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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Ebola no Brasil? Homem com suspeita de EBOLA chega ao Rio de Janeiro

Foto de ilustração. Não corresponde ao caso do Rio de Janeiro
Pensem comigo. O homem veio da Guiné, local onde se têm uns dos maiores casos de mortes por ebola no mundo. Então qual a chance dele estar infectado? apenas 50%? Duvido !!! no mínimo é de 90%, sendo que o mesmo veio de um local onde o indicie de pessoas infectadas é GRANDE, e isso quem fala não sou eu, mas sim os próprios dados da OMS.

Segundo denuncias já estamos com casos de suspeita de EBOLA no Brasil faz algum tempo já !!!!

Será que estamos preparados para cuidar de pessoas com EBOLA aqui no Brasil?

A redução populacional já recomeçou? 






Confira:

Paciente chegou em avião da FAB e será levado para a Fiocruz.
Ele chegou ao Brasil dia 19 de setembro e relatou febre nesta quinta (9).


O africano Souleymane Bah, que está com suspeita de ebola, chegou por volta das 6h30 desta sexta-feira (10) na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. O paciente de 47 anos, que é de Guiné, na África Ocidental, chegou em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e foi levado para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é referência em doenças infecciosas. O homem estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) II, no bairro Brasília, em Cascavel, no oeste do Paraná.

O paciente está recebendo os atendimentos básicos, como a medição de temperatura e pressão, e está sob isolamento. Os médicos do instituto devem colher uma amostra de sangue ainda na manhã desta sexta para realizar testes que devem comprovar  se o africano possui ou não a doença.

A amostra colhida será enviada para teste no Instituto Evandro Chagas de Belém, no Pará. Segundo assessoria, a Fiocruz é referência somente no atendimento a doenças infecciosas.

Segundo o infectologista Celso Ramos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apesar de a doença não ter sido confirmada, cuidados com o isolamento do paciente e da equipe que cuida da sua transferência são fundamentais porque a transmissão do ebola se dá, principalmente, pelo contato pessoal.

 O missionário de 47 anos chegou em uma ambulância do SAMU vindo da Base Aérea do Galeão  (Foto: Fábio Tito/G1)

O missionário de 47 anos chegou em uma ambulância do SAMU vindo da Base Aérea do Galeão (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
“Como é uma doença que tem uma letalidade de 50%, são necessárias precauções especiais. A ambulância está, digamos assim, envelopada. É uma ambulância que está designada pela secretaria de Saúde para isso há algum tempo. A equipe está sendo treinada diariamente e está com equipamento de proteção individual”, explicou o infectologista.

O africano veio para o Brasil na condição de refugiado e, de acordo com o documento expedido pela Coordenação Geral de Polícia de Imigração, ele pode permanecer no país até o dia 22 de setembro de 2015.

Polícia Federal emitiu documento autorizando a permanência do africano no Brasil até o dia 22 de setembro (Foto: Divulgação)
Polícia Federal emitiu documento autorizando a permanência do africano no Brasil até o dia 22 de setembro de 2015. (Foto: Divulgação)

De acordo com o Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, a UPA Brasília recebeu o paciente classificado como suspeito de infecção por ebola na quinta-feira (9). O homem, que chegou ao Brasil no dia 19 de setembro vindo da Guiné, com escala em Marrocos, relatou na UPA que na quarta (8) e na manhã desta quinta teve febre.

Até o início da noite de quinta, o africano estava subfebril e não tinha hemorragia, vômitos ou outros sintomas e permanecia em bom estado geral. Apesar disso, ele será mantido em isolamento total até que o diagnóstico seja confirmado. “A doença pelo vírus ebola no começo tem uma manifestação clínica muito inespecífica, ela pode ser qualquer coisa, pode ser uma gripe e não dá para correr o risco”, explicou o infectologista.

O ministério da Saúde destacou que, por estar no 21º dia, limite máximo para o período de incubação da doença, o caso foi considerado suspeito, de acordo com os protocolos internacionais para o ebola. A Guiné é um dos três países que concentram o surto da doença na África.

O ebola só é transmitido por meio do contato com o sangue, tecidos ou fluidos corporais de doentes, ou pelo contato com superfícies e objetos contaminados. O vírus somente é transmitido quando surgem os sintomas.

Nesta sexta, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, que coordena a ação nacional, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, falarão sobre o caso no Ministério da Saúde.

Fonte: G1.com.br

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

EUA confirmam primeiro caso oficial de EBOLA e CDC alerta as funerária para se prepararem para as vitimas

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos confirmaram, nesta terça-feira (30), o primeiro caso de ebola diagnosticado no país.

Trata-se de um paciente que havia sido isolado em um hospital de Dallas, no Texas, depois de apresentar sintomas compatíveis com o ebola. O doente, que não teve seu nome divulgado até o momento, está sendo tratado na instituição.

Vindo da Libéria

Tom Frieden, diretor dos CDC, explicou em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (31) que o paciente viajou da Libéria para os EUA no dia 19 de setembro e não apresentava sintomas.  Ele começou a apresentar sinais da doença quatro ou cinco dias depois. No dia 26, procurou ajuda médica e no dia 28 (domingo) foi isolado no hospital no Texas.


Segundo Frieden, o próximos passo, além de dar a melhor assistência possível ao doente, é identificar as pessoas que tiveram contato com ele quando estava transmitindo a doença. “Assim que essas pessoas forem identificadas serão monitoradas por 21 dias”, disse o diretor.

Ele acrescentou que "algumas pessoas" podem ter sido expostas ao paciente, principalmente membros da família. "É certamente possível que alguém que tenha tido contato com esse indivíduo possa desenvolver ebola nas próximas semanas", afirmou, durante a coletiva.

Outros americanos infectados

Desde que começou a epidemia de ebola na África Ocidental, os Estados Unidos já tinham recebido outros americanos infectados pela doença. Porém, nesses casos, eles já chegaram ao país com o diagnóstico da infecção, com uma estrutura de isolamento já preparada para recebê-los.


Foi o caso do médicos missionários Kent Brantly e Rick Sacra, além da trabalhadora voluntária Nancy Writebol. Infectados na Libéria, os três foram tratados nos Estados Unidos e tiveram alta recentemente.

O Instituto Nacional de Saúde americano (NIH) reportou ainda ter recebido outro médico americano que foi exposto ao vírus enquanto trabalhava em Serra Leoa de maneira voluntária.

Fonte: http://g1.globo.com/


Seria o momento dos caixões da FEMA serem usados?
O Centro de Controle de Doenças (CDC) está aconselhando as funerárias dos Estados Unidos sobre como lidar com os restos mortais de vítimas do Ebola, embora as autoridades façam questão de salientar que o projeto não é um motivo para alarme.
Uma lista de três páginas de recomendações instrui os trabalhadores funerários a usar equipamento de proteção durante o manuseio das vítimas do Ebola, bem como alertando-os a não realizar autópsias ou embalsamar os cadáveres.

"Se o surto do vírus potencialmente mortal está na África Ocidental, por que as funerárias dos EUA estão recebendo orientações?" pergunta a WFSB.com.

Na noite passada, foi revelado que um hospital de Dallas está mantendo uma potencial vítima do Ebola em "isolamento total", após o paciente ser acolhido com base nos sintomas e "histórico de viagem recente."

Alysia English, diretora executiva da Georgia Funeral Directors Association, rejeitou  as sugestões de que os americanos deveriam ser alarmados com as recomendações.
"Absolutamente não. Na verdade, se eles não estavam ouvindo sobre isso, eles deveriam estar muito mais preocupados", disse English.

Como nós relatamos no início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA encomendou 160.000 trajes Hazmat para o Ebola, levantando preocupações de que funcionários estavam se preparando para um surto dentro dos Estados Unidos.

Embora o Ebola tenha estado confinado até agora no continente africano, surgiu a especulação que o vírus poderia ser transmitido pelo ar, pelo menos de forma limitada.
Michael T. Osterholm, diretor do Centro de Investigação em Doenças Infecciosas e Política da Universidade de Minnesota, reconheceu em uma recente página não editorial do The New York Times que os virologistas estão "relutantes em discutir abertamente, mas estão definitivamente considerando em segredo" a possibilidade de que Ebola seja transmitido pelo ar.

O principal virologista alemão Jonas Schmidt-Chanasit causou consternação recentemente quando sugeriu que a batalha contra o Ebola em Serra Leoa e na Libéria foi perdida e que o vírus acabaria por matar 5 milhões de pessoas.

Conforme relatamos em 2009, a Divisão de Cemitérios do Estado de Nova York,  enviou "formulários de mortes em massa" aos cemitérios nessa situação para coletar dados sobre sua capacidade de lidarem com o grande volume de mortes que ocorreriam se houvesse uma pandemia de gripe ou outro desastre.

Fontes principais:

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Acre pede ajuda para combater o EBOLA na fronteira do país!

O Estado do Acre pediu ajuda ao governo federal para controlar o acesso de imigrantes senegaleses na fronteira do Brasil com o Peru, por receio de que alguém contaminado com o vírus do ebola entre no país.

Assim como os haitianos, senegaleses entram no país pela cidade de Assis Brasil, no Acre, antes de regularizar sua situação e viajar para outros locais do país, principalmente São Paulo, em busca de emprego.


Atualmente, dos 260 imigrantes que estão no abrigo da capital Rio Branco, 20 são senegaleses, segundo a Secretaria de Direitos Humanos do Acre.

 

A confirmação da primeira morte pelo vírus no Senegal nesta sexta-feira (29) fez o governo acriano acender o sinal vermelho. O infectado era proveniente da Guiné e morreu em Dakar, capital senegalesa.
 

"Queremos que o governo federal mande uma equipe técnica capacitada para atuar na fronteira, no ingresso dos senegaleses no Brasil", afirma Nilson Mourão, secretário de Direitos Humanos do Acre.
 

"Eles têm de ser fiscalizados e monitorados, e não temos técnicos capazes de fazer esse controle", diz o secretário. "Não há nenhum controle na fronteira, e esse é um problema do governo federal."
 

Técnicos da Polícia Federal, da Receita e do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), que entram em contato direto com os imigrantes, "estão sobressaltados" por medo de serem contaminados, segundo Mourão.

"Eles ainda não pararam, mas estão muito inquietos - e com razão. Eles fazem um trabalho que tem uma relação física direta com esses imigrantes. Eles têm razão em reclamar", diz.

 

 Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vírus ebola atravessa fronteiras; agora é a Índia

saúde, medicina, ebola, África, Ásia
Brasil (omitido pelo governo e pela mídia), EUA, França, Itália, Espanha, Índia, e grande parte da África... Isso ainda vai se alastrar mais...

O mortífero vírus ebola atingiu a Ásia. Na Índia, foi internado um homem que chegou ao aeroporto internacional Indira Gandhi, procedente da Nigéria. Na véspera, na zona de trânsito do aeroporto de Abu-Dhabi, morreu uma mulher, que seguia à Índia proveniente da Nigéria.

Foram-lhe diagnosticados alegados sintomas da febre ebola.

Aeroportos de vários países vão recebendo equipamentos suplementares, incluindo câmaras térmicas e brigadas de médicos. A maior atenção tem sido dedicada aos voos da África e cidadãos dos países africanos.

A Organização Mundial da Saúde já introduziu limitações à deslocação de pessoas contaminadas. Esta categoria abrange os doentes com sintomas suspeitos: tais pessoas podem ser hospitalizadas em regime de quarentena até que sejam feitos exames necessários.

Acontece que até hoje a ebola não tem cura, sendo isolamento um único meio de evitar a pandemia, realça o especialista em virologia, Viktor Larichev:

“O vírus se propaga através de líquidos produzidos pelo homem. Por isso, tudo que estiver em contato com o doente poderá ficar contaminado. Dai, a necessidade de isolamento completo. Na Rússia, tal seria um compartimento isolado, no qual podem entrar médicos, vestidos de escafandros. Mas na África, o nível de serviços epidemiológicos é muito baixo, sendo, pois, indispensáveis medidas drásticas semi-militares”.

Na Libéria, os locais em que permanecem os pacientes contaminados são protegidos por guardas armados. Tal opção surgiu devido à ação de bandidos que, dias antes, tinham atacado uma enfermaria de isolamento na capital liberiana. Eles quebraram a porta, soltaram 20 doentes em quarentena e roubaram equipamentos, inclusive os colchões e a roupa de cama. Na sequência disso, o risco de propagação da doença veio aumentar múltiplas vezes.

O problema tem sido agravado pelo fato de que muitos habitantes da Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e de outros países do oeste africano, afetados pelo surto da doença, se recusam a seguir prescrições de médicos: preferem morrer em casa, pondo em perigo a vida dos familiares. Na opinião de alguns, a morte se causa não pelo vírus, mas por fatores religiosos ou devido à conspiração da civilização ocidental.

Tudo isso e outras superstições tem dificultado o combate à propagação da ebola, assinala o epidemiologista Serguei Romanchuk:

“Tais precedentes não são uma novidade. No Haiti, por exemplo, em que se assistiu a um surto de cólera, a população local também pensava ser vítima de contaminação organizada por pessoas de raça branca. Assim, alguns habitantes locais tinham agredido funcionários e médicos da Organização Mundial da Saúde. No Haiti, o ambiente cultural é idêntico aos costumes liberianos. As pessoas são analfabetas e pouco educadas. Em todo o caso, a epidemia poderá ser vencida. A questão é de forças e meios a utilizar. Um isolamento completo do país sairá muito mais caro”.

Enquanto isso, o número de vítimas da ebola atingiu, no fim da semana passada, 1.145 pessoas. O número de doentes é duas vezes maior com uma possibilidade de sobreviverem igual a 1:10.
Via: http://portuguese.ruvr.ru/n E Libertar.in

domingo, 17 de agosto de 2014

Brasil infectado: Hospital Conceição poderá receber pacientes com ebola no Rio Grande do sul

Secretaria da Saúde do RS elabora plano de contingência para ebola

Em Porto Alegre, Hospital Conceição é referência para tratamento do vírus

O vírus ebola, que já matou quase mil pessoas na África, é no momento uma das maiores preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que acredita na criação de uma vacina somente em 2015.

Embora o Brasil não seja um País que receba muitos africanos, o governo federal já estabeleceu algumas normas para cuidar de casos suspeitos da doença.

O Rio Grande do Sul, no entanto, ainda não tem o plano de contingência pronto para o ebola. O programa está em processo de elaboração, segundo a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde Marilina Bercini.

"O plano de contingência ainda está sendo elaborado. Ele ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo. É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", disse nesta segunda-feira em entrevista ao site do Correio do Povo.

Marilina afirmou que os profissionais da saúde estão avisados sobre como proceder em caso de chegada do vírus em solo gaúcho. A técnica destacou que os aeroportos do Brasil já contam com postos avançados que estão preparados para identificar uma possível contaminação do ebola.

"A Anvisa é responsável por estes postos. Nós já estabelecemos, de acordo com a norma federal, a maneira de transportar o paciente e de como isolá-lo. É importante dizer que o sistema está organizado e a população não irá desassistida", garantiu. A técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde comentou que o interior não é mais vulnerável à chegada do vírus do que a Capital.

"O que precisa ser cuidado é a origem do paciente. No momento, existem pelo menos quatro países onde o ebola está concentrado: Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. Se algum caso surgir nas cidades do interior, o paciente será encaminhado ao hospital de referência mais próximo, o que significa dizer que ele não precisa ser transportado para Porto Alegre", explicou Marilina.

Marilina disse que o ebola, conhecido desde 1976, nunca teve um comportamento tão agressivo como agora. Ela garantiu que não há risco de contato imediato por se tratar de uma "doença lenta".

"Na década de 70, nós tínhamos cerca de 100 casos de ebola. Agora, os quadros aumentaram porque a prevenção nos países africanos não é feita de forma adequada, muito pela característica cultural daquele continente, de às vezes não acreditar no trabalho da medicina", argumentou.


O nome da denunciante do Hospital foi mantido em sigilo pela própria segurança dela.)



Referência: CBN Brasil

Fontes: Libertar , Correio do Povo  e Nos dias de Noé

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

"Alerta de Emergência": Ebola chega na França e tudo indica que no Brasil também

O membro da Assembleia National da França, Patrick Balkany, emite "alerta de emergência", afirmando que o vírus Ebola atingiu a França. Seus comentários foram rapidamente negados pelas autoridades de saúde do país.

"De acordo com fontes médicas confiáveis, vários casos foram relatados no território francês", afirmou Balkany em seu site, acrescentando: "Isso não cai do céu... mas dado o segredo médico, não posso revelar minha fonte".

 

Sylvain Baeta, diretor do Centro de Referência Nacional (CRN), repudiou a alegação, afirmando em um e-mail: "Eu posso te dizer que até o momento não há casos confirmados de infecção com o vírus Ebola na França."
 

Balkany disse que a chegada de Ebola constituiu um "alerta de emergência" e prometeu revelar mais informações de onde precisamente os casos foram localizados através do envio de uma carta oficial ao ministro francês da Saúde, Marisol Touraine.
 

Se o vírus Ebola chegasse na Europa, a França seria um dos destinos mais prováveis ​​dada a grande quantidade de imigrantes do país a partir de países africanos. Quase 43 por cento de todos os imigrantes na França têm origens africanas, aumentando as chances de imigrantes ou membros de suas famílias indo e vindo de países atingidos pelo Ebola.
 

Um padre espanhol idoso tornou-se o primeiro europeu a morrer de Ebola no início desta semana depois de ser evacuado da Libéria em 7 de agosto. Miguel Pajares de 75 anos de idade,  recebeu o soro experimental ZMapp mas o tratamento falhou.
 

O vírus Ebola já matou mais de 1.000 pessoas até agora e é o pior surto da história. Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a crise é uma emergência de saúde pública internacional e em seguida deu sinal verde para as vacinas experimentais serem testadas nas vítimas.

Como informamos ontem, o ex-funcionário da FDA Scott Gottlieb advertiu que se o vírus atingir os Estados Unidos, o CDC promulgaria os procedimentos de emergência que poderiam levar a americanos saudáveis que não apresentam sintomas da doença a serem retidos pela força, por um período indefinido de tempo. Leia mais no post "Se o Ebola Atingir os EUA, até Mesmo os Americanos Saudáveis Serão Colocados em Quarentena".

Fontes:
- Infowars: MP claims ebola virus has arrived in France
- Slate: Patrick Balkany affirme qu'Ebola est en France... au risque de créer la panique
- Le Monde FR: Patrick Balkany voit le virus Ebola en France
- Yahoo: Evacuated Spanish priest first European to die of Ebola
- Prison Planet: Former FDA Official Warns of “Spooky Scenarios” if Ebola Hits U.S.



Agora vejam esse vídeo do nosso amigo e dono do site Libertar.in, Marcos Goes.


Fique em alerta !!!

Os primeiros sintomas do Ebola são febre, fortes dores de cabeça, mau estar geral, dor de garganta e cansaço e, por isso pode ser confundido com uma simples gripe.
Porém, após 1 semana de desenvolvimento da doença surgem outros sintomas, como:
  • Manchas vermelhas no rosto;
  • Bolhas de sangue na pele
  • Sangramento dos olhos, nariz, boca e ânus;
  • Dores fortes no peito;
  • Períodos de irritabilidade;
  • Falta de memória;
  • Vômitos, náuseas e diarreia.
Quando existe suspeita de infecção pelo Ebola, o indivíduo deve mantido em vigilância e a sua temperatura corporal deve ser avaliada 2 vezes por dia, durante cerca de 3 semanas. Se nesse período apresentar febre superior a 38,3º, deve ser internado em isolamento no hospital.

O Ebola é uma doença altamente contagiosa que é transmitida pelo contacto com o sangue, urina, fezes, vômito, lágrimas, sêmen e fluidos vaginais de pessoas contaminadas, objetos contaminados, como roupas do doente, e por secreções respiratórias de animais doentes.

Tratamento do vírus Ebola

O tratamento do vírus Ebola deve ser feito em isolamento no hospital e, normalmente, consiste em aliviar os sintomas do paciente, através do uso de remédios para febre, vômitos e dores.
Apesar de ser uma doença grave, com alta taxa de mortalidade, existem pacientes que foram contaminados com Ebola e que ficaram curados, tornando-se imunes ao vírus Ebola. 
Com informações: TuaSaude.com.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

"Medicamento secreto" pode ter salvado americanos que foram infectados pelo Ebola

Respondendo ao questionamento do site, digo o seguinte: 

"Porque faz parte do plano da elite. A redução da população mundial !!! Fora que poderão ganhar uma grana com todo essa pânico criado por eles. A cura sempre teve, pois foram os mesmos que criaram ou que desenvolveram a doença a partir de um vírus já existente. À elite é a verdadeira doença mundial"


Confira:

Três frascos do que pode ser uma espécie de “medicamento secreto” para a cura do Ebola foram levados à Libéria na última semana. De acordo com a CNN, o objetivo era salvar dois trabalhadores missionários norte-americanos que contraíram o vírus quando estavam na África.

Um representante do Instituto Nacional de Saúde, contratado pela instituição Samaritan’s Purse - mesma empresa da qual o médico Kent Brantly e a voluntária Nancy Writebol fazem parte - realizou um teste nos pacientes, que seguem sob cuidados médicos, mas já apresentam melhoras.

O tratamento experimental chamado ZMapp funciona à base de um medicamento desenvolvido pela empresa de biotecnologia Mapp Biopharmaceutical Inc. Armazenada em temperaturas abaixo de zero, a droga nunca havia sido testada em seres humanos.

Durante os testes feitos pelos americanos, quatro macacos infectados pelo Ebola receberam doses do soro e sobreviveram.

Os norte-americanos não informaram o porquê de os testes não terem sido feitos anteriormente, com os africanos que foram infectados e desenvolveram a doença.


Fonte da notícia: Correio 24 horas

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Alerta: Africano é internado em SP com suspeita de EBOLA


Estou muito desconfiado: E se a mídia e o governo estiverem escondendo uma realidade de nós para que não haja alarme?
 
Um homem que desembarcou no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, na manhã de hoje, foi levado para o hospital Emílio Ribas, na Região Central da capital e está internado numa área isolada. O africano, cujo nome não foi revelado, passa por exames que podem revelar a contaminação pelo vírus Ebola.


As fronteiras entre Guiné, Libéria e Serra Leoa foram fechadas devido ao surto do vírus Ebola, que deixou mais de 700 mortos.A Organização Mundial de Saúde alertou que o Ebola pode provocar uma perda catastrófica de vidas e severos prejuízos econômicos, se continuar a se espalhar.


Fonte: CBN e Libertar.in

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Epidemia de ebola provoca temor de ameaça global

Freetown, Serra Leoa. Desde março deste ano, a epidemia de ebola que atinge a África Ocidental já atingiu 1.201 pessoas, matando 672 delas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A epidemia, que não tem precedentes, surgiu na Guiné no começo do ano e se espalhou na região, atingindo Serra Leoa e Libéria.


Nesta quinta, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou um comunicado desaconselhando viagens “não essenciais” aos países africanos atingidos pelo ebola. Segundo Tom Frieden, diretor do centro, o objetivo não é apenas proteger os viajantes norte-americanos, mas também evitar que eles precisem recorrer a clínicas e hospitais africanos já superlotados.

Também nesta quinta, dois países, Serra Leoa e Libéria, decretaram estado de emergência em razão da epidemia. Os países também ordenaram o fechamento de escolas e mercados e puseram em quarentena comunidades afetadas pelo vírus.

A presidente liberiana, Ellen Sirleaf, e o presidente leonês, Ernest Bai Koroma, ainda cancelaram suas viagens a Washington para a cúpula EUA-África na próxima semana e devem se encontrar nesta sexta na Guiné para discutir o combate à epidemia.

Para OMS, a proibição de viagens é exagero





Freetown. A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda restrições de viagens ou fechamento de fronteiras devido ao surto de ebola.





A Associação das Companhias Aéreas (IATA) emitiu o comunicado depois de consultas com a OMS e a agência de aviação da ONU, após o caso de um homem que morreu de ebola depois de tomar um voo da Libéria para a Nigéria, com uma escala em Lomé, no Togo. A associação disse que o ebola só é transmitido quando os pacientes apresentam sintomas graves. “É altamente improvável que alguém que sofra esses sintomas se senta bem o suficiente para viajar”, disse a IATA.

Fonte: O Tempo



quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pesquisador desenvolve vírus da gripe capaz de exterminar a humanidade

Nova cepa é capaz de escapar da ação do sistema imunológico e torna os humanos completamente vulneráveis à infecção.

De acordo com o The Independent, Yoshiro Kawaoka, um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, desenvolveu uma nova cepa do vírus da gripe capaz de passar completamente despercebida pelo sistema imunológico dos seres humanos. Baseado no H1N1, que matou cerca de meio milhão de pessoas há poucos anos, o novo vírus poderia potencialmente aniquilar a população do planeta.

Segundo Kawaoka — que realizou os trabalhos em um laboratório classificado com um modesto “nível 2” de biossegurança —, a nova cepa foi desenvolvida durante uma pesquisa na qual o cientista pretendia converter o H1N1 até seu estado pré-pandêmico. A intenção era analisar e monitorar as mutações sofridas pelo vírus e, então, depois de entender os processos genéticos envolvidos, trabalhar na criação de melhores vacinas.

Cientista maluco?


O pesquisador foi selecionando mutações específicas do H1H1 capazes de escapar da ação neutralizadora dos anticorpos do sistema imunológico, repetindo esse processo até conseguir criar um vírus contra o qual os seres humanos são completamente indefesos. Atualmente, a maioria das pessoas desenvolveu certo grau de imunidade contra o H1N1, o terrível agente que provocou a morte de milhares de doentes em 2009.

Isso significa que hoje a gripe provocada pelo H1N1 já pode ser tratada como uma doença menos perigosa. No entanto, apesar de o objetivo da pesquisa ser o desenvolvimento de melhores vacinas, depois da divulgação da notícia sobre e estudo realizado por Kawaoka, alguns cientistas conscientes das suas implicações estão aterrorizados.

Segundo o The Independent, a preocupação está no fato de Kawaoka ter recebido permissão para remover a única defesa que temos contra um vírus que já demonstrou sua capacidade de provocar pandemias mortais. Os detalhes sobre a pesquisa ainda não foram divulgados, mas o cientista informou que os estudos já foram finalizados e estão prontos para serem enviados para aprovação e posterior publicação em um periódico científico.

Brincando com o perigo


Aliás, esta não é a primeira vez que Kawaoka choca a comunidade científica com seus estudos. Em trabalhos anteriores, o pesquisador tentou recriar o vírus de 1918 que provocou a Gripe Espanhola — que infectou meio bilhão de pessoas e matou um número estimado entre 50 e 100 milhões — e trabalhou em um projeto para aumentar a transmissibilidade de uma cepa altamente mortal da gripe aviária.

Desta vez, Kawaoka basicamente utilizou um vírus capaz de provocar pandemias e o tornou resistente a qualquer tipo de vacina. Portanto, se os trabalhos anteriores do cientista eram perigosos, a pesquisa atual vem sendo considerada pela comunidade científica como maluca. Isso sem falar que o estudo foi conduzido em um laboratório cujo nível de biossegurança não é o mais alto.

A Universidade de Wisconsin-Madison garantiu que o risco de que o vírus escape acidentalmente é extremamente baixo, mas integrantes do comitê de biossegurança da instituição já demonstraram preocupação, visto que, quando a pesquisa de Kawaoka foi aprovada, os membros supostamente não teriam sido informados sobre alguns detalhes importantes do estudo.

Fonte: http://nzn.me/m44790

terça-feira, 19 de novembro de 2013

22/11/2013: Estamos todos infectados!? Será?


Um novo vídeo "assustador" foi upado no Youtube. Ele faz referência aos Chemtrails e um suposto "vírus" que é lançado pelos rastros e já infectou "todo mundo"... 






Citar: Nós todos estamos.

Você, eu, todos nós.

Estamos todos infectados com uma doença baseada em nanotecnologia que biologicamente ' instala ' um BioAPI em seu cérebro , conectando sua mente para um computador quântico controlados pela inteligência artificial avançada.

Espalhados via Chemtrails, o vírus é orgânicos e inorgânicos na natureza, utilizandam partículas de alumínio nano como blocos de construção para os componentes inorgânicos do sistema BioAPI. Uma vez instalado, o seu cérebro, pensamentos e consciência são hard-wired na mente colmeia.

Ele lê a sua mente, controla seus padrões de pensamento e influencia todas as suas decisões. Ele te observa enquanto você dorme. Todos os seus pensamentos são processados, gravados e alterados em tempo real.

Todo mundo está em fase 1, de instalado. Indivíduos visados ​​possuem a fase 2, de ativado. Na fase 2, o sistema orgânico é dinâmico e indivíduos "alvos" são controlados mentalmente, e todos ao seu redor, a fim de perseguir, subverter, estudar e destruir aqueles que ele vê como uma ameaça. Controle da mente em tempo real em uma escala global através de uma nanotecnologia de poder inimaginável.

Esforços extremos foram feitos para nos prevenir de lançar esta informação. Temos pouco tempo antes da mudança ser invertida e as luzes se apagarem.

Parece que os designers da doença a tornaram possível para ser curada.

Há esperança. A sobrevivência é uma escolha. A única opção que lhe resta. Siga o coelho branco... 


Veja o Vídeo: 


Fonte: Before its news