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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Será que a Rússia e China irão alterar a ordem mundial?


Uma Nova Ordem Mundial é inevitável. Seja ela vinda do Islã, Rússia-China ou de qualquer outro sistema, ela, a NOM, irá surgir. O cumprimento das profecias são inevitáveis.

Confira:

A Rússia e China pretendem rever a ordem mundial, formada nos últimos 70 anos, declarou o vice-ministro da Defesa dos EUA, Robert O´Work, ao intervir no Conselho Americano para Relações Internacionais. 

Nas suas palavras, a tarefa de Washington consiste em convencer-se de que Pequim e Moscou não irão usar a força para garantir os seus interesses.

O vice-ministro da Defesa dos EUA está preocupado com o fato de os dois países reforçarem suas posições ao lado de suas fronteiras – a Rússia no oeste e a China – em mares adjacentes. “Devemos dispensar atenção especial a essa circunstância. Temos de determinar ao nível estratégico como iremos trabalhar agora com duas potências regionais muito fortes”, assinalou O´Work.

“A Rússia e China gostariam de alterar alguns aspetos da ordem mundial, formada após a guerra. Mas esses países devem conhecer que os EUA podem responder com métodos militares à ameaça a seus aliados”, apontou o vice-ministro.

O que subentendia o funcionário americano referindo-se à alteração da ordem mundial? A América havia utilizado seu domínio econômico após a Segunda Guerra Mundial para reforçar sua influência no mundo. Ao mesmo tempo, até os finais dos anos 80, a situação no mundo esteve em equilíbrio graças a um outro sistema sociopolítico, a União Soviética, que se encontrava em estado de guerra fria com os Estados Unidos. Mas, em resultado da desintegração da URSS, a América livrou-se de seu único rival.

Sob a cobertura da garantia da segurança coletiva e da contraposição com métodos da força ao terrorismo, os EUA começaram a entrar em territórios de outros países, instaurando lá regimes pró-americanos. Tais métodos, contudo, não sempre levaram aos fins marcados. Isso, em parte, explica a preocupação dos Estados Unidos, considera o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá, Pavel Zolotarev:

“Ainda em 2008, o então presidente da Ucrânia, Viktor Yuschenko, pretendia concretizar o programa da entrada do país na OTAN. Os Estados Unidos tentavam também arrastar a Geórgia para a aliança militar com a ajuda de Mikheil Saakashvili. Destaque-se que os líderes ucranianos e georgianos coordenavam entre si esses esforços. Assim, grupos militares e meios de defesa antiaérea ucranianas foram instalados no território da Geórgia. Esta foi a primeira tentativa de alterar radicalmente a situação na região”.

A segunda tentativa havia sido preparada durante muitos anos, aponta o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá. Forças pró-americanas chegaram ao poder na Ucrânia através de um golpe de Estado. Previa-se que a Rússia teria o acesso limitado ao mar Negro e, afinal das contas, perderia a base naval na Crimeia.

Esta operação também fracassou. Em resultado de um referendo, a Crimeia anunciou a independência e posteriormente aderiu à Rússia. O malogro do cenário de afastamento da Rússia da Crimeia provocou uma onda de descontentamento no Ocidente. Pelo visto, é nisso que se encerra a ameaça que a Rússia representa para os aliados dos EUA, da qual falou o vice-ministro da Defesa americano, Robert O´Work.

Mas qual é a culpa da China? Com o crescimento de sua potência econômica, a China não quer mais ficar na sombra no palco de política externa. O país tenta alargar sua influência na Ásia. Em parte, essa postura manifesta-se no fato de a China ter começado a declarar mais rigidamente seus interesses em disputas territoriais, o que irrita muito os Estados Unidos, diz o dirigente do Centro de Segurança Internacional, Alexei Arbatov:

“A China, por exemplo, reclama direitos à ilha de Spratly, pretendendo monopolizar nesse território a extração de hidrocarbonetos. Esse fato preocupa muito Vietnã, tal como Indonésia, Tailândia e Malásia. Os receios daqueles países não são vãos. Obama tentará conseguir que a China não crie ameaças para os aliados americanos mais próximos, como o Japão, Coreia do Sul, países do Sudeste Asiático”.

Na realidade, a América não quer simplesmente perder suas esferas de influência, nas quais assenta a nova ordem mundial. Por isso, o crescimento da influência da China se classifica como ameaça a aliados e a integração voluntária da Crimeia na Federação da Rússia se considera como anexão.

O problema não consiste em que outros países alteram artificialmente a distribuição das 
forças que se formou há 70 anos. O mundo não é imóvel, aparecem novas potências capazes de competir econômica e geopoliticamente com o antigo líder. Ao mesmo tempo, a possível aproximação de concorrentes é o aspeto mais desagradável para os Estados Unidos.

Assim, por exemplo, a mídia americana havia declarado repetidas vezes que a aproximação de Moscou e Pequim é pior que uma guerra fria para Washington. Conjugando seus esforços, os dois países podem ultrapassar militarmente os EUA, não deixando para a América um lugar na Ásia.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

EUA confirmam primeiro caso oficial de EBOLA e CDC alerta as funerária para se prepararem para as vitimas

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos confirmaram, nesta terça-feira (30), o primeiro caso de ebola diagnosticado no país.

Trata-se de um paciente que havia sido isolado em um hospital de Dallas, no Texas, depois de apresentar sintomas compatíveis com o ebola. O doente, que não teve seu nome divulgado até o momento, está sendo tratado na instituição.

Vindo da Libéria

Tom Frieden, diretor dos CDC, explicou em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (31) que o paciente viajou da Libéria para os EUA no dia 19 de setembro e não apresentava sintomas.  Ele começou a apresentar sinais da doença quatro ou cinco dias depois. No dia 26, procurou ajuda médica e no dia 28 (domingo) foi isolado no hospital no Texas.


Segundo Frieden, o próximos passo, além de dar a melhor assistência possível ao doente, é identificar as pessoas que tiveram contato com ele quando estava transmitindo a doença. “Assim que essas pessoas forem identificadas serão monitoradas por 21 dias”, disse o diretor.

Ele acrescentou que "algumas pessoas" podem ter sido expostas ao paciente, principalmente membros da família. "É certamente possível que alguém que tenha tido contato com esse indivíduo possa desenvolver ebola nas próximas semanas", afirmou, durante a coletiva.

Outros americanos infectados

Desde que começou a epidemia de ebola na África Ocidental, os Estados Unidos já tinham recebido outros americanos infectados pela doença. Porém, nesses casos, eles já chegaram ao país com o diagnóstico da infecção, com uma estrutura de isolamento já preparada para recebê-los.


Foi o caso do médicos missionários Kent Brantly e Rick Sacra, além da trabalhadora voluntária Nancy Writebol. Infectados na Libéria, os três foram tratados nos Estados Unidos e tiveram alta recentemente.

O Instituto Nacional de Saúde americano (NIH) reportou ainda ter recebido outro médico americano que foi exposto ao vírus enquanto trabalhava em Serra Leoa de maneira voluntária.

Fonte: http://g1.globo.com/


Seria o momento dos caixões da FEMA serem usados?
O Centro de Controle de Doenças (CDC) está aconselhando as funerárias dos Estados Unidos sobre como lidar com os restos mortais de vítimas do Ebola, embora as autoridades façam questão de salientar que o projeto não é um motivo para alarme.
Uma lista de três páginas de recomendações instrui os trabalhadores funerários a usar equipamento de proteção durante o manuseio das vítimas do Ebola, bem como alertando-os a não realizar autópsias ou embalsamar os cadáveres.

"Se o surto do vírus potencialmente mortal está na África Ocidental, por que as funerárias dos EUA estão recebendo orientações?" pergunta a WFSB.com.

Na noite passada, foi revelado que um hospital de Dallas está mantendo uma potencial vítima do Ebola em "isolamento total", após o paciente ser acolhido com base nos sintomas e "histórico de viagem recente."

Alysia English, diretora executiva da Georgia Funeral Directors Association, rejeitou  as sugestões de que os americanos deveriam ser alarmados com as recomendações.
"Absolutamente não. Na verdade, se eles não estavam ouvindo sobre isso, eles deveriam estar muito mais preocupados", disse English.

Como nós relatamos no início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA encomendou 160.000 trajes Hazmat para o Ebola, levantando preocupações de que funcionários estavam se preparando para um surto dentro dos Estados Unidos.

Embora o Ebola tenha estado confinado até agora no continente africano, surgiu a especulação que o vírus poderia ser transmitido pelo ar, pelo menos de forma limitada.
Michael T. Osterholm, diretor do Centro de Investigação em Doenças Infecciosas e Política da Universidade de Minnesota, reconheceu em uma recente página não editorial do The New York Times que os virologistas estão "relutantes em discutir abertamente, mas estão definitivamente considerando em segredo" a possibilidade de que Ebola seja transmitido pelo ar.

O principal virologista alemão Jonas Schmidt-Chanasit causou consternação recentemente quando sugeriu que a batalha contra o Ebola em Serra Leoa e na Libéria foi perdida e que o vírus acabaria por matar 5 milhões de pessoas.

Conforme relatamos em 2009, a Divisão de Cemitérios do Estado de Nova York,  enviou "formulários de mortes em massa" aos cemitérios nessa situação para coletar dados sobre sua capacidade de lidarem com o grande volume de mortes que ocorreriam se houvesse uma pandemia de gripe ou outro desastre.

Fontes principais:

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Explosão de arma secreta dos EUA pode ser vista de longe

Arma supersônica é parte de um programa dos Estados Unidos para criar um míssil que poderá destruir alvos em qualquer lugar em horas

ma arma ultrassecreta que está sendo desenvolvida pelo exército americano foi destruída apenas quatro segundos após seu lançamento, durante a realização de um teste no Alasca, nesta segunda-feira. As informações são do Daily Mail.

O fotógrafo Scott Wight descreveu a explosão como bastante alta e assustadora. O incêndio causado pela explosão pode ser visto brilhando de longe.

O incidente causou alguns danos à instalação de lançamento, que fica cerca de 40 km da cidade de Kodiak. “Após ser detectado um problema durante a preparação para a decolagem, houve a decisão de destruir o foguete para garantir a segurança pública”, disse a porta-voz.

Segundo os controladores, houve m problema no sistema, disse o Pentágono. A missão foi abortada para garantir a segurança e ninguém ficou ferido no incidente que ocorreu no Complexo de Lançamento Kodiak, no Alasca, disse Maureen Schumann, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA.

A avançada arma supersônica é parte de um programa dos Estados Unidos para criar um míssil que poderá destruir alvos em qualquer lugar na Terra em questão de horas - viajando a velocidades superiores a mais de 5,6 mil km/h.

Este projeto é um dos vários que estão sendo testados pelo Exército dos EUA, pelo programa Prompt Global Strike.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Centenas de pessoas avistam ovni durante tempestade nos EUA


O norte-americano Andrew Pena registrou diversas luzes no céu durante uma tempestade em Houston, no estado do Texas, no último dia 11 de agosto. Até aí, nada mais que um relato isolado que logo cai na desconfiança dos internautas na web. Entretanto, centenas de pessoas avistaram o mesmo fenômeno na cidade e o caso logo se espalhou pelas redes sociais.

Na gravação feita pelo músico, é possível ver um objeto arredondado com diversas luzes no meio de nuves na tempestade. O vídeo, postado no Youtube, já tem mais de 100 mil visualizações. 


Pelo Twitter, diversos usuários relataram ter avistado um objeto voador não identificado com as mesmas características vistas na gravação de Andrew Pena. Fotos também confirmam a semelhança da aeronave com o que foi dito na web.  

Além disso, outro ponto que vem chamando atenção é o local onde ocorreu fenômeno: nada menos que a apenas 20 quilômetros do Centro Espacial Johnson, uma base da Nasa. Diante disso, tiveram início especulações de que o objeto seria um novo tipo de veículo da Agência Espacial dos Estados Unidos ou de que de fato houve um tipo de interação entre humanos e alienígenas no local.  





Fonte: Yahoo notícias

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Coreia do Norte ameaça declarar guerra ao EUA por comédia sobre assassinato de Kim Jong-un

Bom, essa ladainha de guerra entre EUA e Coreia do Norte é velha, mas será que agora pode ser realmente? Vamos ver...

O Globo -  Filme com James Franco e Seth Rogen só deve estrear em outubro, mas já ganhou repercussão mundial após as declarações de Pyongyang.


TÓQUIO — O mais recente filme de James Franco — uma comédia intitulada "A Entrevista” sobre dois apresentadores de TV alistados pelo governo americano para matar o líder norte-coreano Kim Jong-un — deve estrear só em outubro, mas já ganhou repercussão mundial, especialmente em Pyongyang. A Coreia do Norte prometeu represálias “impiedosas” se o filme de Hollywood for liberado, informaram agências de notícias. Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores do país declarou nesta quarta-feira que o lançamento seria um "ato de guerra".

— Os inimigos têm ido além do limite de tolerância em seus movimentos desprezíveis para ferir a dignidade da liderança suprema — afirmou o porta-voz à agência de notícias estatal, após chamar a comédia de “terrorismo” e de tentativa de “derrubar o sistema social” do país.
Pyongyang acusou os Estados Unidos de “subornar um cineasta gangster” para produzir o filme e advertiu Franco e Seth Rogen, os dois protagonistas, que a raiva provocada nos coreanos teria consequências.

— Aqueles que difamam a nossa liderança suprema e cometem atos hostis contra a Coreia do Norte nunca podem escapar da punição severa de acordo com uma lei, onde quer que estejam — declarou o porta-voz.

O diretor-executivo do Centro para a Paz do Norte Coréia-EUA, Kim Myong-choi, também criticou o filme dizendo que ele mostrou "o desespero do governo dos EUA e da sociedade americana." Myong-choi disse que o enredo de “A Entrevista” foi "irônico" devido aos antecedentes dos EUA em assassinarem líderes de outros países.

— Um filme sobre o assassinato de um líder estrangeiro reflete o que os EUA têm feito no Afeganistão, Iraque, Síria e Ucrânia — disse ele ao “The Telegraph”. — E não nos esqueçamos de quem matou o presidente John F. Kennedy, americanos — acrescentou.

Myong-choi também alertou o presidente Barack Obama.

— O presidente Obama deve ter cuidado no caso de os militares dos EUA quererem matá-lo também.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Darpa cria roupa do homem aranha para os soldados Americanos

A DARPA é famosa por desenvolver tecnologias inovadores e com as mais variadas finalidades para as forças armadas dos EUA. Um dos projetos revolucionários e ambiciosos da agência de pesquisa avançada do governo estadunidense é o Z-Man — e ele pode transformar os combatentes do país em verdadeiros sósias do Homem-Aranha.
 
Esse projeto tem como objetivo criar mecanismo que facilitem a escalada de obstáculos verticais dos soldados inspirados em características biológicas de alguns animais. Para isso, os cientistas estudaram lagartixas, aranhas e outros pequenos animais — criaturas capazes de subir em superfícies de praticamente qualquer material e textura, até mesmo uma das mais lisas que é o vidro.

Com base no conhecimento adquirido, os pesquisadores desenvolveram a “Geckskin”, uma espécie de tecido sintético com um aspecto rugoso, funcionando como os pés das lagartixas.

Em testes iniciais, um pedaço de 16 polegadas quadradas desse material foi capaz de suportar 300 kg sem rasgar. No mês de fevereiro de 2012, ocorreu a primeira aplicação prática da tecnologia, e um homem escalou uma parede de vidro de quase 8 metros de altura carregando cerca de 25 kg (totalizando aproximadamente 100 kg com o seu peso corporal).




Fonte: Tecmundo

domingo, 16 de março de 2014

Brasil terá seu primeiro submarino nuclear em 2023

Notícia Voz da Rússia- O primeiro submarino nuclear brasileiro estará pronto em 2023. O Brasil já desenvolveu todo o ciclo tecnológico para o fabrico de reatores nucleares para submarinos.   

A ajuda no desenvolvimento do sistema de comando e controle dos equipamentos do navio está a ser prestada pela França. A escolha da França como parceiro foi condicionado ao acordo para a transferência de tecnologias por parte desse país. Atualmente o patrulhamento da zona costeira é realizado pela Marinha do Brasil com recurso a submarinos diesel-elétricos, fabricados segundo projetos alemães. Podíamos pensar que o país não está ameaçado por submarinos nucleares de outros países e que a proteção das reservas petrolíferas submarinas pode ser realizada com recurso a submarinos convencionais. 

Contudo os interesses geopolíticos do Brasil estão aumentando, o país se considera um dos países líderes do Atlântico Sul, refere o vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos Konstantin Sivkov:

“O Brasil faz parte do BRICS e os dirigentes brasileiros percebem que logo que o país comece a aumentar sua influência e a proteger seus interesses e seus negócios em regiões afastadas, ele irá precisar de ter mais meios navais. Para atuar em toda a área do Atlântico Sul o Brasil irá precisar de submarinos nucleares. Segundo alguns cálculos, o total de submarinos nucleares que o Brasil irá necessitar poderá ser de 4-5 unidades”.

Além disso, o Brasil prevê aumentar as suas forças aeronavais. Neste momento a Marinha do Brasil possui o porta-aviões São Paulo, o antigo navio francês Foch, que pode cumprir apenas um estreito leque de missões. Ele não corresponde às exigências modernas e tem um parque de aeronaves limitado a 20 aviões Skyhawk. Estes são velhos aviões de assalto norte-americanos dos tempos da guerra do Vietnã.

O Brasil irá provavelmente construir mais dois porta-aviões, o que permitirá proteger eficazmente os seus interesses nas áreas mais afastadas do Atlântico Sul. Isso será muito importante para o Brasil, especialmente se considerarmos que os EUA já restauraram a sua Quarta Frota, cuja área de atuação inclui também a América do Sul.

Muitos peritos consideram que hoje os EUA já perderam completamente o controle sobre a América do Sul. Alguns países com orientação pro-estadunidense não têm um papel decisivo, refere Konstantin Sivkov:

“O Brasil, a Argentina e a Venezuela conduzem uma política externa e interna independente dos EUA. Por isso, agora os norte-americanos tentam recuperar o seu controle. Para isso, eles fomentam na Venezuela o caos econômico e as desordens. Os EUA não excluem a possibilidade de uma pressão militar, recuperando sua Quarta Frota”.

O Brasil e a França assinaram ainda em 2008 um acordo de cooperação para a construção de submarinos. Em 2009 a companhia brasileira Odebrecht, especializada em projetos na área da defesa e segurança, e a francesa DCNS assinaram um contrato para a construção de 4 submarinos de propulsão diesel-elétrica da classe Scorpene, assim como para projetos conjuntos dos elementos não-nucleares para o submarino nuclear em desenvolvimento. A participação da DCNS nesse projeto está limitada ao apoio na montagem do casco do submarino e dos equipamentos das secções não-nucleares do navio.

O submarino brasileiro será equipado, de acordo com informações não-classificadas, com sistemas franceses de direção de combate e sonares Thales. Contudo, os especialistas pensam que a França dificilmente irá ceder tecnologias de ponta. Eles irão ceder apenas tecnologias da geração anterior.     

quarta-feira, 12 de março de 2014

Falsa Bandeira? Explosão ocorre em pleno centro de Nova York (fotos)

Será que irão culpar algum país de terrorismo?


Notícia Voz da Rússia- Uma forte explosão ocorreu na zona central de Nova York, tendo levado ao desmoronamento de uma parte de um prédio, transmite o canal televisivo NBC.


Atualizado às 19:20 (horário de Moscou)

Uma forte explosão ocorreu no interior de um prédio de cinco andares situado na Park Avenue, tendo afectado no mínimo 11 pessoas. O fogo resultante da mesma se propagou para dois edifícios vizinhos. Um testemunha ocular escreveu no seu twitter “ter visto pessoas se atirando de janelas”. São meus vizinhos, especificou.



Os fragmentos atingiram ainda uma linha de metrô Norte-Sul que passa perto, o que levou à paralisação da circulação de trens, informam fontes locais que deram a notícia.

***

Segundo o serviço local de bombeiros, a informação sobre o incidente foi recebida da zona de Manhattan, da rua 116 e da Park Avenue. Não há informações sobre vítimas.

Na foto, colocada no site do canal, se pode ver uma imagem de um edifício envolto numa espessa fumaça.

sábado, 8 de março de 2014

Preparação? 300 soldados norte-americanos e 12 caças serão enviados para a Polônia para um TREINO


Ninguém nunca treina para nada. Eles estão se preparando para algo muito grande que poderá vim por ai, não sabemos ainda quando....

Leiam:

Notícia Voz da Rússia - Na próxima semana, 300 soldados norte-americanos e 12 caças F-16 da Marinha dos EUA serão transferidos "para um treino" para a base aérea na localidade de Lask, na Polônia, segundo adiantou hoje, durante uma coletiva de imprensa, o ministro da Defesa polonês, Tomasz Siemoniak.

Em virtude de um acordo americano-polonês de 2011, unidades da Força Aérea dos EUA são enviadas trimestralmente para a Polônia, numa base rotativa, para treinar pilotos locais.
O número de soldados em cada turno com duração de duas semanas a um mês não pode ser superior a 250 homens.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

HAARP nos ataca: Cientistas advertem que EUA iniciaram uma Guerra Climática contra a América do Sul



HAARP é um "bombardeiro" de ondas elétricas para aumentar a densidade do plasma da ionosfera, causando alterações meteorológicas. O Pentágono anunciou um novo experimento programado para o início de 2014. Na Bolívia, o Observatório de Tarija registrou manchas solares antes das inundações. Estaria esta onda de calor no Brasil e inundações no resto da América Latina ligado ao uso deste potente equipamento? Leia este post e tire suas próprias conclusões:

A transmissão de base HAARP está em Gakona, no Alasca, onde uma rede de 180 antenas instaladas apontadas para o céu, funciona como um transmissor de rádio de alta frequência poderosa capaz de produzir 10 megawatts de energia e alterar a camada de composição da ionosfera 50 km acima da superfície da Terra. Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova "arma geofísica", capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre

A Rede de Informação Humanitária para a América Latina e o Caribe(Redhum) identificou a Bolívia como zona especial de desastre climático na América do Sul, com cerca de 200 mil pessoas desabrigadas em áreas agrícolas devastadas por um colapso sem precedentes das bacias hidrográficas em toda Bolívia com dezenas de mortes, mas também destaca situação semelhante no Brasil, Peru, Paraguai, Argentina, Equador e Uruguai. Fabrizzio Txavarria Velasquez, membro do Centro Nacional para a Ciência da Bolívia (Cenic-B), garante que essa onda de inundações na América do Sul coincide com sinais de intensa atividade durante o mês de janeiro nas antenas do HAARP, um disparador de ondas eletromagnéticas localizado no Alaska que teria o poder de alterar o clima em pontos específicos do planeta,provocando desde inundações, furações, terremotos e tsunamis, até seca, ondas de calor e atividade vulcânica. O site Sol de Pando confirmou que o HAARP programou há um ano um novo experimento, que já começou em janeiro.

Toda esta "teoria da conspiração" parece inspirada no roteiro bem-humorado do filme "Superman III", a saga dirigida por Richard Lester em 1983, onde o comediante Richard Pryor é um gênio da computação desempregado que é contratado por um ganancioso capitalista para desenhar um programa conectado a um satélite, afim de alterar o clima em qualquer ponto do planeta, provocando um devastador furacão na Colômbia para destruir as plantações de café. Apenas Superman pôde impedir e reverter o desastre do terremoto no filme, usando seu super-fôlego para retroceder os ventos mortais.

Três décadas se passaram depois de filmar a comédia de Superman e a realidade parece ter superado a ficção. Mas, ao contrário do filme, no drama atual não há um super-herói para nos salvar.

Se está claro que as antenas HAARP estão emitindo feixes eletromagnéticos de alta frequência na ionosfera, alterando o clima nesta parte da América do Sul como um assalto no melhor estilo militar, causando inundações incontroláveis​​ com efeitos devastadores sobre a população civil e economia, vemos que uma nova forma de guerra está surgindo no mundo. A Guerra do Clima.

O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência é um projeto de pesquisa criado em 1990 para monitorar mudanças nas ondas dentro dessa seção da atmosfera chamada ionosfera para absorver os raios ultravioleta do sol e transformando-os em íons e elétrons, transmissores de rádio e ondas telúricas, que podem ser modificadas artificialmente por descargas eletrostáticas para compactação e re-direcionar essas ondas para diversos fins.

O site Sol de Pando resumiu abaixo a Haarp em informações oficiais contidas nosite oficial do programa, que nas últimas horas tem estado fora da web por motivos políticos e militares, segundo acredita o pesquisador Fabrizzio Txavarria Velasquez, que reside na cidade de Santa Cruz na Bolívia.

A base de transmissão do HAARP se encontra instalada em Gakona, Alaska, onde uma rede de 180 antenas instaladas voltadas para o céu funciona como um transmissor de rádio de alta freqüência poderoso (capaz de produzir 10 megawatts de energia quando o sistema opera corretamente), que é usado para modificar as propriedades electromagnéticas, numa zona limitada da ionosfera. Os processos que ocorrem nessa área são analisados ​​por outros instrumentos, tais como radares UHF = VHF de som digital e magnetômetros de saturação e indução.

Em outras palavras, o HAARP é um "aquecedor ionosférico" que é utilizado para experimentar a modificação focada na turbulência do plasma (gás de baixa densidade em condições normais) contido na ionosfera, com o objetivo de aumentar a densidade do referido gás iônico. Quando a densidade desse gás aumenta, surgem turbulências e nuvens de plasma multicoloridas conhecidas como auroras.

Ou seja, o HAARP é capaz de produzir auroras artificiais na forma de nuvens de plasma com maior densidade em qualquer ponto do planeta que deseje o Pentágono. E portanto, pode também modificar o clima à sua vontade.

O valor estratégico da ionosfera

Oficialmente, o governo dos EUA, através da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Pentágono, criou o Haarp com o objetivo de estudar as propriedades da ionosfera e promover avanços tecnológicos que permitam melhorar - mediante descargas eletromagnéticas em sua base terrestre - sua capacidade de favorecer radiocomunicações e os sistemas de vigilância, criando um denso escudo antimíssil para bloquear possíveis ataques nucleares ou uma chuva de meteoritos.

A ionosfera - que é parte da atmosfera se encontra apenas a 50 km da superfície da Terra, protegendo o planeta da radiação cósmica- contêm gases de baixa intensidade (plasma) ionizados pelo efeito da absorção das radiações solares de menor longitude de onda como os raios Gama Y raios X, tão energéticos que são capazes de desintegrar meteoritos que atravessam esta camada, dando lugar as chamadas estrelas cadentes. Esta "energia fria" da ionosfera possibilitou a invenção do forno de microondas doméstico.

As variações de onda dentro da ionosfera produzem também o fenômeno das auroras, ou seja, as transformações do gás ionizado de baixa densidade como efeito das variações na intensidade do vento solar. Daí que as auroras comuns e auroras boreais aparecem geralmente na transição da noite para o dia, quando as partículas elétricas do plasma ficam presas pelo campo magnético terrestre.

O plasma da ionosfera e suas oscilações elétricas na terra determinam as condições atmosféricas e meteorológicas do planeta, também exercem um impacto importante sobre as comunicações de rádio.

A ionosfera contribui essencialmente no deslocamento das ondas de rádio emitidas desde a superfície terrestre, o que possibilita que estas possam viajar grandes distâncias sobre a Terra, graças as partículas de íons (carregadas de eletricidade) presente nesta camada.

Consequentemente o HAARP tem como objetivo desenvolver tecnologias que permitam minimizar interferências nas frequências curtas de ondas de rádio e amplitude modulada aumentando a densidade do plasma ou gás ionizado, para assim melhorar o rendimento da radiocomunicação e os sistemas de navegação marítima e aérea que usam as frequências de rádio. O Pentágono considera que a melhora da radiocomunicação através do aumento da densidade do gás iônico (plasma) é também de suma importância militar. Em âmbito civil, emissoras internacionais, como a Voz da América (VOA) e a British Broadcasting Corporation (BBC), ainda utilizam a ionosfera para devolver os seus sinais de rádio para a Terra, possibilitando que seus programas possam ser ouvidos em todo o mundo.

Além disso, os sinais transmitidos a partir de satélites para a comunicação e navegação por satélite (não por rádio) devem atravessar a ionosfera. Irregularidades ionosféricas podem ter um impacto importante no rendimento e finalidade dos sistemas por satélites e televisivos, segundo explica o site do HAARP.


Chegando no início de 2014, a nova arma de guerra

Menos de um ano atrás, no dia 25 de fevereiro de 2013, o Laboratório de Pesquisa Naval (NRL) , com sede em Mississippi, informou por um boletim publicado em seu site que seus pesquisadores ligados ao programa HAARP conseguiram produzir com êxito uma nuvem de plasma de alta densidade capaz de permanecer na atmosfera superior da Terra por uma hora. Veja mais neste post.


De acordo com uma tradução da jornalista boliviana Silvia Antelo Aguilar, o relatório da NRL - agência da Marinha dos EUA associada ao Pentágono e o Centro Espacial Stennis ( SSC ) da NASA - explicou que "anteriormente já tinha conseguido criar nuvens artificiais de plasma cuja vida útil era de 10 minutos ou menos", disse Paul Bernhardt, físico que participa nesta investigação. "No entanto, a recentemente criada nuvem de plasma de alta densidade pôde ser mantida por uma hora".

O Laboratório Naval do Mississippi também revelou que para produzir aquelas luminescências semelhantes às auroras, as antenas terrestres do HAARP emitiram uma descarga de 3,6 megawatts contra a ionosfera, o equivalente a 45% da sua capacidade de bombardeio eletromagnético.

O experimento realizado em 12 de Novembro de 2012 tinha permitido aumentar a densidade de plasma a 9 x 105 elétrons por centímetro cúbico, o que permite um melhor fluxo de ondas de rádio, devido à compactação electromagnética dos íons que formam a camada . Em um experimento anterior tinha alcançado uma densidade inferior a 4 x 105 elétrons por centímetro cúbico.

O próximo passo será elevar muito mais a densidade do plasma. O próximo experimento foi programado para os primeiros dias de 2014. Eu quero dizer agora.

"A próxima campanha da HAARP está prevista para o início de 2014, quando se realizarão experimentos para desenvolver nuvens de ionização mais densas e estáveis", anunciou um boletim da NRL, publicado em 25 de Fevereiro de 2013.

Começou a Guerra Climatológica ?


A publicação do experimento em novembro de 2012 reacendeu a polêmica sobre as consequências negativas da estabilidade climática do HAARP para o planeta, e sobre os riscos de um possível uso militar do programa.

Cientistas da Universidade de Stanford afirmaram que o clima do mundo poderá ser controlado mediante a transmissão de sinais de rádio relativamente pequenas, a dos cinturões de Van Allen. Por ressonância, pequenos sinais ativadores podem controlar enormes energias.

Embora os defensores do HAARP assegurem que os impactos do bombardeio à ionosfera sejam mínimos por sua" baixa potência" em comparação com as radiações solares que dinamizam o plasma iônico, os críticos temem que a nuvem de plasma artificial possa criar um buraco na parte superior da atmosfera e interferir com energias magnéticas sutis, alterando a vida de nosso planeta. As estrelas cadentes desapareceriam da paisagem celeste ou cairiam como bombas na superfície da Terra em sua forma original de meteoritos.

A suspeita de que também o HAARP é um experimento de uma arma climática, foi uma preocupação abertamente expressada em 1990 pelo governo da Rússia, que em seu regime anterior como Estado Soviético tentou competir com o projeto HAARP, já concebido nos anos 80 como parte da Iniciativa de Defesa Estratégica de Reagan conhecida como o "Plano Guerra nas Estrelas".

Para a Rússia, o HAARP é parte de uma corrida armamentista que os Estados Unidos estão executando sem competência alguma. É famoso o pronunciamento do Parlamento russo de agosto de 2002:

"Os EUA estão criando novas armas integrais de caráter geofísico que podem influir na troposfera com ondas de rádio de baixa frequência... A importância deste salto qualitativo é comparável à transição das armas brancas às armas de fogo, ou a das armas convencionais às armas nucleares. Este novo tipo de arma difere de qualquer outro tipo conhecido na troposfera e os seus componentes se convertem em objetos sobre os quais se pode influir."


Bernard Eastlund, físico da Universidade de Columbia, que trabalhou na construção do HAARP , foi um dos principais críticos da tecnologia antes de sua morte, tendo respaldado abertamente as críticas do governo russo, admitindo que o HAARP surgiu dentro da corrida armamentista durante a Guerra Fria e que o plano consistia em criar um escudo para proteger o Canadá e os Estados Unidos de mísseis inimigos.

No registro da patente do invento de Eastlund supostamente apropriada pelo Pentágono e que se baseou nos princípios estabelecidos até mais de 150 anos atrás pelo gênio sérvio Nicola Tesla, se reconheceu que a modificação do clima é possível, por exemplo, alterando padrões de vento da alta atmosfera ou alterando padrões de absorção solar. A patente registrada em 11 de agosto de 1987 sob o nome de "Método e Aparato para Alterar uma Região na Atmosfera da Terra, Ionosfera e/ou Magnetosfera", enumera um procedimento que consiste no seguinte, segundo a tradução de Silvia Antelo Aguilar:

"Um método e um aparato para alterar ao menos uma região selecionada que normalmente existe sobre a superfície da Terra. Esta região é alterada pelo aquecimento da ressonância ciclotrônica de elétrons de tal modo que aumenta sua densidade de partículas carregadas. A radiação é transmitida em uma frequência que excita a ressonância ciclotrônica de elétrons para aquecer e acelerar as partículas carregadas. Esse aumento na energia pode causar ionização de partículas neutras, as quais são então absorvidas como parte da região, deste modo, vai aumentando a densidade das partículas carregadas da região."

Com esta informação, os russos acusaram o programa iônico do Pentágono de ser o causador da onda de calor com mais de 40 graus que a ex-URSS padeceu em 2010 causando dezenas de mortes. O físico da Universidade de Lomonósv de Moscou, Georgy Vasilyev, denunciou o HAARP "longe de ser um projeto científico para estudar o funcionamento da atmosfera e os efeitos de mudança climática, é um poderoso aquecedor ionosférico que modificará a eletricidade que flutua sobre a atmosfera, causando efeitos sobre o clima que poderiam ser direcionados para uma parte específica do planeta "

Um documentário revelador pelo History Channel




Os anos entre 2006 e 2010 foram particularmente "endêmicos" em desastres naturais em todos os continentes do mundo. E o HAARP estava na boca de todos.

Em março de 2010, o History Channel emitiu um extenso documentário sobre o controverso projeto do Pentágono; os realizadores do programa televisivo se referiram à aparição de nuvens químicas e contrails que - dois anos depois da transmissão no programa de televisão - se pôde comprovar que eram produzidas pelo Haarp em sua estação terrestre no Alasca.

"Nos últimos anos têm aparecido formações peculiares de nuvens nos céus ao redor do mundo com crescente frequência. Embora seja apenas especulação, alguns pesquisadores sugerem que essas estranhas formações de nuvens sejam outro agente da guerra climatológica, a princípio parecem ser apenas contrails provenientes de jatos que voam em grandes alturas, mas alguns rastros permanecem no céu por muitas horas, alguns até mesmo por um dia inteiro"

De acordo com o documentário, o controle das chuvas a partir da modificação do plasma da ionosfera para criar inundações acelerando a formação de densas nuvens com pulverizações adicionais de iodeto de prata, que produzem cristais de gelo e aceleram a precipitação pluvial, é uma outra forma de guerra climatológica junto com os procedimentos eletromagnéticos para provocar terremotos, secas e ondas de calor.

"Igualmente assustador é uma outra forma de clima que está sendo usado como arma: a chuva, que pode desencadear inundações devastadoras e arrasar cidades inteiras", afirma o documentário, que atua como comentarista Nick Pope , ex-ministro da Defesa da Grã-Bretanha. "Pode-se fazer chover, pode-se causar um profundo efeito em campo de batalha", afirma Pope.

Um dos elementos críticos para iniciar uma batalha climatológica é o poder de controlar a chuva e desencadear inundações, assegura a investigação do History.

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Seria demais supor que esta onda de calor infernal no Brasil está sendo causada por uma combinação de chemtrails e do HAARP? Com o mundo de olho no Brasil enquanto se aproxima as olimpíadas em junho, e o crescente clima de protestos ressurgindo, seria uma forma de se desestabilizar nosso país, para mais facilmente controlar sua população?


Fontes:

- Fórum Anti Nova Ordem Mundial: Cientistas advertem que EUA iniciaram uma guerra climática contra a América do Sul
- Periodismo Alternativo: Científicos advierten que EE.UU inició una guerra climática contra Sudamérica
- Transcrição da Discussão no Parlamento Europeu sobre o HAARP

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com/  
  

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Casamento falso, homossexualismo e drogas; a vida dos Obama está prestes a explodir


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Colega de escola e amiga de infância de Barack Obama, Mary Pope, deu uma entrevista onde ela sopra a tampa do passado gay de Barry Soetoro. Ela revela que foi aberto para que todos possam ver de volta, então, que ele passou a maior parte de seu tempo com a comunidade gay, e se envolveu em atos homossexuais com ricos empresários no Hawaii. Miss Pope disse que o uso de cocaína e de crack por Obama era de conhecimento comum dos seus colegas.




O "The Australian" publicou: A ausência prolongada de Michelle Obama de Washington e uma onda de especulação renovada sobre o estado da união do primeiro casal ameaçam a ofuscar sua festa de aniversário de 50 anos na Casa Branca, no sábado.

Não é a primeira vez em seu casamento de 22 anos que os Obama se aproximam de uma nuvem de desenfreada de insinuações, como as noticiadas pelo tabloide, resumida por uma manchete do National Enquirer: "Esclusivo: Casamento de Obama explode!".

O Enquirer ganhou uma medida de respeitabilidade em Washington com seus relatórios de escândalos políticos - principalmente a sua exposição da vida dupla de John Edwards, ex-senador e candidato presidencial democrata por uma vez.

No entanto, a chamada bombástica do relatório dos Obama foi baseada em nada mais substancial do que as acusações vagas de um "Insider do Salão Oval " que alegou que o primeiro casal  "agora estão dormindo em quartos separados na Casa Branca" - coisa branda, comparada com as aventuras do homólogo francês do presidente François Hollande.

Em certo sentido, o relatório estava parcialmente certo: Barack Obama voltou a Washington de sua pausa de Natal no Havaí na semana passada, enquanto sua esposa permaneceu em Maui para passar mais tempo com os amigos, supostamente em uma casa de férias de propriedade do magnata da mídia Oprah Winfrey.

Antes que o Enquirer poderia detonar outra bomba, porta-voz da Casa Branca ofereceu uma explicação diferente para as férias solitárias de Michelle: foi um "presente de aniversário" do marido.

"Se você tem filhos, você sabe que seu esposo diz que eles podem ir passar uma semana longe de casa. Isso é realmente um grande presente", disse Jay Carney, secretário de imprensa da Casa Branca.

Obama reconheceu há muito tempo que seu casamento com Michelle teve altos e baixos como eles lidaram com as pressões de carreiras duplas - ela era um ex-advogado e um administrador de hospital - e com a chegada de suas duas filhas, Sasha e Malia.

O último relatório do tabloide parece ter sido provocada pelo incidente notório na casa de Nelson Mandela memorial serviço quando Obama e David Cameron posou para uma selfie com Helle Thorning-Schmidt, a primeira-ministro da Dinamarca - ou, como o National Enquirer a descreveu, "uma líder estrangeira loira".

Apesar da especulação, os Obama conseguiu apresentar uma frente unida e, como suas filhas cresceram, muitos de seus admiradores passaram a considerá-los como uma família inspiradora.

A Casa Branca raramente comenta sobre a vida privada do primeiro casal, e não houve confirmação oficial na semana passada de que Michelle estava hospedado no Havaí, ou quando ela pretendia voltar.

No entanto, o segurança que segue o casal desceu na propriedade de Winfrey, The Daily Caller, um site de notícias de Washington, afirmou que Michelle estava com um pequeno grupo de amigos do sexo feminino, incluindo Valerie Jarrett, uma conselheira sênior da Casa Branca, e Gayle King, a televisão apresentador e amigo íntimo de Winfrey.

Oprah disse uma vez de sua casa no Havaí que "nunca encontrei ninguém que não amá-lo ... nós saborear bebidas inspiradas em tudo o que é fresco e delicioso - manga, goiaba, abacaxi, pepino, manjericão. Às vezes, andar a cavalo até o topo (da montanha) para assistir o nascer da lua sobre o cume ".

Parecia uma fuga bem-aventurado para uma primeira-dama trabalhador que não fez segredo de seu desgosto pela vida sob o microscópio.

Ela pode ter um retorno bruto para o mundo político, esta semana, com os inimigos de seu marido certo para aproveitar em qualquer indício de consumo excessivo da festa de aniversário como evidência de extravagância presidencial.

A necessidade de demonstrar a frugalidade pode ter sido a razão para a letras "EBYC" no final do convite: Os clientes foram aconselhados a "comer antes de vir" para a festa, que apenas promete "lanches e goles e dança e sobremesa" .

A falta de jantar tem dividido analistas sociais. "Eu não acho que é rude, mas eu acho que é um pouco ... diferente do que as pessoas estão acostumadas", disse Lizzie Post, um escritor sobre etiqueta.

Andre Wells, um planejador do partido, discordou. "Parece uma festa muito casual, e ela está girando 50", disse ele. "Quanto mais velhos ficamos, eu sinto que você pode dizer o que quiser."

De qualquer maneira, a primeira-dama vai estar ciente cada movimento seu público vai ser vigiado por sinais de discórdia conjugal. fonte - o australiano


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Agentes dos EUA facilitou fuga de Hitler, mostram as evidências

WASHINGTON — Todo mundo sabe que Adolf Hitler cometeu suicídio com um tiro em seu abrigo subterrâneo em 30 de abril de 1945.
Pelo menos, essa tem sido a opinião geralmente aceita.
Adolf Hitler e Eva Braun
Agora, chega o recente livro “Hunting Hitler: New Scientific Evidence That Hitler Escaped Germany”(Caçando Hitler: Nova Evidência Científica de que Hitler Escapou da Alemanha), escrito pelo jornalista veterano do WND Jerome R. Corsi.
Examinando arquivos que até pouco tempo atrás eram mantidos em segredo pelo FBI e pelos serviços de inteligência das forças armadas dos EUA, Corsi argumenta de forma convincente que os investigadores dos EUA suspeitavam desde o início que Hitler havia escapado. Por razões políticas, indica a evidência, eles estavam dispostos a aceitar a mentira de que nos dias finais da 2ª Guerra Mundial, Hitler se casou com sua amante, Eva Braun, e os dois tiraram a vida num ritual de suicídio conjunto logo antes que o exército soviético entrasse em Berlim.
Mas a verdade é, ninguém realmente viu Hitler cometer suicídio. Não existem fotografias documentando um suicídio conjunto de Hitler e Eva Braun, e os corpos dos dois nunca foram recuperados ou preservados para identificação positiva.

Em 2009, Corsi mostrou, Nicholas Bellatoni, o arqueólogo do estado de Connecticut, recebeu permissão do Arquivo do Estado da Federação Russa em Moscou para examinar os fragmentos de crânio que os russos afirmam por décadas são prova de que Hitler cometeu suicídio.
As descobertas surpreendentes de Bellatoni levaram Corsi a fazer mais investigações.
“O que me fez questionar o suicídio de Hitler foi a análise de DNA que Bellatoni realizou. Essa análise provou de forma conclusiva que os fragmentos de crânio não pertenciam a Hitler, mas a uma mulher de 40 anos que não tinha parentesco nenhum com Eva Braun,” disse Corsi.
Em “Hunting Hitler,” Corsi sugere que Hitler foi para a Argentina com a ajuda de agentes de inteligência dos EUA que vinham trabalhando secretamente com os nazistas desde 1943. Allen Dulles, então um agente do Escritório de Serviços Estratégicos, ou ESE, a agência anterior à CIA, estava se comunicando secretamente com os nazistas mais importantes a partir de seu escritório em Berna, Suíça, disse Corsi.
Corsi traz à tona muitas questões preocupantes, inclusive:
* Por que os americanos não conseguiram obter evidência física dos restos mortais de Hitler depois que os russos esconderam o corpo dele?
* Por que Stálin e Eisenhower duvidavam da morte de Hitler?
* Por que ninguém no abrigo subterrâneo de Hitler ouviu tiros?
* Os agentes de inteligência dos EUA na Europa, inclusive o ESE e Allen Dulles (que mais tarde dirigiu a CIA sob o presidente Eisenhower), ajudaram Hitler a escapar, assim como haviam ajudado muitos outros nazistas?
Os meios de comunicação da Argentina noticiaram que Hitler havia chegado ao país e continuaram a noticiar sua presença. Por que essas descobertas não chegaram aos EUA?
Corsi contou com relatórios de autópsia, transcrições de interrogações, documentos dos arquivos soviéticos, relatórios da CIA, pesquisas extensivas na Administração Nacional Arquivos e Registros em Washington, D.C., e em College Park, Md., e muito mais para dar respaldo ao seu argumento.
Os serviços de inteligência dos EUA ajudaram Hitler a escapar?
Sua evidência é chocantemente abundante, e seu argumento claro dá crédito a uma nova teoria que desentranha o relato do duplo suicídio.
“A estória de que Hitler e Eva Braun cometeram suicídio era uma mentira planejada por agentes de inteligência dos EUA no final da 2ª Guerra Mundial para facilitar a fuga não só de Hitler e Eva Braun, mas também de importantes nazistas que eram criminosos de guerra como Adolf Eichmann que foi descoberto em 1960 escondido na Argentina,” argumentou Corsi.

Ele apresenta evidência documentada de que a missão em tempo de guerra de Allen Dulles na Suíça incluía ajudar Martin Bormann, secretário de Hitler, a canalizar bilhões de dólares de lucros financeiros mal obtidos da Alemanha e investir no mercado de valores dos EUA e Argentina para fornecer uma proteção financeira para sobreviver escondidos depois da guerra.
Nos Arquivos Nacionais em College Park, Corsi descobriu um recorte do jornal militar americano “The Stars and Stripes” publicado em 8 de outubro de 1945, relatando uma declaração chocante feita pelo General Dwight D. Eisenhower, então o supremo comandante das Forças Aliadas.
O curto texto diz: “Há ‘razão para crer’ que Hitler pode ainda estar vivo, de acordo com um comentário feito pelo General Eisenhower para jornalistas holandeses. A declaração do general anulou sua opinião anterior de que Hitler estava morto.”
Corsi pergunta por que a chocante declaração de Eisenhower ficou, em grande parte, sem ser noticiada em jornais e livros de história dos EUA até mesmo hoje.

Hitler estava no U-530?

Investigando o rastro da rota de fuga de Hitler, Corsi descobriu evidência documentada nos Arquivos Nacionais de que Hitler conseguiu chegar a Argentina num submarino alemão, o U-530 que misteriosamente emergiu no porto de Mar del Plata sob o comando de Otto Wermuth e seu subcomandante, Karl Felix Schuller, depois de terem passado semanas fazendo desembarques clandestinos de passageiros ao longo das praias argentinas no oceano Atlântico.

Bem escondido nos Arquivos Nacionais, Corsi descobriu um relatório dos serviços navais de inteligência dos EUA escrito em 18 de julho de 1945, pelo adido naval em Buenos Aires que notificou Washington de que havia razão para acreditar que o U-530 havia desembarcado Adolf Hitler e Eva Braun no sul da Argentina antes que o submarino fizesse sua viagem para se entregar em Mar del Plata.
Corsi tinha as reportagens dos jornais traduzidas de Hitler e Braun recebendo as boas vindas de ricos simpatizantes nazistas da grande comunidade alemã da Argentina. Os alemães ali haviam construído uma mansão escondida nas densas florestas montanhosas de Bariloche para dar conforto e segurança ao führernazista em seus anos de velhice.

Corsi escreve: “Em 1943, o arquiteto Alejandro Bustillo, a pedido de apoiadores alemães de Hitler então vivendo na Argentina, planejaram e construíram uma muito bem planejada residência de resort para Hitler e Eva Braun, Residencia Inalco, localizada numa região remota entre San Carlos de Bariloche Villa La Angostura, que tem limite no lago Nahuel Haupi, fora da cidade de Bariloche, na província de Rio Negro, Argentina.”
No sul da Argentina na região dos Andes vizinha do Chile, ele escreve: “As cercanias e a residência de Hitler foram selecionadas e projetadas para ter uma distinta sensação do refúgio Obersalzberg de Hitler acima da cidade de Berchtesgaden nos Alpes da Bavária. Hitler se mudou para a residência em junho de 1947.”
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Shocking evidence Hitler escaped Germany
Fonte: Julio Severo