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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

EUA confirmam primeiro caso oficial de EBOLA e CDC alerta as funerária para se prepararem para as vitimas

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos confirmaram, nesta terça-feira (30), o primeiro caso de ebola diagnosticado no país.

Trata-se de um paciente que havia sido isolado em um hospital de Dallas, no Texas, depois de apresentar sintomas compatíveis com o ebola. O doente, que não teve seu nome divulgado até o momento, está sendo tratado na instituição.

Vindo da Libéria

Tom Frieden, diretor dos CDC, explicou em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (31) que o paciente viajou da Libéria para os EUA no dia 19 de setembro e não apresentava sintomas.  Ele começou a apresentar sinais da doença quatro ou cinco dias depois. No dia 26, procurou ajuda médica e no dia 28 (domingo) foi isolado no hospital no Texas.


Segundo Frieden, o próximos passo, além de dar a melhor assistência possível ao doente, é identificar as pessoas que tiveram contato com ele quando estava transmitindo a doença. “Assim que essas pessoas forem identificadas serão monitoradas por 21 dias”, disse o diretor.

Ele acrescentou que "algumas pessoas" podem ter sido expostas ao paciente, principalmente membros da família. "É certamente possível que alguém que tenha tido contato com esse indivíduo possa desenvolver ebola nas próximas semanas", afirmou, durante a coletiva.

Outros americanos infectados

Desde que começou a epidemia de ebola na África Ocidental, os Estados Unidos já tinham recebido outros americanos infectados pela doença. Porém, nesses casos, eles já chegaram ao país com o diagnóstico da infecção, com uma estrutura de isolamento já preparada para recebê-los.


Foi o caso do médicos missionários Kent Brantly e Rick Sacra, além da trabalhadora voluntária Nancy Writebol. Infectados na Libéria, os três foram tratados nos Estados Unidos e tiveram alta recentemente.

O Instituto Nacional de Saúde americano (NIH) reportou ainda ter recebido outro médico americano que foi exposto ao vírus enquanto trabalhava em Serra Leoa de maneira voluntária.

Fonte: http://g1.globo.com/


Seria o momento dos caixões da FEMA serem usados?
O Centro de Controle de Doenças (CDC) está aconselhando as funerárias dos Estados Unidos sobre como lidar com os restos mortais de vítimas do Ebola, embora as autoridades façam questão de salientar que o projeto não é um motivo para alarme.
Uma lista de três páginas de recomendações instrui os trabalhadores funerários a usar equipamento de proteção durante o manuseio das vítimas do Ebola, bem como alertando-os a não realizar autópsias ou embalsamar os cadáveres.

"Se o surto do vírus potencialmente mortal está na África Ocidental, por que as funerárias dos EUA estão recebendo orientações?" pergunta a WFSB.com.

Na noite passada, foi revelado que um hospital de Dallas está mantendo uma potencial vítima do Ebola em "isolamento total", após o paciente ser acolhido com base nos sintomas e "histórico de viagem recente."

Alysia English, diretora executiva da Georgia Funeral Directors Association, rejeitou  as sugestões de que os americanos deveriam ser alarmados com as recomendações.
"Absolutamente não. Na verdade, se eles não estavam ouvindo sobre isso, eles deveriam estar muito mais preocupados", disse English.

Como nós relatamos no início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA encomendou 160.000 trajes Hazmat para o Ebola, levantando preocupações de que funcionários estavam se preparando para um surto dentro dos Estados Unidos.

Embora o Ebola tenha estado confinado até agora no continente africano, surgiu a especulação que o vírus poderia ser transmitido pelo ar, pelo menos de forma limitada.
Michael T. Osterholm, diretor do Centro de Investigação em Doenças Infecciosas e Política da Universidade de Minnesota, reconheceu em uma recente página não editorial do The New York Times que os virologistas estão "relutantes em discutir abertamente, mas estão definitivamente considerando em segredo" a possibilidade de que Ebola seja transmitido pelo ar.

O principal virologista alemão Jonas Schmidt-Chanasit causou consternação recentemente quando sugeriu que a batalha contra o Ebola em Serra Leoa e na Libéria foi perdida e que o vírus acabaria por matar 5 milhões de pessoas.

Conforme relatamos em 2009, a Divisão de Cemitérios do Estado de Nova York,  enviou "formulários de mortes em massa" aos cemitérios nessa situação para coletar dados sobre sua capacidade de lidarem com o grande volume de mortes que ocorreriam se houvesse uma pandemia de gripe ou outro desastre.

Fontes principais:

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vírus ebola atravessa fronteiras; agora é a Índia

saúde, medicina, ebola, África, Ásia
Brasil (omitido pelo governo e pela mídia), EUA, França, Itália, Espanha, Índia, e grande parte da África... Isso ainda vai se alastrar mais...

O mortífero vírus ebola atingiu a Ásia. Na Índia, foi internado um homem que chegou ao aeroporto internacional Indira Gandhi, procedente da Nigéria. Na véspera, na zona de trânsito do aeroporto de Abu-Dhabi, morreu uma mulher, que seguia à Índia proveniente da Nigéria.

Foram-lhe diagnosticados alegados sintomas da febre ebola.

Aeroportos de vários países vão recebendo equipamentos suplementares, incluindo câmaras térmicas e brigadas de médicos. A maior atenção tem sido dedicada aos voos da África e cidadãos dos países africanos.

A Organização Mundial da Saúde já introduziu limitações à deslocação de pessoas contaminadas. Esta categoria abrange os doentes com sintomas suspeitos: tais pessoas podem ser hospitalizadas em regime de quarentena até que sejam feitos exames necessários.

Acontece que até hoje a ebola não tem cura, sendo isolamento um único meio de evitar a pandemia, realça o especialista em virologia, Viktor Larichev:

“O vírus se propaga através de líquidos produzidos pelo homem. Por isso, tudo que estiver em contato com o doente poderá ficar contaminado. Dai, a necessidade de isolamento completo. Na Rússia, tal seria um compartimento isolado, no qual podem entrar médicos, vestidos de escafandros. Mas na África, o nível de serviços epidemiológicos é muito baixo, sendo, pois, indispensáveis medidas drásticas semi-militares”.

Na Libéria, os locais em que permanecem os pacientes contaminados são protegidos por guardas armados. Tal opção surgiu devido à ação de bandidos que, dias antes, tinham atacado uma enfermaria de isolamento na capital liberiana. Eles quebraram a porta, soltaram 20 doentes em quarentena e roubaram equipamentos, inclusive os colchões e a roupa de cama. Na sequência disso, o risco de propagação da doença veio aumentar múltiplas vezes.

O problema tem sido agravado pelo fato de que muitos habitantes da Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e de outros países do oeste africano, afetados pelo surto da doença, se recusam a seguir prescrições de médicos: preferem morrer em casa, pondo em perigo a vida dos familiares. Na opinião de alguns, a morte se causa não pelo vírus, mas por fatores religiosos ou devido à conspiração da civilização ocidental.

Tudo isso e outras superstições tem dificultado o combate à propagação da ebola, assinala o epidemiologista Serguei Romanchuk:

“Tais precedentes não são uma novidade. No Haiti, por exemplo, em que se assistiu a um surto de cólera, a população local também pensava ser vítima de contaminação organizada por pessoas de raça branca. Assim, alguns habitantes locais tinham agredido funcionários e médicos da Organização Mundial da Saúde. No Haiti, o ambiente cultural é idêntico aos costumes liberianos. As pessoas são analfabetas e pouco educadas. Em todo o caso, a epidemia poderá ser vencida. A questão é de forças e meios a utilizar. Um isolamento completo do país sairá muito mais caro”.

Enquanto isso, o número de vítimas da ebola atingiu, no fim da semana passada, 1.145 pessoas. O número de doentes é duas vezes maior com uma possibilidade de sobreviverem igual a 1:10.
Via: http://portuguese.ruvr.ru/n E Libertar.in

domingo, 17 de agosto de 2014

Brasil infectado: Hospital Conceição poderá receber pacientes com ebola no Rio Grande do sul

Secretaria da Saúde do RS elabora plano de contingência para ebola

Em Porto Alegre, Hospital Conceição é referência para tratamento do vírus

O vírus ebola, que já matou quase mil pessoas na África, é no momento uma das maiores preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que acredita na criação de uma vacina somente em 2015.

Embora o Brasil não seja um País que receba muitos africanos, o governo federal já estabeleceu algumas normas para cuidar de casos suspeitos da doença.

O Rio Grande do Sul, no entanto, ainda não tem o plano de contingência pronto para o ebola. O programa está em processo de elaboração, segundo a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde Marilina Bercini.

"O plano de contingência ainda está sendo elaborado. Ele ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo. É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", disse nesta segunda-feira em entrevista ao site do Correio do Povo.

Marilina afirmou que os profissionais da saúde estão avisados sobre como proceder em caso de chegada do vírus em solo gaúcho. A técnica destacou que os aeroportos do Brasil já contam com postos avançados que estão preparados para identificar uma possível contaminação do ebola.

"A Anvisa é responsável por estes postos. Nós já estabelecemos, de acordo com a norma federal, a maneira de transportar o paciente e de como isolá-lo. É importante dizer que o sistema está organizado e a população não irá desassistida", garantiu. A técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde comentou que o interior não é mais vulnerável à chegada do vírus do que a Capital.

"O que precisa ser cuidado é a origem do paciente. No momento, existem pelo menos quatro países onde o ebola está concentrado: Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. Se algum caso surgir nas cidades do interior, o paciente será encaminhado ao hospital de referência mais próximo, o que significa dizer que ele não precisa ser transportado para Porto Alegre", explicou Marilina.

Marilina disse que o ebola, conhecido desde 1976, nunca teve um comportamento tão agressivo como agora. Ela garantiu que não há risco de contato imediato por se tratar de uma "doença lenta".

"Na década de 70, nós tínhamos cerca de 100 casos de ebola. Agora, os quadros aumentaram porque a prevenção nos países africanos não é feita de forma adequada, muito pela característica cultural daquele continente, de às vezes não acreditar no trabalho da medicina", argumentou.


O nome da denunciante do Hospital foi mantido em sigilo pela própria segurança dela.)



Referência: CBN Brasil

Fontes: Libertar , Correio do Povo  e Nos dias de Noé

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

"Medicamento secreto" pode ter salvado americanos que foram infectados pelo Ebola

Respondendo ao questionamento do site, digo o seguinte: 

"Porque faz parte do plano da elite. A redução da população mundial !!! Fora que poderão ganhar uma grana com todo essa pânico criado por eles. A cura sempre teve, pois foram os mesmos que criaram ou que desenvolveram a doença a partir de um vírus já existente. À elite é a verdadeira doença mundial"


Confira:

Três frascos do que pode ser uma espécie de “medicamento secreto” para a cura do Ebola foram levados à Libéria na última semana. De acordo com a CNN, o objetivo era salvar dois trabalhadores missionários norte-americanos que contraíram o vírus quando estavam na África.

Um representante do Instituto Nacional de Saúde, contratado pela instituição Samaritan’s Purse - mesma empresa da qual o médico Kent Brantly e a voluntária Nancy Writebol fazem parte - realizou um teste nos pacientes, que seguem sob cuidados médicos, mas já apresentam melhoras.

O tratamento experimental chamado ZMapp funciona à base de um medicamento desenvolvido pela empresa de biotecnologia Mapp Biopharmaceutical Inc. Armazenada em temperaturas abaixo de zero, a droga nunca havia sido testada em seres humanos.

Durante os testes feitos pelos americanos, quatro macacos infectados pelo Ebola receberam doses do soro e sobreviveram.

Os norte-americanos não informaram o porquê de os testes não terem sido feitos anteriormente, com os africanos que foram infectados e desenvolveram a doença.


Fonte da notícia: Correio 24 horas

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Alerta: Africano é internado em SP com suspeita de EBOLA


Estou muito desconfiado: E se a mídia e o governo estiverem escondendo uma realidade de nós para que não haja alarme?
 
Um homem que desembarcou no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, na manhã de hoje, foi levado para o hospital Emílio Ribas, na Região Central da capital e está internado numa área isolada. O africano, cujo nome não foi revelado, passa por exames que podem revelar a contaminação pelo vírus Ebola.


As fronteiras entre Guiné, Libéria e Serra Leoa foram fechadas devido ao surto do vírus Ebola, que deixou mais de 700 mortos.A Organização Mundial de Saúde alertou que o Ebola pode provocar uma perda catastrófica de vidas e severos prejuízos econômicos, se continuar a se espalhar.


Fonte: CBN e Libertar.in

domingo, 3 de agosto de 2014

Suspeita de ebola em Goiânia é descartada pelo Ministério da Saúde

Uma paciente procurou o HDT (Hospital de Doenças Tropicais) em Goiânia nesta sexta-feira (1º) com sintomas parecidos com ebola, mas a possibilidade da doença foi descartada pelo Ministério da Saúde. As informações são da Agência Brasil.

A mulher de 23 anos havia voltado havia pouco tempo de uma missão religiosa de dez dias em 
Moçambique, na África. Ela apresentou tosse e febre alta, os mesmos sintomas da doença que está assolando o continente. O país em que a mulher esteve, porém, não está com o surto de ebola.

O serviço especializado do hospital realizou exames e conseguiu descartar a possibilidade da doença. A paciente continua internada em observação para manter o tratamento dos sintomas apresentados.

O Ministério da Saúde emitiu uma nota oficial informando que não há caso suspeito ou confirmado de ebola no País e que o risco de transmissão para o Brasil é baixo. Entretanto, as autoridades recomendam que brasileiros adiem viagens à África.

De acordo com os dados divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), os países com o pior quadro da doença são Guiné, Libéria e Serra Leoa, todos situados na África Ocidental.

Fonte: R7.com.br e Paraiba.com.br/

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Epidemia de ebola provoca temor de ameaça global

Freetown, Serra Leoa. Desde março deste ano, a epidemia de ebola que atinge a África Ocidental já atingiu 1.201 pessoas, matando 672 delas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A epidemia, que não tem precedentes, surgiu na Guiné no começo do ano e se espalhou na região, atingindo Serra Leoa e Libéria.


Nesta quinta, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou um comunicado desaconselhando viagens “não essenciais” aos países africanos atingidos pelo ebola. Segundo Tom Frieden, diretor do centro, o objetivo não é apenas proteger os viajantes norte-americanos, mas também evitar que eles precisem recorrer a clínicas e hospitais africanos já superlotados.

Também nesta quinta, dois países, Serra Leoa e Libéria, decretaram estado de emergência em razão da epidemia. Os países também ordenaram o fechamento de escolas e mercados e puseram em quarentena comunidades afetadas pelo vírus.

A presidente liberiana, Ellen Sirleaf, e o presidente leonês, Ernest Bai Koroma, ainda cancelaram suas viagens a Washington para a cúpula EUA-África na próxima semana e devem se encontrar nesta sexta na Guiné para discutir o combate à epidemia.

Para OMS, a proibição de viagens é exagero





Freetown. A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda restrições de viagens ou fechamento de fronteiras devido ao surto de ebola.





A Associação das Companhias Aéreas (IATA) emitiu o comunicado depois de consultas com a OMS e a agência de aviação da ONU, após o caso de um homem que morreu de ebola depois de tomar um voo da Libéria para a Nigéria, com uma escala em Lomé, no Togo. A associação disse que o ebola só é transmitido quando os pacientes apresentam sintomas graves. “É altamente improvável que alguém que sofra esses sintomas se senta bem o suficiente para viajar”, disse a IATA.

Fonte: O Tempo



sábado, 31 de maio de 2014

E o MORGELLONS começa a se manifestar no Brasil


Relato de Teophilo Noturno (https://www.facebook.com/teonot)

"Acabo de chegar da casa de um amigo meu, coronel reformado da aeronáutica, e, sinceramente, estou bastante impressionado com sua história em busca de um diagnóstico para suas estranhas feridas: desde exames de sangue até biópsias, nada foi conclusivo... em relação a essas chagas, geralmente simétricas, que começaram a afligi-lo há algum tempo.

Como ele nunca havia escutado nada sobre "morgellons" ou "chemtrails", tive que explanar o assunto a ele que, imediatamente (pensando em sua carreira) falou: eu devo, então, ter passado por algum produto catalisador que "ativou" esse negócio em mim!!!

Pedi para fotografar, pois nunca imaginei me deparar com uma manifestação da doença de morgellons tão perto de mim, nesse país miserável chamado Brasil.

Eu prego e procuro me ater sempre à Palavra de Deus, mas tolos e arrogantes são os que, se revestindo de uma falsa superioridade, desprezam o que está acontecendo nesse mundo e classificam tais evidências como "conspiracionismo"..."