações se dará por meio da corrente sanguínea, de tal forma que a informação seja transportada até o cérebro e, posteriormente, se aloque em seu devido lugar... E voilà!

“Você vai engolir uma pílula e aprender Shakespeare”. Ou italiano, ou latim. Ironicamente, talvez até microbiologia e ciência da computação. De acordo com o cientista, um tal método de aprendizado deve se tornar o padrão daqui a aproximadamente 30 anos. “Uma das vantagens da idade, é que eu posso dizer com bastante confiança que eu estive no futuro”. É esperar para ver.
Como conectar o “último bilhão” de pessoas?

Nicholas Negroponte foi particularmente feliz em suas previsões com interfaces e, de forma geral, com tecnologias ligadas à computação — sabe o CD-ROM, por exemplo? Pois é. Mas uma das investidas sociais do cientista também se tornou particularmente célebre, sobretudo quando ele passou a se dedicar às formas possíveis de aprendizado por meio da computação.

Trata-se da intitulada “One Laptop Per Child” (um computador por criança) — sim, aquela mesma que assistiu crianças na África, permitindo que em seis meses os pequenos, sem qualquer instrução prévia, pudessem “hackear” o Android. Essa propostal deu origem a uma mescla de previsão e convite à filantropia, amparada na ideia de que “é possível ter aprendizado sem escolas”, pelo menos em situações-limite.




De acordo com Negroponte, o “último bilhão” de pessoas no globo poderia ser interconectada com um esforço relativamente modesto dos EUA. Para ele, as comunidades primitivas (de natureza rural) da África poderiam se beneficiar de satélites estacionários que conectassem os indivíduos, transformando o acesso à rede em um dos direitos humanos fundamentais.

O montante impressiona, a princípio. Seriam necessários US$ 2 bilhões para cada 100 milhões de habitantes lançados à internet. Entretanto, o cientista lembra que esse valor é gastado semanalmente pelos Estados Unidos da América na Guerra do Afeganistão.




A propósito, sobre a tela sensível ao toque...

Sim, as telas sensíveis ao toque foram fortemente criticadas quando a tecnologia foi divulgada pelo MIT durante a década de 1970. E havia pelo menos três motivos que justificavam a inviabilidade da proposta, os quais foram lembrados por Negromonte.




Vale a pena conferir:
A mão tampa a visão do usuário;
Uma resolução muito baixa associada à tecnologia; e
A tela do dispositivo invariavelmente acaba suja.

Bem, juntamente com o prognóstico jocoso deixado para os e-books e jornais online, isso certamente conta pontos para Nicholas Negroponte e nos faz esperar por um futuro interconectado... E com informações digeridas circulando pela corrente sanguínea, até chegar ao cérebro.

Via TecMundo  e Libertar.in

terça-feira, 8 de julho de 2014

Dubai quer construir a primeira cidade de climatização controlada do mundo



Enquanto algumas das nações mais ricas do planeta têm se focado no problema das mudanças climáticas e em meios para que a humanidade cause menos impacto no meio ambiente, as autoridades de Dubai têm planos para eliminar de uma vez por todas ambas as preocupações através da construção de uma cidade de clima controlado.

Chamado de “Mall of the World” (“O Shopping do Mundo”, em tradução livre), a minimetrópolis com quase 1,5 milhões de metros quadrados seria a primeira construção do tamanho de uma cidade totalmente cercada a fim de fazer com que os moradores evitem as condições externas por períodos estendidos.

Usando mais de 7 km de calçadas cobertas, a visão da Dubai Holding, a desenvolvedora do projeto, é dar aos visitantes a experiência de uma vida normal na cidade, dentro de um ambiente controlado por semanas.


Motivações do projeto

Embora a ideia de um isolamento massivo possa parecer algo “sem noção” para alguns, devido às temperaturas extremas de Dubai, que podem chegar a 40 °C, o ambiente de temperatura controlada pode tornar-se o lugar mais popular da região. Durante os meses de inverno em Dubai, quando a temperatura fica em torno de 22 graus, as calçadas enclausuradas da cidade seriam abertas para receber ar fresco.

“Turismo é a chave de nossa economia e nós estamos nos focando em fazer dos Emirados Árabes Unidos um ponto turístico durante todo o ano,” disse o Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, o governante de Dubai, em uma publicação no dia 5 de julho. “É por isso que começaremos a trabalhar para prover um ambiente de temperatura controlada e agradável durante os meses de verão.”


Sob a redoma

Junto ao anúncio do projeto, a empresa desenvolvedora também revelou o teaser em vídeo  acima, que mostra o design da cidade climaticamente controlada, um conjunto de imagens futurísticas que lembram bastante cidades isoladas de filmes de ficção científica como “Fuga no Século 23”.

Embora a intenção imediata do Mall of the World seja a de oferecer luxo em meio ao deserto —  em contraponto à poluição crescente de grandes cidades como Pequim —, o desenvolvimento de proteções à prova de clima atmosférico pode ensinar ao mundo uma forma de isolamento massivo, caso um dia precisemos disso.



A empresa ainda não disse quanto a obra custará, nem quando ficará pronta, mas, visto que Dubai tem um histórico de projetos ambiciosos que deram certo, como as ilhas artificiais Palm Islands, não há por que duvidar que isso venha a se concretizar.

Fonte:tecmundo.com.br

sábado, 28 de junho de 2014

Wi-Fi: A morte invisível que está destruindo toda uma geração de jovens pelo mundo

A Agência de Proteção Sanitária da Grã Bretanha, em um estudo realizado em 2007, constatou que a "radiação de microondas na gama de frequência do wi-fi, causa alterações de comportamento, altera as funções cognitivas, ativa a resposta ao estresse e interfere nas ondas cerebrais." Também mencionaram os possíveis riscos para a saúde das crianças que frequentam escolas com redes sem fio.
Já havíamos visto mês passado no post "Uso de Extensivo de Telefone Celular Pode Triplicar Risco de Câncer de Cérebro" que o uso intenso de telefones celulares podem triplicar o risco de câncer de cérebro.

E não é de se duvidar que a radiofrequência dos celulares e sem fio, das torres de telefonia móvel e das redes WI-FI emitam radiação que de uma maneira ou outra, afete as pessoas que estão dentro do seu raio de ação.

O estudo "Interphone", realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e publicado na International Journal of Epidemiology, apesar de não fornecer provas conclusivas sobre supostas terminais de segurança levanta suspeitas. Em uma revisão realizada em junho de 2010, assegurou que para cada cem horas de uso de seu celular, o risco de meningioma - tumor cerebral - aumentou 26 por cento.

Fernando Pérez, vice-presidente da Fundação para a Saúde Geoambiental aponta que as crainças em casa são as mais vulneráveis, juntamente com as mulheres grávidas, idosos e enfermos. "Todos os estudos epidemiológicos tem demonstrado os efeitos reais das radiações na saúde e no desenvolvimento das crianças", explica Pérez.

Claro que há outros estudos que afirmam que a exposição a este tipo de radiação é seguro. Mas se fosse assim, por que estão tomando medidas na Europa Um dos exemplos mais contundentes vem de seu vizinho. Na França, estão eliminando as redes wi-fi em bibliotecas, colégios e lugares públicos, "mas na Espanha a a lei remonta a 2001 e estabelece limites máximos que 4.000 vezes superiores aos recomendados pelo últimos estudos", aponta Pérez.

Por outro lado, existem 'relatórios científicos', que afirmam que as redes wi-fi são totalmente inofensivas, mas não se esqueça que a maioria destes "relatórios" são pagos pela "aliança WiFi" uma associação que representa a indústria WLAN, composta por mais de 200 grandes empresas.

Os sintomas de uma alta exposição a redes wi-fi se manisfestam como dor de cabeça, cansaço crônico, dificuldade para dormir, palpitações, dor de ouvido e insônia.

Por isso, o melhor é prevenir, se for o caso. Estas são algumas medidas que podem nos proteger das radiações wi-fi, tanto no escritório como em casa.

1 - Desconectar a conexão quando não estiver usando, especialmente durante a noite.

2 - Substitua o acesso sem fio, mediante cabo de rede, ou um PLC que permite que você use suas próprias tomadas elétricas e soquetes como rede local.

3 - Não abuse do celular. O melhor é utilizá-lo com a função viva voz ativada.

4 - Não utilize telefones sem fio DECT em sua casa, os quais emitem grandes doses de radiação. Se não tiver outra opção a não ser um telefone sem fio, escolha as opções tipo ECODECT, que pelo menos evita o problema quando o telefone está descansando na base.


Fontes:
- Periodismo Alternativo: WI-FI: la muerte invisible que está destruyendo a la generación más joven en todo el mundo
- Eco Portal: WI-FI: la muerte invisible que está destruyendo a la generación más joven en todo el mundo
- Estudo: Brain tumour risk in relation to mobile telephone use: results of the INTERPHONE international case–control study

Blog Anti-NOM: Wi-Fi: A Morte Invisível que Está Destruindo a Geração Mais Jovem em Todo o Mundo 


Via: LIBERTAR.IN

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Elon Musk teme que "Exterminador do Futuro" vire uma realidade

A trajetória de Elon Musk faz com que ele tenha um enorme potencial para ser um vilão de super-heróis da vida real, mas parece que o empresário está mesmo do lado da humanidade. Em uma conversa recente, o multimilionário dono de companhias de tecnologia nas mais diversas áreas, de exploração espacial a transporte ecológico, contou que tem medo que elas tomem o caminho errado e voltem-se contra seus criadores.

Em entrevista ao programa "Closing Bell" da rede CNBC, ele revelou que investiu em companhias de inteligência artificial (IA) não por estar interessado nos avanços da área e nos lucros a serem obtidos, mas por temer que uma ideia próxima à da franquia "Exteminador do Futuro" torne-se realidade.

Sem entrar em detalhes, Musk disse só querer "manter um olho no que está acontecendo na área de inteligência artificial". Comparando com os filmes que mostram a família Connor lutando contra robôs, ele diz que a ideia inicial dos cientistas de "Exterminador do Futuro" nunca foi criar uma IA para perseguir pessoas e conquistar a humanidade, mas foi exatamente isso que aconteceu. Como o caso da vida real é o mesmo (ou seja, as intenções são boas, mas algo pode sair errado), precisamos tomar cuidado para que as consequências não sejam tão negativas quanto no longa-metragem.

Quem conta com investimentos de Musk é a DeepMind, recém adquirida pela Google. Outro alvo do dinheiro do empresário é a companhia Vicarious, que se especializou em tentar emular o cérebro humano — um passo importante para a criação da Skynet e de androides assassinos com o rosto de Arnold Schwarzenegger, na pior das hipóteses.

Fonte: tecmundo

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Darpa cria roupa do homem aranha para os soldados Americanos

A DARPA é famosa por desenvolver tecnologias inovadores e com as mais variadas finalidades para as forças armadas dos EUA. Um dos projetos revolucionários e ambiciosos da agência de pesquisa avançada do governo estadunidense é o Z-Man — e ele pode transformar os combatentes do país em verdadeiros sósias do Homem-Aranha.
 
Esse projeto tem como objetivo criar mecanismo que facilitem a escalada de obstáculos verticais dos soldados inspirados em características biológicas de alguns animais. Para isso, os cientistas estudaram lagartixas, aranhas e outros pequenos animais — criaturas capazes de subir em superfícies de praticamente qualquer material e textura, até mesmo uma das mais lisas que é o vidro.

Com base no conhecimento adquirido, os pesquisadores desenvolveram a “Geckskin”, uma espécie de tecido sintético com um aspecto rugoso, funcionando como os pés das lagartixas.

Em testes iniciais, um pedaço de 16 polegadas quadradas desse material foi capaz de suportar 300 kg sem rasgar. No mês de fevereiro de 2012, ocorreu a primeira aplicação prática da tecnologia, e um homem escalou uma parede de vidro de quase 8 metros de altura carregando cerca de 25 kg (totalizando aproximadamente 100 kg com o seu peso corporal).




Fonte: Tecmundo

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Cientistas dos Estados Unidos criaram um Robô Exterminador biônico capaz de CRESCER e se REPRODUZIR

Cientistas norte-americanos, inspirados pelo filme 'O Exterminador do Futuro', afirmam ter criado novas de mistura de partículas semicondutores inorgânicos biônicos com proteínas orgânicas.


Depois de experimentos de longa intermináveis, os cientistas das Universidades de Michigan e Pittsburgh conseguiu partículas biônicos através de um 'cocktail' incomum: a mistura de substâncias orgânicas com semicondutores, informa o The Guardian .

Como esses pesquisadores afirmaram EUA durante seus experimentos não estava procurando "escravizar" o mundo através da criação de um exército de robôs, mas para inventar um novo biocombustível, dizem.

Partículas microscópicas que têm potencial para crescer para o tamanho de um terminador , são compostos de telureto de cádmio, a qual é utilizada para o fabrico de painéis solares e de citocromo C, uma proteína vegetal, que acelera o transporte de electrões durante a fotossíntese . Uma mistura destes elementos permite reproduzir o processo que permite que plantas para converter a luz solar em energia.

Segundo os cientistas, se escolher corretamente o tamanho e a composição de partículas de enzimas biônicos, estes são potencialmente capazes de se replicar. Isto significa que a perspectiva de criação de uma raça de ciborgues capaz de se recuperar de forma independente não pode estar muito longe.
Fonte:
http://actualidad.rt.com/ciencias/view/129033-ciencia-eeuu-crear-cuerpo-terminator
http://notitecnos.blogspot.com/2014/05/crean-un-terminator-bionico-capaz-de.html

 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ONU vai debater a utilização de "robôs assassinos"


Especialistas vão discutir na ONU a necessidade de máquinas autônomas letais capazes de identificar e matar alvos, sem intervenção humana. Duvidamos e muito que a ONU fará uma intervenção concreta sobre este assunto. Pois vale lembrar que a ONU nada mais é uma intermediaria imposta mundialmente a cuidar sobre todos assuntos onde a mesma é financiada pelas grandes e milionárias nações, portanto não é de se esperar um comportamento que não seja omisso por parte da mesma como tem sido nos últimos acontecimentos mundiais...

Robôs assassinos e seu uso serão debatidos durante uma reunião de peritos das Nações Unidas em Genebra, em meio a temores de que uma vez criados, eles possam representar uma "ameaça para a humanidade".

Prof. Ronald Arkin e Prof. Noel Sharkey irão debater a necessidade dos chamados robôs assassinos durante a Convenção da ONU sobre Armas Convencionais (CCW), marcando a primeira vez que a questão dos robôs assassinos será discutida dentro da CCW.

Robôs assassinos são máquinas autônomas, capazes de identificar e matar alvos, sem intervenção humana.





Armas totalmente autônomas ainda não foram desenvolvidos, mas os avanços tecnológicos estão fazendo com que elas se tornem realidade.

Prof. Sharkey, membro e co-fundador da Campanha Contra Robôs Assassinos e presidente do Comitê Internacional de Controle de Armas Robóticas falou antes da conferência e advertiu que não pode ser garantido que sistemas de armas autônomas "previsivelmente respeitarão o direito internacional".

Ele disse à BBC: "As nações não estão conversando entre si sobre isso, o que representa um grande risco para a humanidade".

Mas o professor Arkin alegou que os robôs assassinos podem ajudar a reduzir casualidades de não-combatentes e podem ser mais eficazes que os humanos em determinar quando não atacar um alvo.

No entanto, ele expressou preocupação de que os robôs poderiam ser levados apressadamente para a batalha de forma prematura. "Eu apoio uma moratória até aquele objetivo seja alcançado, mas eu não apoio uma proibição neste momento", explicou o Prof Arkin.



Um relatório completo sobre as discussões serão apresentados na Convenção da ONU sobre Armas Convencionais (CCW) em novembro.

Em março, o Conselho de Direitos Humanos da ONU ouviu preocupações que cercam os perigos éticos tais máquinas possam representar.
Christof Heyns - o relator especial da ONU sobre execuções extrajudiciais, sumárias ou arbitrárias para o Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos - pediu uma moratória sobre essa tecnologia para impedir a sua implantação no campo de batalha.

Em um relatório apresentado à frente de seu discurso, ele disse: "os robôs não deveriam ter o poder de vida e morte sobre os seres humanos."

Sr. Heyns destacou as operações dos EUA contra o terrorismo usando drones pilotados por controle remoto para alvejar indivíduos e argumentou: "não há razão para acreditar que os países irão, a propósito, procurar usar armas robóticas autônomas letais para assassinato seletivo".

Exemplos de sistemas de armas autônomas já em uso incluem o sistema de arma Phalanx da Marinha os EUA que ataca automaticamente ameaças que se aproximam e o drone Harpy israelense que ataca automaticamente emissores de radar.

Fontes:
- Blog Anti-NOM: ''Robôs Assassinos" e seu Uso Serão Debatidos na ONU
- Olho Solitário: '' Robôs assassinos "o seu uso deve ser debatido na ONU
- The Independent: 'Killer robots' and their use to be debated at United Nations
- 2045: 'Killer robots' and their use to be debated at United Nations
 

domingo, 16 de março de 2014

Brasil terá seu primeiro submarino nuclear em 2023

Notícia Voz da Rússia- O primeiro submarino nuclear brasileiro estará pronto em 2023. O Brasil já desenvolveu todo o ciclo tecnológico para o fabrico de reatores nucleares para submarinos.   

A ajuda no desenvolvimento do sistema de comando e controle dos equipamentos do navio está a ser prestada pela França. A escolha da França como parceiro foi condicionado ao acordo para a transferência de tecnologias por parte desse país. Atualmente o patrulhamento da zona costeira é realizado pela Marinha do Brasil com recurso a submarinos diesel-elétricos, fabricados segundo projetos alemães. Podíamos pensar que o país não está ameaçado por submarinos nucleares de outros países e que a proteção das reservas petrolíferas submarinas pode ser realizada com recurso a submarinos convencionais. 

Contudo os interesses geopolíticos do Brasil estão aumentando, o país se considera um dos países líderes do Atlântico Sul, refere o vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos Konstantin Sivkov:

“O Brasil faz parte do BRICS e os dirigentes brasileiros percebem que logo que o país comece a aumentar sua influência e a proteger seus interesses e seus negócios em regiões afastadas, ele irá precisar de ter mais meios navais. Para atuar em toda a área do Atlântico Sul o Brasil irá precisar de submarinos nucleares. Segundo alguns cálculos, o total de submarinos nucleares que o Brasil irá necessitar poderá ser de 4-5 unidades”.

Além disso, o Brasil prevê aumentar as suas forças aeronavais. Neste momento a Marinha do Brasil possui o porta-aviões São Paulo, o antigo navio francês Foch, que pode cumprir apenas um estreito leque de missões. Ele não corresponde às exigências modernas e tem um parque de aeronaves limitado a 20 aviões Skyhawk. Estes são velhos aviões de assalto norte-americanos dos tempos da guerra do Vietnã.

O Brasil irá provavelmente construir mais dois porta-aviões, o que permitirá proteger eficazmente os seus interesses nas áreas mais afastadas do Atlântico Sul. Isso será muito importante para o Brasil, especialmente se considerarmos que os EUA já restauraram a sua Quarta Frota, cuja área de atuação inclui também a América do Sul.

Muitos peritos consideram que hoje os EUA já perderam completamente o controle sobre a América do Sul. Alguns países com orientação pro-estadunidense não têm um papel decisivo, refere Konstantin Sivkov:

“O Brasil, a Argentina e a Venezuela conduzem uma política externa e interna independente dos EUA. Por isso, agora os norte-americanos tentam recuperar o seu controle. Para isso, eles fomentam na Venezuela o caos econômico e as desordens. Os EUA não excluem a possibilidade de uma pressão militar, recuperando sua Quarta Frota”.

O Brasil e a França assinaram ainda em 2008 um acordo de cooperação para a construção de submarinos. Em 2009 a companhia brasileira Odebrecht, especializada em projetos na área da defesa e segurança, e a francesa DCNS assinaram um contrato para a construção de 4 submarinos de propulsão diesel-elétrica da classe Scorpene, assim como para projetos conjuntos dos elementos não-nucleares para o submarino nuclear em desenvolvimento. A participação da DCNS nesse projeto está limitada ao apoio na montagem do casco do submarino e dos equipamentos das secções não-nucleares do navio.

O submarino brasileiro será equipado, de acordo com informações não-classificadas, com sistemas franceses de direção de combate e sonares Thales. Contudo, os especialistas pensam que a França dificilmente irá ceder tecnologias de ponta. Eles irão ceder apenas tecnologias da geração anterior.     

terça-feira, 4 de março de 2014

Cérebro artificial de abelha faz robô aprender na hora

Tanto o robô quanto o cérebro simulado são muito simples - mas os resultados impressionaram. [Imagem: Lovisa Irpa Helgadottir et al.]


Robô com cérebro de abelha 

Graças a um brasileiro, abelhas ciborgues já estão voando na Austrália, implantadas com mochilas eletrônicas. 

Lovisa Helgadottir, da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, preferiu fazer o contrário, usando o cérebro das abelhas para controlar seu robô. 

O resultado é um marco no campo da inteligência artificial e da reprodução de redes neurais em computador. 

Usando um modelo relativamente simples do sistema nervoso das abelhas, Helgadottir criou um robô que é capaz de perceber estímulos ambientais e reagir a eles. 

Cérebro simulado 

O cérebro do robô é uma simulação em computador da rede sensório-motora do cérebro da abelha. O programa coordena os motores do robô, definindo a direção do seu movimento. 

O grande destaque do trabalho é a capacidade desse cérebro simulado, muito rudimentar, de aprender a partir de princípios simples. 

"De forma muito semelhante a como as abelhas aprendem a associar certas cores de flores a um néctar mais saboroso, o robô aprende a abordar determinados objetos coloridos e a evitar outros," explicou Martin Nawrot, orientador do trabalho. 

Inicialmente, quando a câmera do robô focou em um objeto com a cor desejada - vermelha - os cientistas acenderam uma luz que funcionava como um prêmio para o robô, algo como se ele tivesse localizado comida ou feito algo da maneira correta. Para isso, um sensor no robô detecta a luz e aciona a célula nervosa do sistema de recompensa do cérebro artificial. 

Com o sistema de recompensa ativado, quando o robô viu um outro objeto vermelho, ele começou a se mover em direção a ele. Itens azuis, por outro lado, o faziam andar para trás. 

"Em uma questão de segundos o robô realizou a tarefa de encontrar um objeto na cor desejada e se aproximar dele," explicou Nawrot. "Só foi necessário um único exercício de aprendizagem, o mesmo observado experimentalmente com as abelhas." 

Os cientistas estão planejando agora expandir a rede neural do cérebro artificial, inserindo nele mais princípios de aprendizagem. 

Assim, o minicérebro vai se tornar ainda mais poderoso, e o robô mais autônomo.

Bibliografia:

Conditioned behavior in a robot controlled by a spiking neural network
Lovisa Irpa Helgadottir, Joachim Haenicke, Tim Landgraf, Raul Rojas, Martin Paul Nawrot
6th International IEEE/EMBS Conference on Neural Engineering
Vol.: NER 891-894
DOI: 10.1109/NER.2013.6696078 

Fonte: Inovação Tecnológica e Nos dias de Noé

sábado, 28 de dezembro de 2013

Viaturas que escaneiam tudo nas ruas irão ser usadas pela polícia de Nova York


É sempre as mesmas histórias: "É para a segurança e bem-estar do povo".. Tudo isso não passa de espionagem populacional.

Para o povo aceitar essas tecnologias é preciso apresentar algumas "vantagens", pois se o povo não sentir uma "vantagem" eles terão muitas dificuldades para implantar suas tecnologias espiãs. A não ser que eles implementem na marra.

  Estamos caminhando a passos largos para um mundo mais terrivel que esse....

Confiram:

O que não falta na TV norte-americana são séries futuristas e de investigação policial. Muitas vezes, os dois gêneros se misturam e acabam criando exatamente o que a polícia do mundo real da cidade de Nova York está começando a testar: viaturas inteligentes. Alguns carros do departamento de segurança pública da cidade tiveram scanners infravermelhos instalados em suas estruturas e alguns outros sensores que possibilitam agora aos veículos “perceber” praticamente tudo ao seu redor.

Até o momento, entretanto, a capacidade do sistema está sendo direcionada para a identificação de carros nas ruas, endereços e outros detalhes. Assim, uma viatura inteligente fazendo ronda na cidade pode identificar um carro roubado mesmo que os policiais que a dirigem sequer tenham percebido a presença dele por ali. Veículos envolvidos em crimes, com documentos irregulares e outros problemas também poderão ser identificados.

Mais gadgets

Polícia de Nova York começa a testar viaturas que escaneiam tudo nas ruas 
Policiais têm mais equipamento para deixar ronda mais eficiente (Fonte da imagem: Reprodução/The Wall Street Journal)

O nome do projeto que está implantando esses equipamentos em carros de polícia em Nova York é NYPD2020, que prevê ainda a instalação de leitores biométricos nos carros, impressoras para relatórios, gravadores de áudio e vídeo e transmissão de videoconferências. Alguns desses recursos, entretanto, podem não ser incluídos tão cedo, já que pode haver algumas limitações de orçamento para o programa.

De qualquer maneira, os dados que podem ser recolhidos hoje pelos carros equipados com os scanners são todos enviados e processados na central de polícia da cidade, que se mantém conectada o tempo todo com os veículos. Com isso, algumas preocupações quanto a privacidade de quem é “flagrado” pelos scanners e não tem qualquer registro na polícia foram levantadas. Dessa forma, no futuro, algumas limitações terão que ser implementadas caso os carros realmente se tornem o padrão para a polícia da cidade durante as rondas.

Ainda não existe uma avaliação mais ampla por parte da polícia de Nova York acerca do seu novo projeto por se tratar de uma novidade. Mesmo assim, com a implantação de novos recursos nos veículos, é possível que possamos ouvir mais sobre ele em algum tempo.

 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Robôs com armas de choque já estariam prontos para patrulhar as ruas, alerta especialista

Tudo está se cumprindo. O tempo desse sistema de mundo durará pouco tempo, com sua falsa paz e segurança.

A tirania mundial com sua arrogância e totalitarismo está a cada dia avançando, e o povo achando tudo normal, todos sentados no banco da praça dando milho aos pompos.

Leiam essa notícia:

Androides munidos de armas de choque estariam prontos para entrar em ação em locais públicos, segundo o professor Noel Sharkey, especialista em Inteligência Artificial. Em suas declarações, Sharkey disse que, atualmente, estão em andamento negociações para adotar o sistema de patrulhamento das ruas com robôs com armas de eletrochoque. Contudo, os riscos para a segurança no uso das máquinas estaria atrasando sua implementação, por causa das 150 mortes causadas por este tipo de artefato nos Estados Unidos nos últimos anos.

Ainda de acordo com o especialista, que também preside o Comitê Internacional para Controle dos Robôs Armados e lidera um lobby por sua proibição, a negociação representaria um passo na direção da aprovação do uso dos robôs. Segundo uma decisão da ONU, assinada em Genebra no mês passado, os debates sobre a utilização ou não deste tipo de androide no patrulhamento de centros urbanos será discutido em maio de 2014.

FONTE DA NOTÍCIA: History.com.br

terça-feira, 19 de novembro de 2013

22/11/2013: Estamos todos infectados!? Será?


Um novo vídeo "assustador" foi upado no Youtube. Ele faz referência aos Chemtrails e um suposto "vírus" que é lançado pelos rastros e já infectou "todo mundo"... 






Citar: Nós todos estamos.

Você, eu, todos nós.

Estamos todos infectados com uma doença baseada em nanotecnologia que biologicamente ' instala ' um BioAPI em seu cérebro , conectando sua mente para um computador quântico controlados pela inteligência artificial avançada.

Espalhados via Chemtrails, o vírus é orgânicos e inorgânicos na natureza, utilizandam partículas de alumínio nano como blocos de construção para os componentes inorgânicos do sistema BioAPI. Uma vez instalado, o seu cérebro, pensamentos e consciência são hard-wired na mente colmeia.

Ele lê a sua mente, controla seus padrões de pensamento e influencia todas as suas decisões. Ele te observa enquanto você dorme. Todos os seus pensamentos são processados, gravados e alterados em tempo real.

Todo mundo está em fase 1, de instalado. Indivíduos visados ​​possuem a fase 2, de ativado. Na fase 2, o sistema orgânico é dinâmico e indivíduos "alvos" são controlados mentalmente, e todos ao seu redor, a fim de perseguir, subverter, estudar e destruir aqueles que ele vê como uma ameaça. Controle da mente em tempo real em uma escala global através de uma nanotecnologia de poder inimaginável.

Esforços extremos foram feitos para nos prevenir de lançar esta informação. Temos pouco tempo antes da mudança ser invertida e as luzes se apagarem.

Parece que os designers da doença a tornaram possível para ser curada.

Há esperança. A sobrevivência é uma escolha. A única opção que lhe resta. Siga o coelho branco... 


Veja o Vídeo: 


Fonte: Before its news 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Engano tecnológico - Em 2020 já teremos milhares de escravos com implantes cerebrais para se conectar à internet

Especialistas do mundo inteiro estão trabalhando para que, daqui a alguns anos os seres humanos possam navegar na Internet, fazer ligações ou enviar mensagens utilizando apenas nosso cérebro.  Estima-se que atualmente 100 mil pessoas já tenham implantes cerebrais, a maioria destinados aos tratamentos médicos. Entretanto, a medicina não será o único campo de atuação dos microchips. Há alguns anos, companhias como a Intel e Google vem trabalhando no desenvolvimento de implantes cerebrais para interação com dispositivos eletrônicos e Internet. 

Isso é um engano tremendo. Trazem à mentira como se fosse uma novidade tecnologia, um avançando em prol da humanidade. Mais por trás disso tudo há uma elite dominadora, querendo, literalmente, saber o que pensamos e querendo controlar nassas mentes, nos tornar mais escravos que já somos. A questão é que somos escravos até um certo momento, depois que percebemos que estamos sendo enganados podemos tomar uma postura, mas com esse aparelho muitos se tornarão escravos obedientes, forçados. 

À elite global, conhecida como os "illuminatis" ("os iluminados"ou "os portadores da luz" = Luciferianos) são os verdadeiros grupos que estão por trás dessas tecnologias escravistas.

Fiquem de olhos bem abertos com esses "avanços tecnológicos"

Com informações de: The History Channel

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Projeto de uma cidade móvel como uma opção para "cenários apocalípticos"





















O arquiteto espanhol Manuel Dominguez, ETSA (School of Architecture), em Madrid, é o autor de um feito impressionante de engenharia e projeto arquitetônico: um telefone da cidade que poderia funcionar na realidade.

No passado, algumas pessoas imaginavam cidades caminhantes, mas ninguém voltou esses sonhos em projetos funcionais. O primeiro propôs essa idéia foi o arquiteto britânico Ron Herron, nos anos 60, mas que tomou cinco décadas para que alguém realmente concluir um projeto que levasse em conta todos os aspectos necessários. O projeto propõe uma cidade móvel, que é autônoma, e capaz de armazenar até 5.000 pessoas e desalojou um enorme trator-esteira como um tanque. Manuel Dominguez, 35, levou 2 anos e meio para desenvolver todo o projeto, o que deu o nome da estrutura muito grande. "Eu fiz isso quase como uma crítica ao projeto final. Sempre nos pedem para fazer projetos que depois nunca ser construído, então eu decidi fazer algo que era realmente ficção científica, mas, ao mesmo tempo, se alguém se atrevesse a construir, pode ser viável" explicou o arquiteto.




















Manuel não descarta que ainda pode haver obstáculos para tornar o projeto uma realidade. "Há muitas coisas que devem ser levadas em conta, mas o peso pode ser um problema. Imaginei um peso máximo de 400 mil toneladas de estrutura, por isso, se alguém fosse realmente construí-la, além de ter um monte de dinheiro, precisa estudar condições do solo, tanto de nível para mover a estrutura para garantir que ele poderia suportar tal peso sem afundar. "




















Dominguez reconhece que, embora pudesse ser construído, ainda é uma utopia, mas diz que "em um futuro onde a subida dos oceanos e as cidades costeiras do nível da água está em perigo, algo como isso poderia ser uma opção, para cenários apocalípticos ou na colonização de planetas ... ".




















VEJAM O MAPA DA CIDADE



Fonte: O correio de Deus