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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vírus ebola atravessa fronteiras; agora é a Índia

saúde, medicina, ebola, África, Ásia
Brasil (omitido pelo governo e pela mídia), EUA, França, Itália, Espanha, Índia, e grande parte da África... Isso ainda vai se alastrar mais...

O mortífero vírus ebola atingiu a Ásia. Na Índia, foi internado um homem que chegou ao aeroporto internacional Indira Gandhi, procedente da Nigéria. Na véspera, na zona de trânsito do aeroporto de Abu-Dhabi, morreu uma mulher, que seguia à Índia proveniente da Nigéria.

Foram-lhe diagnosticados alegados sintomas da febre ebola.

Aeroportos de vários países vão recebendo equipamentos suplementares, incluindo câmaras térmicas e brigadas de médicos. A maior atenção tem sido dedicada aos voos da África e cidadãos dos países africanos.

A Organização Mundial da Saúde já introduziu limitações à deslocação de pessoas contaminadas. Esta categoria abrange os doentes com sintomas suspeitos: tais pessoas podem ser hospitalizadas em regime de quarentena até que sejam feitos exames necessários.

Acontece que até hoje a ebola não tem cura, sendo isolamento um único meio de evitar a pandemia, realça o especialista em virologia, Viktor Larichev:

“O vírus se propaga através de líquidos produzidos pelo homem. Por isso, tudo que estiver em contato com o doente poderá ficar contaminado. Dai, a necessidade de isolamento completo. Na Rússia, tal seria um compartimento isolado, no qual podem entrar médicos, vestidos de escafandros. Mas na África, o nível de serviços epidemiológicos é muito baixo, sendo, pois, indispensáveis medidas drásticas semi-militares”.

Na Libéria, os locais em que permanecem os pacientes contaminados são protegidos por guardas armados. Tal opção surgiu devido à ação de bandidos que, dias antes, tinham atacado uma enfermaria de isolamento na capital liberiana. Eles quebraram a porta, soltaram 20 doentes em quarentena e roubaram equipamentos, inclusive os colchões e a roupa de cama. Na sequência disso, o risco de propagação da doença veio aumentar múltiplas vezes.

O problema tem sido agravado pelo fato de que muitos habitantes da Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e de outros países do oeste africano, afetados pelo surto da doença, se recusam a seguir prescrições de médicos: preferem morrer em casa, pondo em perigo a vida dos familiares. Na opinião de alguns, a morte se causa não pelo vírus, mas por fatores religiosos ou devido à conspiração da civilização ocidental.

Tudo isso e outras superstições tem dificultado o combate à propagação da ebola, assinala o epidemiologista Serguei Romanchuk:

“Tais precedentes não são uma novidade. No Haiti, por exemplo, em que se assistiu a um surto de cólera, a população local também pensava ser vítima de contaminação organizada por pessoas de raça branca. Assim, alguns habitantes locais tinham agredido funcionários e médicos da Organização Mundial da Saúde. No Haiti, o ambiente cultural é idêntico aos costumes liberianos. As pessoas são analfabetas e pouco educadas. Em todo o caso, a epidemia poderá ser vencida. A questão é de forças e meios a utilizar. Um isolamento completo do país sairá muito mais caro”.

Enquanto isso, o número de vítimas da ebola atingiu, no fim da semana passada, 1.145 pessoas. O número de doentes é duas vezes maior com uma possibilidade de sobreviverem igual a 1:10.
Via: http://portuguese.ruvr.ru/n E Libertar.in

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Índia torna sexo gay ilegal, decisão foi dada pela suprema corte

Índia indo contra as regras dos globalistas gayzistas.

A Família tradicional é a perfeição que o criador formou para todos nós humanos, e não há outra forma de casal, pois casal é a formação de dois sexos DIFERENTES.

Confira essa notícia:

A Suprema Corte da Índia reverteu nesta quarta-feira a decisão de uma instância inferior que havia descriminalizado o sexo gay, impondo uma grande derrota aos defensores da causa dos direitos homossexuais na maior democracia do mundo.

O tribunal comunicou que apenas o Parlamento indiano poderia modificar a lei para retirar um trecho do código penal que data do século 19, julgando assim que a Corte Superior de Délhi havia ido além de seus poderes ao tomar a decisão em 2009.

A medido chocou ativistas pelos direitos homossexuais, que esperavam que a corte simplesmente endossasse a decisão anterior. Nos últimos anos, a Suprema Corte da Índia tem tomado decisões progressistas relacionadas aos direitos civis.

"Vemos isso como uma traição às exatas mesmas pessoas que a corte deveria defender e proteger", disse Arvind Narayan, um dos advogados que representam um conjunto de grupos em defesa dos direitos dos gays

A seção 377 do código penal indiano proíbe "sexo contra a ordem da natureza", o que é amplamente interpretado como sexo homossexual e pode ser punido com até 10 anos de prisão. A lei data da época do domínio colonial britânico sobre a Índia.

"Nunca se poderia esperar que a Suprema Corte da Índia tomasse uma decisão tão retrógrada, tão contrária à tendência mundial", disse o advogado especializado em direitos civis Colin Gonsalves.

"Isso nos leva de volta a eras sombrias. É um dia para lamentarmos na Índia."

Fonte: Folha de S.P