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sábado, 6 de setembro de 2014

Alerta - Jovens podem ficar paraplégicas após tomar vacina contra HPV

Neste sábado (6), as garotas passarão por exames, a fim de detectar a causa da paralisia; caso aconteceu na cidade de Bertioga, no litoral paulista

Depois de receberem a segunda dose da vacina contra o HPV nas últimas quarta e quinta-feira, duas adolescentes apresentaram dificuldade de locomoção. As jovens Luana Alves Barros e Mariana Freitas de Lima, de 12 e 13 anos, continuam com as pernas paralisadas.  O caso aconteceu na cidade de Bertioga, no litoral paulista.  

Neste sábado (6), as garotas passarão por exames, a fim de detectar a causa da paralisia. Segundo a diarista Fabíola Freitas de Lima, mãe de Mariana, as médicas não descartaram a hipótese das meninas ficarem paraplégicas. "A médica foi bem clara com a gente. Elas correm o risco de ficarem parapéglicas. O problema não pode passar da cintura para cima", contou ao G1. 

Cerca de dez garotas começaram a passar mal horas após terem tomado a vacina HPV na escola, na última quarta-feira (4). Dores no corpo, dores de cabeça e reação no local onde a vacina foi aplicada foram alguns dos sintomas apresentados logo após as garotas receberem a segunda dose da vacina. 

O Ministério da Saúde garante que a vacina é segura e recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Quase cinco milhões de meninas em todo o Brasil já foram imunizadas contra o vírus HPV, que é o causador do câncer de colo de útero, o terceiro que mais leva mulheres à óbito no país. 

Já a Prefeitura de Bertioga informa que as reações estão sendo investigadas e que a orientação da Secretaria Estadual da Saúde é não suspender a aplicação da vacina.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Centenas de pessoas avistam ovni durante tempestade nos EUA


O norte-americano Andrew Pena registrou diversas luzes no céu durante uma tempestade em Houston, no estado do Texas, no último dia 11 de agosto. Até aí, nada mais que um relato isolado que logo cai na desconfiança dos internautas na web. Entretanto, centenas de pessoas avistaram o mesmo fenômeno na cidade e o caso logo se espalhou pelas redes sociais.

Na gravação feita pelo músico, é possível ver um objeto arredondado com diversas luzes no meio de nuves na tempestade. O vídeo, postado no Youtube, já tem mais de 100 mil visualizações. 


Pelo Twitter, diversos usuários relataram ter avistado um objeto voador não identificado com as mesmas características vistas na gravação de Andrew Pena. Fotos também confirmam a semelhança da aeronave com o que foi dito na web.  

Além disso, outro ponto que vem chamando atenção é o local onde ocorreu fenômeno: nada menos que a apenas 20 quilômetros do Centro Espacial Johnson, uma base da Nasa. Diante disso, tiveram início especulações de que o objeto seria um novo tipo de veículo da Agência Espacial dos Estados Unidos ou de que de fato houve um tipo de interação entre humanos e alienígenas no local.  





Fonte: Yahoo notícias

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vírus ebola atravessa fronteiras; agora é a Índia

saúde, medicina, ebola, África, Ásia
Brasil (omitido pelo governo e pela mídia), EUA, França, Itália, Espanha, Índia, e grande parte da África... Isso ainda vai se alastrar mais...

O mortífero vírus ebola atingiu a Ásia. Na Índia, foi internado um homem que chegou ao aeroporto internacional Indira Gandhi, procedente da Nigéria. Na véspera, na zona de trânsito do aeroporto de Abu-Dhabi, morreu uma mulher, que seguia à Índia proveniente da Nigéria.

Foram-lhe diagnosticados alegados sintomas da febre ebola.

Aeroportos de vários países vão recebendo equipamentos suplementares, incluindo câmaras térmicas e brigadas de médicos. A maior atenção tem sido dedicada aos voos da África e cidadãos dos países africanos.

A Organização Mundial da Saúde já introduziu limitações à deslocação de pessoas contaminadas. Esta categoria abrange os doentes com sintomas suspeitos: tais pessoas podem ser hospitalizadas em regime de quarentena até que sejam feitos exames necessários.

Acontece que até hoje a ebola não tem cura, sendo isolamento um único meio de evitar a pandemia, realça o especialista em virologia, Viktor Larichev:

“O vírus se propaga através de líquidos produzidos pelo homem. Por isso, tudo que estiver em contato com o doente poderá ficar contaminado. Dai, a necessidade de isolamento completo. Na Rússia, tal seria um compartimento isolado, no qual podem entrar médicos, vestidos de escafandros. Mas na África, o nível de serviços epidemiológicos é muito baixo, sendo, pois, indispensáveis medidas drásticas semi-militares”.

Na Libéria, os locais em que permanecem os pacientes contaminados são protegidos por guardas armados. Tal opção surgiu devido à ação de bandidos que, dias antes, tinham atacado uma enfermaria de isolamento na capital liberiana. Eles quebraram a porta, soltaram 20 doentes em quarentena e roubaram equipamentos, inclusive os colchões e a roupa de cama. Na sequência disso, o risco de propagação da doença veio aumentar múltiplas vezes.

O problema tem sido agravado pelo fato de que muitos habitantes da Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e de outros países do oeste africano, afetados pelo surto da doença, se recusam a seguir prescrições de médicos: preferem morrer em casa, pondo em perigo a vida dos familiares. Na opinião de alguns, a morte se causa não pelo vírus, mas por fatores religiosos ou devido à conspiração da civilização ocidental.

Tudo isso e outras superstições tem dificultado o combate à propagação da ebola, assinala o epidemiologista Serguei Romanchuk:

“Tais precedentes não são uma novidade. No Haiti, por exemplo, em que se assistiu a um surto de cólera, a população local também pensava ser vítima de contaminação organizada por pessoas de raça branca. Assim, alguns habitantes locais tinham agredido funcionários e médicos da Organização Mundial da Saúde. No Haiti, o ambiente cultural é idêntico aos costumes liberianos. As pessoas são analfabetas e pouco educadas. Em todo o caso, a epidemia poderá ser vencida. A questão é de forças e meios a utilizar. Um isolamento completo do país sairá muito mais caro”.

Enquanto isso, o número de vítimas da ebola atingiu, no fim da semana passada, 1.145 pessoas. O número de doentes é duas vezes maior com uma possibilidade de sobreviverem igual a 1:10.
Via: http://portuguese.ruvr.ru/n E Libertar.in