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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pesquisador desenvolve vírus da gripe capaz de exterminar a humanidade

Nova cepa é capaz de escapar da ação do sistema imunológico e torna os humanos completamente vulneráveis à infecção.

De acordo com o The Independent, Yoshiro Kawaoka, um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, desenvolveu uma nova cepa do vírus da gripe capaz de passar completamente despercebida pelo sistema imunológico dos seres humanos. Baseado no H1N1, que matou cerca de meio milhão de pessoas há poucos anos, o novo vírus poderia potencialmente aniquilar a população do planeta.

Segundo Kawaoka — que realizou os trabalhos em um laboratório classificado com um modesto “nível 2” de biossegurança —, a nova cepa foi desenvolvida durante uma pesquisa na qual o cientista pretendia converter o H1N1 até seu estado pré-pandêmico. A intenção era analisar e monitorar as mutações sofridas pelo vírus e, então, depois de entender os processos genéticos envolvidos, trabalhar na criação de melhores vacinas.

Cientista maluco?


O pesquisador foi selecionando mutações específicas do H1H1 capazes de escapar da ação neutralizadora dos anticorpos do sistema imunológico, repetindo esse processo até conseguir criar um vírus contra o qual os seres humanos são completamente indefesos. Atualmente, a maioria das pessoas desenvolveu certo grau de imunidade contra o H1N1, o terrível agente que provocou a morte de milhares de doentes em 2009.

Isso significa que hoje a gripe provocada pelo H1N1 já pode ser tratada como uma doença menos perigosa. No entanto, apesar de o objetivo da pesquisa ser o desenvolvimento de melhores vacinas, depois da divulgação da notícia sobre e estudo realizado por Kawaoka, alguns cientistas conscientes das suas implicações estão aterrorizados.

Segundo o The Independent, a preocupação está no fato de Kawaoka ter recebido permissão para remover a única defesa que temos contra um vírus que já demonstrou sua capacidade de provocar pandemias mortais. Os detalhes sobre a pesquisa ainda não foram divulgados, mas o cientista informou que os estudos já foram finalizados e estão prontos para serem enviados para aprovação e posterior publicação em um periódico científico.

Brincando com o perigo


Aliás, esta não é a primeira vez que Kawaoka choca a comunidade científica com seus estudos. Em trabalhos anteriores, o pesquisador tentou recriar o vírus de 1918 que provocou a Gripe Espanhola — que infectou meio bilhão de pessoas e matou um número estimado entre 50 e 100 milhões — e trabalhou em um projeto para aumentar a transmissibilidade de uma cepa altamente mortal da gripe aviária.

Desta vez, Kawaoka basicamente utilizou um vírus capaz de provocar pandemias e o tornou resistente a qualquer tipo de vacina. Portanto, se os trabalhos anteriores do cientista eram perigosos, a pesquisa atual vem sendo considerada pela comunidade científica como maluca. Isso sem falar que o estudo foi conduzido em um laboratório cujo nível de biossegurança não é o mais alto.

A Universidade de Wisconsin-Madison garantiu que o risco de que o vírus escape acidentalmente é extremamente baixo, mas integrantes do comitê de biossegurança da instituição já demonstraram preocupação, visto que, quando a pesquisa de Kawaoka foi aprovada, os membros supostamente não teriam sido informados sobre alguns detalhes importantes do estudo.

Fonte: http://nzn.me/m44790

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Redução Populacional: Líder de Partido vencedor na França defende o vírus Ebola contra Crescimento Demográfico

A afirmação deste político francês confirma o que temos dito: Tanto partidos e líderes de esquerda ou de direita são marionetes de elite globalista eugenista. Ambos os lados atuam para estabelecer a agenda assassina da Nova Ordem Mundial. Independente das diferentes ideologias políticas, todos eles devem obedecer aos seus senhores.

A França está em choque com as declarações de Jean-Marie Le Pen, presidente honorário da Frente Nacional (FN), segundo o qual o vírus fatal Ebola pode ajudar a "resolver" o problema do crescimento demográfico e da imigração.

Ao comentar sobre o risco da França sofrer um colapso imigratório, o histórico líder da extrema direita do país e candidato vencedor das eleições europeias do último fim de semana disparou: "O 'senhor' ebola pode ajudar a resolver isso em três meses". 

A declaração recebeu duras condenações, principalmente por membros do governo da França. O porta-voz do Eliseu, Stéphane Le Foll, criticou as palavras de Le Pen e comentou que "isso demonstra que a FN não mudou".

Via: Jornal do Brasil E http://www.libertar.in/

domingo, 16 de março de 2014

Atenção: 15 adolescentes são hospitalizadas após tomar VACINA contra HPV

Isso a mídia prostituta nunca mostrará...

O estado, sob ordens dos globalistas, querem matar nossas jovens!

Cerca de 15 adolescentes foram hospitalizadas em Lajinha(MG), após tomarem a vacina contra o HPV. Três tiveram um quadro de complicação mais grave e foram levadas ao pronto socorro para receber maiores atendimentos e foram liberados após observação.

O vereador Paulo Sanches acompanhou e disse em entrevista: “Foi um índice muito grande de meninas. Foram atendidas a cerca de 15 meninas no Pronto Socorro. Três alunas tiveram atendimento prioritário, pois chegaram desmaiadas, inconscientes a unidade. Elas tiveram que receber medicamentos e oxigênio, então foi um atendimento inesperado”.

O lote do medicamento em que houve problema foi recolhido e enviado para a Secretaria Regional de Saúde de Manhumirim.

Entenda a Campanha


A campanha de vacinação contra o vírus HPV, principal causa do câncer de colo do útero, recebeu a recomendação do Ministério da Saúde de ter a primeira dose (de um total de três) aplicada nas escolas públicas e privadas do país. Alguns municípios têm adotado essa estratégia e se mostram confiantes para alcançar a meta de vacinação, que é de 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas de 11 a 13 anos.

Estratégia de vacinação


As secretarias municipais de Saúde foram orientadas a programar a vacinação nas escolas a partir desta segunda-feira (10). As instituições de ensino devem informar, com antecedência, aos pais ou responsáveis a data de vacinação. Tanto no ambiente escolar como nos postos de saúde, a vacina será aplicada por profissionais de saúde.

Os pais ou responsáveis que não quiserem que a adolescente seja vacinada deverão preencher e enviar à escola o termo de recusa distribuído pela instituição de ensino antes da vacinação.


No caso das unidades de saúde, é importante que a adolescente apresente a caderneta de vacinação.


Para assegurar a aplicação das três doses, o serviço de saúde vai registrar cada adolescente imunizada, monitorar a cobertura vacinal e realizar, se necessário, a busca ativa das meninas.

Japão suspende recomendação da vacina 

O Japão suspendeu provisoriamente a recomendação da vacina contra o câncer de colo de útero pelas dores que poderia provocar, informou o ministério da Saúde.

A decisão foi tomada apenas dois meses depois do ministério ter iniciado uma campanha de vacinação geral das adolescentes com idades entre 12 e 14 anos.

As jovens que desejam tomar a vacina terão acesso ao medicamento, mas o ministério insiste que os 'benefícios e riscos sejam bem conhecidos antes de uma decisão'.

"A mudança de opinião não significa que a vacina seja perigosa, mas as informações comunicadas ao público sobre os riscos eram insuficientes", explicou um funcionário do ministério.

governo destacou que, apesar de ainda não ter estabelecido um vínculo formal, foram apontados novos efeitos colaterais, incluindo dores corporais crônicas.

"Queremos recompilar dados, incluindo no exterior, para que os especialistas possam julgar a frequência das dores e suas causas", destacou a fonte ministerial.

A observação das duas vacinas atualmente disponíveis, Gardasil (do laboratório Merck) e Cervarix (GSK), permitiu detectar efeitos colaterais em até 50% dos casos e três tipos de efeitos mais graves, com uma frequência de um caso para cada 4,3 milhões.

As vacinas permitem prevenir o vírus do papiloma humano (HPV), responsável pelo câncer de colo de útero, uma doença que afeta quase nove mil mulheres com idades entre 20 e 39 anos no Japão todos os anos. Em 2011, este tipo de câncer provocou a morte de 2,7 mil mulheres.

da Redação MinasNoticias.com/Agencias

Fonte:  http://www.libertar.in/