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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Ebola no Brasil? Homem com suspeita de EBOLA chega ao Rio de Janeiro

Foto de ilustração. Não corresponde ao caso do Rio de Janeiro
Pensem comigo. O homem veio da Guiné, local onde se têm uns dos maiores casos de mortes por ebola no mundo. Então qual a chance dele estar infectado? apenas 50%? Duvido !!! no mínimo é de 90%, sendo que o mesmo veio de um local onde o indicie de pessoas infectadas é GRANDE, e isso quem fala não sou eu, mas sim os próprios dados da OMS.

Segundo denuncias já estamos com casos de suspeita de EBOLA no Brasil faz algum tempo já !!!!

Será que estamos preparados para cuidar de pessoas com EBOLA aqui no Brasil?

A redução populacional já recomeçou? 






Confira:

Paciente chegou em avião da FAB e será levado para a Fiocruz.
Ele chegou ao Brasil dia 19 de setembro e relatou febre nesta quinta (9).


O africano Souleymane Bah, que está com suspeita de ebola, chegou por volta das 6h30 desta sexta-feira (10) na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. O paciente de 47 anos, que é de Guiné, na África Ocidental, chegou em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e foi levado para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é referência em doenças infecciosas. O homem estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) II, no bairro Brasília, em Cascavel, no oeste do Paraná.

O paciente está recebendo os atendimentos básicos, como a medição de temperatura e pressão, e está sob isolamento. Os médicos do instituto devem colher uma amostra de sangue ainda na manhã desta sexta para realizar testes que devem comprovar  se o africano possui ou não a doença.

A amostra colhida será enviada para teste no Instituto Evandro Chagas de Belém, no Pará. Segundo assessoria, a Fiocruz é referência somente no atendimento a doenças infecciosas.

Segundo o infectologista Celso Ramos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apesar de a doença não ter sido confirmada, cuidados com o isolamento do paciente e da equipe que cuida da sua transferência são fundamentais porque a transmissão do ebola se dá, principalmente, pelo contato pessoal.

 O missionário de 47 anos chegou em uma ambulância do SAMU vindo da Base Aérea do Galeão  (Foto: Fábio Tito/G1)

O missionário de 47 anos chegou em uma ambulância do SAMU vindo da Base Aérea do Galeão (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
“Como é uma doença que tem uma letalidade de 50%, são necessárias precauções especiais. A ambulância está, digamos assim, envelopada. É uma ambulância que está designada pela secretaria de Saúde para isso há algum tempo. A equipe está sendo treinada diariamente e está com equipamento de proteção individual”, explicou o infectologista.

O africano veio para o Brasil na condição de refugiado e, de acordo com o documento expedido pela Coordenação Geral de Polícia de Imigração, ele pode permanecer no país até o dia 22 de setembro de 2015.

Polícia Federal emitiu documento autorizando a permanência do africano no Brasil até o dia 22 de setembro (Foto: Divulgação)
Polícia Federal emitiu documento autorizando a permanência do africano no Brasil até o dia 22 de setembro de 2015. (Foto: Divulgação)

De acordo com o Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, a UPA Brasília recebeu o paciente classificado como suspeito de infecção por ebola na quinta-feira (9). O homem, que chegou ao Brasil no dia 19 de setembro vindo da Guiné, com escala em Marrocos, relatou na UPA que na quarta (8) e na manhã desta quinta teve febre.

Até o início da noite de quinta, o africano estava subfebril e não tinha hemorragia, vômitos ou outros sintomas e permanecia em bom estado geral. Apesar disso, ele será mantido em isolamento total até que o diagnóstico seja confirmado. “A doença pelo vírus ebola no começo tem uma manifestação clínica muito inespecífica, ela pode ser qualquer coisa, pode ser uma gripe e não dá para correr o risco”, explicou o infectologista.

O ministério da Saúde destacou que, por estar no 21º dia, limite máximo para o período de incubação da doença, o caso foi considerado suspeito, de acordo com os protocolos internacionais para o ebola. A Guiné é um dos três países que concentram o surto da doença na África.

O ebola só é transmitido por meio do contato com o sangue, tecidos ou fluidos corporais de doentes, ou pelo contato com superfícies e objetos contaminados. O vírus somente é transmitido quando surgem os sintomas.

Nesta sexta, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, que coordena a ação nacional, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, falarão sobre o caso no Ministério da Saúde.

Fonte: G1.com.br

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

EUA confirmam primeiro caso oficial de EBOLA e CDC alerta as funerária para se prepararem para as vitimas

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos confirmaram, nesta terça-feira (30), o primeiro caso de ebola diagnosticado no país.

Trata-se de um paciente que havia sido isolado em um hospital de Dallas, no Texas, depois de apresentar sintomas compatíveis com o ebola. O doente, que não teve seu nome divulgado até o momento, está sendo tratado na instituição.

Vindo da Libéria

Tom Frieden, diretor dos CDC, explicou em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (31) que o paciente viajou da Libéria para os EUA no dia 19 de setembro e não apresentava sintomas.  Ele começou a apresentar sinais da doença quatro ou cinco dias depois. No dia 26, procurou ajuda médica e no dia 28 (domingo) foi isolado no hospital no Texas.


Segundo Frieden, o próximos passo, além de dar a melhor assistência possível ao doente, é identificar as pessoas que tiveram contato com ele quando estava transmitindo a doença. “Assim que essas pessoas forem identificadas serão monitoradas por 21 dias”, disse o diretor.

Ele acrescentou que "algumas pessoas" podem ter sido expostas ao paciente, principalmente membros da família. "É certamente possível que alguém que tenha tido contato com esse indivíduo possa desenvolver ebola nas próximas semanas", afirmou, durante a coletiva.

Outros americanos infectados

Desde que começou a epidemia de ebola na África Ocidental, os Estados Unidos já tinham recebido outros americanos infectados pela doença. Porém, nesses casos, eles já chegaram ao país com o diagnóstico da infecção, com uma estrutura de isolamento já preparada para recebê-los.


Foi o caso do médicos missionários Kent Brantly e Rick Sacra, além da trabalhadora voluntária Nancy Writebol. Infectados na Libéria, os três foram tratados nos Estados Unidos e tiveram alta recentemente.

O Instituto Nacional de Saúde americano (NIH) reportou ainda ter recebido outro médico americano que foi exposto ao vírus enquanto trabalhava em Serra Leoa de maneira voluntária.

Fonte: http://g1.globo.com/


Seria o momento dos caixões da FEMA serem usados?
O Centro de Controle de Doenças (CDC) está aconselhando as funerárias dos Estados Unidos sobre como lidar com os restos mortais de vítimas do Ebola, embora as autoridades façam questão de salientar que o projeto não é um motivo para alarme.
Uma lista de três páginas de recomendações instrui os trabalhadores funerários a usar equipamento de proteção durante o manuseio das vítimas do Ebola, bem como alertando-os a não realizar autópsias ou embalsamar os cadáveres.

"Se o surto do vírus potencialmente mortal está na África Ocidental, por que as funerárias dos EUA estão recebendo orientações?" pergunta a WFSB.com.

Na noite passada, foi revelado que um hospital de Dallas está mantendo uma potencial vítima do Ebola em "isolamento total", após o paciente ser acolhido com base nos sintomas e "histórico de viagem recente."

Alysia English, diretora executiva da Georgia Funeral Directors Association, rejeitou  as sugestões de que os americanos deveriam ser alarmados com as recomendações.
"Absolutamente não. Na verdade, se eles não estavam ouvindo sobre isso, eles deveriam estar muito mais preocupados", disse English.

Como nós relatamos no início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA encomendou 160.000 trajes Hazmat para o Ebola, levantando preocupações de que funcionários estavam se preparando para um surto dentro dos Estados Unidos.

Embora o Ebola tenha estado confinado até agora no continente africano, surgiu a especulação que o vírus poderia ser transmitido pelo ar, pelo menos de forma limitada.
Michael T. Osterholm, diretor do Centro de Investigação em Doenças Infecciosas e Política da Universidade de Minnesota, reconheceu em uma recente página não editorial do The New York Times que os virologistas estão "relutantes em discutir abertamente, mas estão definitivamente considerando em segredo" a possibilidade de que Ebola seja transmitido pelo ar.

O principal virologista alemão Jonas Schmidt-Chanasit causou consternação recentemente quando sugeriu que a batalha contra o Ebola em Serra Leoa e na Libéria foi perdida e que o vírus acabaria por matar 5 milhões de pessoas.

Conforme relatamos em 2009, a Divisão de Cemitérios do Estado de Nova York,  enviou "formulários de mortes em massa" aos cemitérios nessa situação para coletar dados sobre sua capacidade de lidarem com o grande volume de mortes que ocorreriam se houvesse uma pandemia de gripe ou outro desastre.

Fontes principais:

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Epidemia de ebola provoca temor de ameaça global

Freetown, Serra Leoa. Desde março deste ano, a epidemia de ebola que atinge a África Ocidental já atingiu 1.201 pessoas, matando 672 delas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A epidemia, que não tem precedentes, surgiu na Guiné no começo do ano e se espalhou na região, atingindo Serra Leoa e Libéria.


Nesta quinta, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou um comunicado desaconselhando viagens “não essenciais” aos países africanos atingidos pelo ebola. Segundo Tom Frieden, diretor do centro, o objetivo não é apenas proteger os viajantes norte-americanos, mas também evitar que eles precisem recorrer a clínicas e hospitais africanos já superlotados.

Também nesta quinta, dois países, Serra Leoa e Libéria, decretaram estado de emergência em razão da epidemia. Os países também ordenaram o fechamento de escolas e mercados e puseram em quarentena comunidades afetadas pelo vírus.

A presidente liberiana, Ellen Sirleaf, e o presidente leonês, Ernest Bai Koroma, ainda cancelaram suas viagens a Washington para a cúpula EUA-África na próxima semana e devem se encontrar nesta sexta na Guiné para discutir o combate à epidemia.

Para OMS, a proibição de viagens é exagero





Freetown. A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda restrições de viagens ou fechamento de fronteiras devido ao surto de ebola.





A Associação das Companhias Aéreas (IATA) emitiu o comunicado depois de consultas com a OMS e a agência de aviação da ONU, após o caso de um homem que morreu de ebola depois de tomar um voo da Libéria para a Nigéria, com uma escala em Lomé, no Togo. A associação disse que o ebola só é transmitido quando os pacientes apresentam sintomas graves. “É altamente improvável que alguém que sofra esses sintomas se senta bem o suficiente para viajar”, disse a IATA.

Fonte: O Tempo



quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pesquisador desenvolve vírus da gripe capaz de exterminar a humanidade

Nova cepa é capaz de escapar da ação do sistema imunológico e torna os humanos completamente vulneráveis à infecção.

De acordo com o The Independent, Yoshiro Kawaoka, um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, desenvolveu uma nova cepa do vírus da gripe capaz de passar completamente despercebida pelo sistema imunológico dos seres humanos. Baseado no H1N1, que matou cerca de meio milhão de pessoas há poucos anos, o novo vírus poderia potencialmente aniquilar a população do planeta.

Segundo Kawaoka — que realizou os trabalhos em um laboratório classificado com um modesto “nível 2” de biossegurança —, a nova cepa foi desenvolvida durante uma pesquisa na qual o cientista pretendia converter o H1N1 até seu estado pré-pandêmico. A intenção era analisar e monitorar as mutações sofridas pelo vírus e, então, depois de entender os processos genéticos envolvidos, trabalhar na criação de melhores vacinas.

Cientista maluco?


O pesquisador foi selecionando mutações específicas do H1H1 capazes de escapar da ação neutralizadora dos anticorpos do sistema imunológico, repetindo esse processo até conseguir criar um vírus contra o qual os seres humanos são completamente indefesos. Atualmente, a maioria das pessoas desenvolveu certo grau de imunidade contra o H1N1, o terrível agente que provocou a morte de milhares de doentes em 2009.

Isso significa que hoje a gripe provocada pelo H1N1 já pode ser tratada como uma doença menos perigosa. No entanto, apesar de o objetivo da pesquisa ser o desenvolvimento de melhores vacinas, depois da divulgação da notícia sobre e estudo realizado por Kawaoka, alguns cientistas conscientes das suas implicações estão aterrorizados.

Segundo o The Independent, a preocupação está no fato de Kawaoka ter recebido permissão para remover a única defesa que temos contra um vírus que já demonstrou sua capacidade de provocar pandemias mortais. Os detalhes sobre a pesquisa ainda não foram divulgados, mas o cientista informou que os estudos já foram finalizados e estão prontos para serem enviados para aprovação e posterior publicação em um periódico científico.

Brincando com o perigo


Aliás, esta não é a primeira vez que Kawaoka choca a comunidade científica com seus estudos. Em trabalhos anteriores, o pesquisador tentou recriar o vírus de 1918 que provocou a Gripe Espanhola — que infectou meio bilhão de pessoas e matou um número estimado entre 50 e 100 milhões — e trabalhou em um projeto para aumentar a transmissibilidade de uma cepa altamente mortal da gripe aviária.

Desta vez, Kawaoka basicamente utilizou um vírus capaz de provocar pandemias e o tornou resistente a qualquer tipo de vacina. Portanto, se os trabalhos anteriores do cientista eram perigosos, a pesquisa atual vem sendo considerada pela comunidade científica como maluca. Isso sem falar que o estudo foi conduzido em um laboratório cujo nível de biossegurança não é o mais alto.

A Universidade de Wisconsin-Madison garantiu que o risco de que o vírus escape acidentalmente é extremamente baixo, mas integrantes do comitê de biossegurança da instituição já demonstraram preocupação, visto que, quando a pesquisa de Kawaoka foi aprovada, os membros supostamente não teriam sido informados sobre alguns detalhes importantes do estudo.

Fonte: http://nzn.me/m44790