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domingo, 3 de agosto de 2014

Exército americano desenvolve bala que persegue alvo

Foram necessários seis anos e US$ 25 milhões para que o Exército americano tornasse realidade algo que antes só existia em filmes: uma bala que persegue seu alvo.

O protótipo acaba de ser testado com sucesso pela Agência de Projetos de Pesquisa em Defesa Avançada (Darpa, na sigla em inglês), braço militar americano responsável por desenvolver as armas do futuro.

O vídeo da agência mostra o disparo de um rifle de calibre .50 em que o atirador mira não no alvo, mas em outro ponto próximo. Mesmo assim, a bala ajusta seu curso. O vídeo pode ser visto no link: http://bbc.in/1AL9JMZ.

A nova munição é parte do projeto Artilharia de Extrema Precisão, que tem como objetivo "melhorar a eficácia de francoatiradores e a segurança das tropas, ao permitir que os tiros sejam disparados de uma distância maior", segundo a página do projeto.

"Cada disparo que não atinge o seu objetivo põe em risco a segurança das tropas, porque alerta para a sua presença e, potencialmente, expõe sua posição."

'Santo graal' da balística

O princípio por trás da tecnologia é relativamente simples. A bala recebe sinais enquanto ainda está no ar para que altere seu curso.

"A ideia de balas teleguiadas sempre foi considerada o santo graal da tecnologia de projéteis. Mas só recentemente ficaram disponíveis os microssensores que a tornam possível", diz Christopher Shepherd, professor de Ciência Forense da Universidade de Kent e especialista em balística.
"É uma tecnologia pioneira, apesar de já ser pesquisada há anos."

A tecnologia de sistemas teleguiados já havia sido aplicada a armamentos maiores, como mísseis, mas o sucesso não tinha sido ainda possível com munições menores.

"As armas de menor calibre oferecem um espaço limitado para estes tipos de mecanismos. A mudança de massa, e da distribuição de massa, em um projétil pode alterar significativamente o seu rendimento", afirma James Shackel, especialista em balística do Instituto Forense Cranfield.

No caso específico da bala inteligente, a Darpa mantém em segredo como funciona o sistema de direcionamento. Mas os especialistas têm algumas pistas.

"Anéis em torno da bala podem se contrair e expandir para alterar a distribuição de massa e o fluxo de ar na superfície da bala, o que pode fazer com que ela mude de posição", teoriza Shackel.

Mesmo assim, essa mudança de direção tem limites. E as balas de um rifle de calibre .50 são algumas das maiores dentre as munições menores.

"Provavelmente só será possível mudar a direção da bala em disparos mais distantes, devido à velocidade com que a bala se move", destaca Shepherd.

"O pequeno tamanho da bala também limita a capacidade de frear sua queda de forma significativa para facilitar uma mudança maior de direção."

Guerra moderna

A deficiência do projeto está em que a tecnologia não pode ser aplicada a todos os tipos de conflitos atuais.

"A guerra moderna não é travada em campos de batalha como ocorria antes", afirma Shepherd.

De acordo com o especialista, as disputas de hoje ocorrem de duas formas. As primeiras são lutas urbanas, em contato próximo com o adversário. Nelas, este sistema seria inútil, dado o curto alcance das balas usadas.

O segundo tipo são aquelas travadas a longas distâncias, com atiradores em condições adversas, como a que opôs o Exército americano a militantes talebãs no Afeganistão, com campos montanhosos, pouca visibilidade e onde os alvos não estão na linha de visão.

"É um desafio para os atiradores usar a tecnologia atual em condições desfavoráveis, com vento forte e poeira", afirma a página oficial da Darpa.

"O novo sistema ajudará a disparar tiros a uma distância maior e atingir um alvo que talvez não esteja na linha de visão, mesmo que isso só ocorra em alguns poucos casos."

 Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Chaves'': O macabro episódio que espantou a Televisa - Creepypasta -

Olá leitor(a) do Estranho Universo, o que você lerá a seguir é uma creepypasta. Como percebi que algumas pessoas ainda desconhecem o significado da expressão, aqui vai uma explicação: 
 
Creepypasta é um termo da internet que define uma história ou coleção de histórias com elementos paranormais, bizarros, ou ambos. Elas normalmente podem ser fictícias, sem provas ou com provas, fontes confiáveis, ficando assim a critério do leitor decidir se é verdade ou apenas um conto de terror, mas… e se forem reais? 
 
Abaixo, mais uma creepypasta sobre uma obscura história que revela o motivo que teria levado o ator mexicano Carlos Villagrán (Quico) a deixar o programa Chaves no ano de 1977. 
 
No final de 1977, Carlos Villagrán, que desde o início da série interpretava o Quico no “Chaves”, deixa a série. Os motivos reais nunca foram oficialmente divulgados, e inúmeras hipóteses foram levantadas na tentativa de explicar sua saída.

O que é certo, é que Villagrán e Roberto Gomes Bolaños, criador da série e intérprete do personagem-título, nunca mais retomaram a amizade que mantinham desde o início dos anos 70. 
 
Em 1977, quando da saída de Villagrán, o jornal mexicano “El Universal” publicou uma matéria que explicava as razões da rusga entre Villagrán e Bolaños. Segundo o periódico, a saída do Quico deu-se por diferenças criativas.

Durante as filmagens de um episódio piloto, que abriria a temporada de 1978 do programa, Villagrán teria considerado o conteúdo do programa como “repulsivo”, e deixado a equipe na seqüência. Contudo, o jornal não dizia qual era o conteúdo do episódio em questão.

Vilagran, até hoje, recusa-se a comentar esse assunto. Qualquer entrevista em que seja abordado esse assunto é imediatamente encerrada pela equipe de assessores de Villagrán.

Supostamente, o jornal teve acesso a uma cópia do roteiro do episódio em questão, mas não publicou nem mencionou nada acerca de seu conteúdo. Isso seria fruto de um acordo entre a diretoria do periódico com altos executivos da Televisa, que desembolsaram uma quantia substancial em dinheiro para evitar a publicação deste roteiro. É dito que cópias do tal roteiro sobreviveram, guardadas por funcionários do jornal.

O episódio piloto chegou a ser gravado, e mesmo editado, para posterior apresentação perante os executivos da Televisa. É dito que eles teriam ficado horrorizados com o conteúdo. Um diretor de programação, à época, teria dito que o programa era “absolutamente impróprio para crianças, e, na verdade, absolutamente impróprio para qualquer um”.

A gravação original deste episódio foi destruída pela Televisa. Contudo, uma cópia clandestina foi feita por um funcionário da emissora. Essa copia teria sido vendida para um colecionador argentino em 1996, numa transação que teria envolvido algo em torno de 4 mil dólares. 
 
O depoimento a seguir é um compêndio de declarações de alguns funcionários da Televisa que, à época, foram submetidos à exibição do programa. Todos eles pediram para não ser identificados. Poucos chegaram a ver o episódio finalizado e editado, e alguns destes já vieram a falecer. 
 
“A partir da temporada de 1974, o Chaves foi ganhando destaque na programação da Televisa, e conseguindo cada vez mais sucesso junto ao público. Bolaños, porém, artista inquieto que era, queria introduzir mudanças no programa. Poucos sabem, mas à época, Bolaños fazia planos de escrever roteiros de mistério e horror, e abandonar os humorísticos. 
 
Durante a temporada de 1975, Bolaños tenta introduzir alguns desses elementos no ‘Chaves’. Neste ano, vai ao ar o célebre episódio em que Chaves, Quico e Chiquinha entram na casa de Dona Clotilde, e lá, descobrem que ela era, de fato, uma bruxa.

Originalmente, o roteiro previa que a incursão deles à casa da bruxa realmente aconteceria, e a descoberta deles teria implicações em episódios futuros. Executivos da Televisa interviram, e impuseram o final que foi ao ar: tudo não passava de um delírio das crianças. 
 
Ainda nesse ano, vai ao ar um episódio em que as travessuras e trapalhadas de Chaves fazem com que vários moradores da vila comam insetos embebidos em gasolina. O roteiro original previa um programa mais sombrio e grotesco, mas novamente foi alterado por diretores da Televisa. 
 
Nos dois anos seguintes, Bolaños continuou a introduzir elementos sobrenaturais, de horror ou mistério, nos episódios do Chaves. Episódios como aquele em que as crianças assistem um filme de terror, e a ‘saga’ dos espíritos zombeteiros são frutos dessa influência de Bolaños. 
 
No início de 1978, Bolaños decidiu mudar radicalmente o programa. O Chaves, a partir de então, seria um programa de comédia com elementos de horror, mirando um público mais adulto. Mal comparando, algo semelhante à série de filmes ‘Evil Dead’.

Ele escreveu um episódio piloto nessa linha, que chegou a ser filmado e exibido aos executivos de programação da Televisa. A reação foi absolutamente negativa. Os executivos vetaram terminantemente a mudança de rumo proposta por Bolaños. Carlos Villagrán, o Quico, ficou tão horrorizado com o resultado final do episódio que deixou a série.” 
 
A seguir, uma sinopse do conteúdo de tão controverso episódio. Essa sinopse foi escrita a partir de diversos depoimentos de funcionários da Televisa que chegaram a ver o programa finalizado e editado, ou que participaram da gravação, ou mesmo que tiveram acesso ao roteiro. 
 
O episódio começa com Chaves brincando no pátio da vila, indo para lá e pra cá em um patinete. Quico sai de sua casa, vê Chaves brincando e faz expressão zangada. Vai até ele, e segura o guidom do patinete com as duas mãos. Segue-se um diálogo: 
 
-Chaves, quem te deu permissão para mexer nos meus brinquedos? 
 
-É que o patinete estava jogado ali no outro pátio e eu… eu… 
 
Quico fica mais zangado: 
 
-Eu coisa nenhuma Chaves, devolve aqui meu patinete. 
 
Ato contínuo, Quico puxa o patinete bruscamente, derrubando o Chaves. Quico deixa o patinete no chão e ri escandalosamente. Chaves levanta, pega do patinete, empunha-o e avança sobre Quico. 
 
-Agora você vai ver só uma coisa, Quico! 
 
Quico corre e grita “Mamãe!”. Neste meio tempo, Seu Madruga sai de sua casa, e toma o patinete de Chaves, impedindo que ele acerte Quico. Dona Florinda vem para o pátio, apressadamente. 
 
-Mamãe, ele queria me bater com o patinete! 
 
Dona Florinda dá um tapa em Seu Madruga. Diz: 
 
-Vamos tesouro. Não se junte com essa gentalha. 
 
Volta para dentro. Quico aplica o tradicional “gentalha gentalha” em Seu Madruga, e também volta para sua casa. 
 
Nesse momento, um primeiro plano de Seu Madruga revela que seu nariz está sangrando. Ele tenta estancar o sangramento, sob o olhar preocupado de Chaves, mas sem sucesso. Ambas as narinas deitam uma grande quantidade de sangue, até que Seu Madruga cai no chão do pátio. 
 
Corta para Quico, Chiquinha e Chaves na escada da vila. A iluminação do cenário sugere ser noite. Os três choram muito. Em Chaves, cada personagem possui um modo característico de chorar, mas neste momento, não. Eles choram de forma comum, aos soluços. Esse plano dura aproximadamente 1 minuto. 
 
Em seguida, chegam o Professor Girafales e Seu Barriga, acompanhados de 2 policiais. Eles dirigem-se à casa de Dona Florinda. O Professor bate na porta, ninguém atende. Ele chama: 
 
-Dona Florinda, abra a porta por favor. 
 
Não há resposta. O professor abre a porta, os policiais entram, e saem com Dona Florinda algemada. Seu rosto exibe uma imensa apatia enquanto os policiais a levam. Quico, ao ver sua mãe sendo levada, desespera-se: tenta atacar os policiais, mas é contido por Seu Barriga.

Dona Florinda nem parece tomar conhecimento da situação, mantendo sempre a expressão apática e o olhar vazio. Quico, seguro por Seu Barriga, chora muito e balbucia “mamãe” algumas vezes. Depois que os policiais deixam a vila, levando Dona Florinda, Seu Barriga tenta consolar Quico, mas ele corre para casa. 
 
Segue-se um diálogo entre Seu Barriga e Professor Girafales: 
 
- Que tragédia horrível tivemos aqui, Senhor Barriga. 
 
- É verdade professor. Eu devia ter previsto que isso acabaria acontecendo. 
 
- Qual foi a causa da morte? 
 
- Seu Madruga foi boxeador na juventude. Os socos que ele levava causaram um afundamento no crânio. O tapa que a Dona Florinda deu hoje causou um traumatismo bem nessa região. Ele teve uma hemorragia cerebral e não resistiu. 
 
-Uma tragédia horrível, Senhor Barriga! 
 
-Sim. 
 
-Quem cuidará dos preparativos do funeral? 
 
-Eu cuido de tudo Professor. Não se preocupe. O senhor vai ficar aqui com as crianças? 
 
-Sim, naturalmente. 
 
Seu Barriga deixa a vila. Professor Girafales entra na casa de Dona Florinda. 
 
Chiquinha e Chaves continuam sentados na escada. Agora, pararam de chorar, apenas olham fixamente para o vazio. 
 
Dona Clotilde sai de sua casa e vem em direção às crianças. Ela usa uma roupa diferente do que costumamos ver, uma espécie de roupão preto com vários símbolos bordados em vermelho e roxo. 
 
Nesse momento, os depoimentos são contraditórios. Há quem afirme que Dona Clotilde traz consigo um livro semelhante à uma Bíblia. Outros dizem que a fita falha quando ela aparece, e só volta ao normal num momento mais avançado do episódio. Uma fonte descreve que Dona Clotilde vai até a escada e conversa, aos cochichos, com Chiquinha. 
 
O que é consenso é o conteúdo que vem na seqüência. O pátio da vila está vazio, a iluminação é mais tênue do que na seqüência anterior, provavelmente sugerindo que a noite está mais avançada.

Uma panorâmica pelo cenário mostra as escadas vazias, em seguida o centro do pátio, onde está desenhado um grande pentagrama vermelho; e em seguida Chiquinha sentada à porta de sua casa, abraçando os joelhos. Seus pulsos estão enfaixados, e as bandagens sujas de algo que parece ser sangue.

Então, começa a ventar no pátio. Ouvimos um estrondo, é a porta da frente se abrindo. Corta para um reaction shot de Chiquinha: seus olhos estão arregalados, sua boca entreaberta, uma expressão de puro horror. Ouvimos o som de algo pegajoso.

Nunca é possível ver claramente o que ou quem entrou no pátio, mas planos breves, de no máximo 1 segundo, mostram uma figura magra, enrolada num pano branco, deixando atrás de si um rastro de uma substância pegajosa, aparentemente negra. 
 
A figura aproxima-se. Novo reaction shot de Chiquinha: agora ela sorri. 
 
A partir daí, os depoimentos novamente tornam-se contraditórios. Há quem afirme que a fita só apresentava estática depois dessa cena. Outros afirmam que não, mas não souberam dizer o que acontecia depois. Outros preferiram apenas não dizer nada. 
 
O que é certo é que o episódio teve péssima recepção junto aos executivos da Televisa, e que Carlos Villagrán deixou o programa em seguida. Supostamente, uma cópia do episódio existe no acervo de um colecionador argentino, mas, procurado para este trabalho, ele negou veemente possuí-la, e pediu para não ter o nome divulgado.

Diz-se que Bolaños pretendia desdobrar os acontecimentos desse episódio ao longo daquela temporada do Chaves. Não se sabe exatamente o que ele tinha em mente, mas funcionários da Televisa que tiveram acesso à fragmentos do conteúdo, por meio de anotações que Bolaños fazia em seus cadernos; ou mesmo em conversas com o Chesperito, dizem tratar-se de um material absolutamente sombrio e perturbador, obviamente inadequado para um humorístico infantil.

O conteúdo desses fragmentos, porém, permanece desconhecido.




sábado, 9 de novembro de 2013

"Eu já fui um Illuminati": Artigo surpreendente do Baixaki ironiza Os illuminati e seus feitos


Nota do blog: Amigos leitores, esse post foi publicado em 2011, mas como há informações importantes aqui, vou deixa-la como aquivo. E você que ainda não viu confira, uma suposta sátira, com um grande fundo de verdade. E segue a iniformação.

Um artigo de natureza intrigante, publicado por Wikerson Landim para o site "Tecmundo", parte do site de downloads "Baixaki", tem chamado a atenção dos leitores. Primeiro, pelo fato de um site bastante conhecido estar atentando a assuntos considerados meros tabus antigamente, e, segundo, pelo fato de autor usar da ironia (pois ele não é "um Illuminati" e nunca foi) para escrever o artigo e mesmo assim revelar a verdade a respeito dos planos da Nova Ordem Mundial.

Ferramentas com Google, MySpace, Twitter e Facebook, embora possam ser usadas para algum trabalho específico, têm o intuito de criar um grande banco de dados mundial, no qual você poderá ter acesso a informações pessoais de inúmeras pessoas, assim como um grande "Big Brother". 

Isso é exatamente como a Nova Ordem Mundial será: o governo torna-se envolvido em cada aspecto da vida pessoal. Perceba que hoje precisamos de licença para tantas coisas, temos que cadastrar quase tudo, uma pessoal do outro lado do planeta pode ver como sua rua e sua casa se parecem acessando o Google Streetview - estamos sendo vigiados.
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Erro 404: Eu já fui um Illuminati
Revelações explosivas de um ex-membro da sociedade secreta que controla a sua vida.

A partir do momento em que este texto for publicado, minha vida corre perigo. Ponderei muito antes de desabafar e revelar algumas verdades que você nem imagina. Mas estou cansado de ver dia após dia tantas pessoas servindo como massa de manobra para uma minoria absoluta.

A Nova Ordem Mundial está em formação. Você não significa nada para nós, é apenas um peão em meio a nosso tabuleiro particular chamado mundo. Condicionamos você a usar os nossos produtos e a se encantar com as tecnologias que criamos, tudo para que você seja controlado em cada um dos seus passos e possa agir da maneira que for mais conveniente para nós.

Nós temos todas as respostas


Nosso maior salto até agora foi controlar a maneira como você pensa. Ou melhor, a maneira como você acha que pensa. Se você tiver alguma dúvida, sobre qualquer assunto, a quem você vai recorrer? Ao Google, provavelmente. O buscador mais usado no planeta tem todas as respostas que você precisa, ordenadas da maneira que nós queremos que você julgue relevante.

A “googlelização” de tudo foi um de nossos primeiros programas de condicionamento. Nosso propósito era prever o comportamento de cada um de vocês, fazendo com que o pensar se tornasse algo secundário, missão cumprida com sucesso pelos Iluminatti.

Aliás, uma curiosidade: você sabia que as duas letras “o” da palavra Google simbolizam um par de olhos em constante observação do seu comportamento? Estivemos de olho em você o tempo todo, mas você nem se deu conta disso. Admiro a maneira ingênua como vocês se comportam.

O livro dos tolos




O que você está fazendo? Apenas o Google não é o suficiente para que possamos manter o controle sobre você. Por isso, o estimulamos a nos contar de hora em hora tudo aquilo que está acontecendo em sua manipulada vida. Assim, criamos as redes sociais e os microblogs. Colocamos em suas mãos as ferramentas para que você ache que pode fazer o que quiser.

De hora em hora você nos avisa, via Twitter, tudo aquilo que está acontecendo em sua vida primária. “Vou tomar banho”; “vou almoçar no restaurante da esquina”; “estou pensando em fulano”. Não importa o que você esteja fazendo, estamos de olho em você, monitorando a sua vida.

As suas fotos, a maneira como você se diverte e tudo mais o que você faz, controlamos por meio do livro dos tolos, que vocês popularmente conhecem como Facebook. Nele temos informações atualizadas de boa parte da população mundial. Devo confessar que essa é uma das formas mais eficientes de controle que criamos até hoje. E vocês ainda se divertem, não é o máximo, tolos?

O fruto proibido

A Apple é o maior exemplo de condicionamento de massas que conseguimos criar até o momento. A começar pelo nome da empresa, utilizamos como símbolo o fruto proibido para instigar você a ter um produto diferenciado em suas mãos. Mas certamente vocês nem perceberam isso, de tão encantados que ficam com as nossas tecnologias mágicas.

Contudo, nosso plano mais ambicioso até então foi o da “morte” de Steve Jobs. Sim, Steve está vivo e é um dos nossos membros mais ativos e inteligentes. Sete dias depois de anunciarmos a morte dele, chegou ao mercado a nossa ferramenta de controle chamada iPhone 4S. No smartphone, instalamos dois dispositivos: o Find My Friends e o Siri.

O primeiro dispensa explicações: sabemos onde você está sem que você precise fazer nada, basta estar com o seu celular no bolso. Não queremos perdê-lo de vista, vai que você começa a ter ideias anárquicas ou socialistas por aí, é melhor não facilitar. Já o Siri é, sem dúvida, um golpe de mestre.

Siri nada mais é do que uma sigla para “Steve is resting inside”, algo como “Steve descansa aqui dentro”. Como eu já disse, Steve Jobs não morreu. Uma de nossas mentes mais iluminadas, Jobs foi convidado a deixar a vida pueril e assumir a Grande Central de Comando. A partir de lá, ele tem acesso, em tempo real, a todos os diálogos feitos com os iPhones.

Você acha que está conversando com o Siri, mas na verdade está conversando com nossa Grande Central de Comando. Temos centenas de atendentes treinados para respondê-lo da maneira mais conveniente possível para nós. Com sorte você poderá um dia até mesmo ouvir do próprio Steve uma resposta para as suas perguntas fúteis.

E você ainda não acredita


Aposto que você chegou até esse ponto da leitura e continua cético com relação a tudo que eu disse. Continue assim, é exatamente isso que queremos. É tudo tão óbvio, todas as respostas estão na sua frente, mas ainda assim você não é capaz de enxergar e compreender. Para isso contamos com a ajuda de um projeto bastante eficiente, que permite também o controle mental sobre a população.

O nome dele é HAARP, algo que você já deve ter ouvido falar, mas nem se preocupou. Utilizamos uma mescla de ondas de rádio com frequências sonoras para manipular a mente coletiva dos cidadãos, fazendo com que vocês defendam a todo custo suas vidas ilusórias e julguem os nossos projetos como “meras teorias conspiratórias”.

E vem mais por aí
 

Apesar de termos o controle sobre você, ainda queremos mais. Temos algumas ideias em mente como o RG com chip, que permitiria monitorar todos os cidadãos, mesmo aqueles que não têm aparelho nenhum em mãos. Internamente chamamos esse projeto de “a marca das bestas”. Temos certeza que você vai aceitar isso sem maiores restrições, afinal vamos prometer informatização, controle e agilidade em troca da sua liberdade.

Também não queremos que você tenha o trabalho de enviar os seus dados para nós a todo instante. Nossa nova plataforma de controle em expansão se chama “computação nas nuvens”. Na prática, oferecemos um espaço virtual gratuito para você em troca dos seus dados mais confidenciais. Obviamente você vai aceitar, sem pensar duas vezes.

Por conta das revelações que você leu acima, devo ser eliminado muito em breve. Fiz minha parte e esclareci os mistérios ocultos para vocês. Eu sei que provavelmente vocês não irão acreditar e vão dizer que tudo o que eu falei se resume a teorias conspiratórias sem sentido, mas a escolha é de vocês. Quer continuar sendo manipulado? O azar é só seu, minha marionete!

Atenção: Este artigo faz parte do quadro Erro 404, publicado semanalmente às sextas-feiras, cujo objetivo é fornecer um texto descontraído aos leitores do Baixaki. Qualquer semelhança com a realidade é meramente coincidência!


Via: Revellati online      

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Projeto de uma cidade móvel como uma opção para "cenários apocalípticos"





















O arquiteto espanhol Manuel Dominguez, ETSA (School of Architecture), em Madrid, é o autor de um feito impressionante de engenharia e projeto arquitetônico: um telefone da cidade que poderia funcionar na realidade.

No passado, algumas pessoas imaginavam cidades caminhantes, mas ninguém voltou esses sonhos em projetos funcionais. O primeiro propôs essa idéia foi o arquiteto britânico Ron Herron, nos anos 60, mas que tomou cinco décadas para que alguém realmente concluir um projeto que levasse em conta todos os aspectos necessários. O projeto propõe uma cidade móvel, que é autônoma, e capaz de armazenar até 5.000 pessoas e desalojou um enorme trator-esteira como um tanque. Manuel Dominguez, 35, levou 2 anos e meio para desenvolver todo o projeto, o que deu o nome da estrutura muito grande. "Eu fiz isso quase como uma crítica ao projeto final. Sempre nos pedem para fazer projetos que depois nunca ser construído, então eu decidi fazer algo que era realmente ficção científica, mas, ao mesmo tempo, se alguém se atrevesse a construir, pode ser viável" explicou o arquiteto.




















Manuel não descarta que ainda pode haver obstáculos para tornar o projeto uma realidade. "Há muitas coisas que devem ser levadas em conta, mas o peso pode ser um problema. Imaginei um peso máximo de 400 mil toneladas de estrutura, por isso, se alguém fosse realmente construí-la, além de ter um monte de dinheiro, precisa estudar condições do solo, tanto de nível para mover a estrutura para garantir que ele poderia suportar tal peso sem afundar. "




















Dominguez reconhece que, embora pudesse ser construído, ainda é uma utopia, mas diz que "em um futuro onde a subida dos oceanos e as cidades costeiras do nível da água está em perigo, algo como isso poderia ser uma opção, para cenários apocalípticos ou na colonização de planetas ... ".




















VEJAM O MAPA DA CIDADE



Fonte: O correio de Deus    

sábado, 14 de setembro de 2013

Cientistas descobrem gene capaz de tornar pessoas insensíveis à dor

 
Os cientistas alemães descobriram um gene cuja mutação torna as pessoas totalmente insensíveis à dor, de acordo com um artigo publicado na revista Nature Genetics.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que o problema reside no mau funcionamento dos canais de iões nas células que transmitem a dor ao sistema nervoso central. Os especialistas confirmaram seus resultados em ratos.A insensibilidade congênita à dor é uma doença rara. As pessoas que que padecem desta afeção são basicamente saudáveis, no entanto, como elas não sentem dor, sofrem inadvertidamente queimaduras e ferimentos.

Fonte: Voz da Rússia