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domingo, 17 de agosto de 2014

Google irá identificar rostos através de satélites no espaço

Graças a flexibilização da regulação federal, a partir de agora os satélites oferecerão informação concreta sobre as pessoas ao poder tirar fotos de objetos cujo tamanho sejam maiores que 25 cms. As regulações federais americanas sobre privacidade se corroem com a atividade de "lobbies"que favorecem companhias como Google e DigitalGlobe, as quais poderiam começar a registrar imagens confidenciais de pessoas.

Esta medida aprovada pelo Departamento de Comércio dos EUA permitirá que os satélites trabalhem com detalhes suficientes para identificar, por exemplo, marcas de carros ou itens do vestiário. Embora esta nova iniciativa tenha sido aprovada em junho passado, os esforços de "lobby" do setor privado continuam diariamente a fim e estender os horizontes legais do que é permitido mostrar em fotografias tiradas do espaço.

A companhia americana de satélites DigitalGlobe lançara ao espaço o Worldview-3, uma nova joia tecnológica que permitirá aproveitar ao máximo a atualização da legislação. A companhia tem esperanças de que o governo americano avance um passo e habilite a transmissão de objetos maiores que dez centímetros de tamanho, segundo garante o site Motherboard.

Um foco inovador de negócios se abre e o multimilionário Google está atrás desta potencial área de rentabilidade ao adquirir a Skybox Imaging após a atualização das leis de junho. Segundo Elyse Wanshel, redatora do site Motehrboard, o gigante das buscas assegurou que a compra da Skybox ajudará a realizar melhorias em produtos como o Goggle Earth e Maps, suas aplicações de geolocalização por satélites. A companhia também observou que com a incorporação da Skybox desenvolverá um revolucionário serviço de "nuvem global".

Embora os usuários desfrutem diariamente dos serviços de geolocalização, estas medidas poderiam expor sua privacidade como nunca antes, o que abre muitas perguntas a justiça à respeito da proteção da mesma.

Fontes:
- Periodismo Alternativo: A nova legislação permitiria Google para identificar rostos de seus satélites
- RT: Nueva legislación permitiría a Google identificar rostros desde sus satélites
- Motherboard: Google's Satellites Could Soon See Your Face from Space



sexta-feira, 14 de março de 2014

Governo americano desviou tráfego do Facebook para infectar PCs

Notícia Olhar Digital - 

Novos documentos vazados pelo ex-analista da CIA Edward Snowden mostram que a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) era bastante inventiva na hora de criar táticas globais de espionagem. Uma das ferramentas usada pela agência era a falsificação de sites, como o Facebook, para distribuir malware pela internet, facilitando a coleta de dados pessoais.

Os documentos citam diretamente os esforços da organização em falsificar os servidores da rede social, fazendo o usuário ir para uma página falsa. Com o vírus instalado, a agência seria capaz de captar áudio e vídeo do computador. Além disso, seria possível corromper arquivos remotamente e redirecionar máquina para outros sites maliciosos comandados por serviços de inteligência.

O programa se chamaria “Turbine” e seria capaz de coletar dados em uma escala industrial,diz a publicação do The Intercept, em artigo assinado pelos jornalistas Ryan Gallagher e Glenn Greenwald.

O intuito do Turbine seria “aumentar a capacidade de implantar e controlar implantes CNE (Computer Network Exploitation) e CNA (Computer Network Attack) para a casa dos milhões”. O CNE coleta informações de computadores e redes, enquanto o CNA é um plano de ataque e destruição de dados. É estimado que entre 80 mil e 100 mil dispositivos tenham sido infectados.

Quando o The Intercept entrou em contato com o Facebook para saber mais sobre esta tentativa governamental de desviar o tráfego da rede social com fins escusos. Jay Nancarrow, porta-voz da empresa, disse que não há evidência de uma atividade do tipo estar acontecendo, mas afirma que qualquer site estaria suscetível a esta tática da NSA.
“Se as agências do governo realmente tem acesso privilegiado a provedores de serviços de rede, qualquer site rodando apenas HTTP poderia ter seu tráfego redirecionado”, afirmou ele.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Viaturas que escaneiam tudo nas ruas irão ser usadas pela polícia de Nova York


É sempre as mesmas histórias: "É para a segurança e bem-estar do povo".. Tudo isso não passa de espionagem populacional.

Para o povo aceitar essas tecnologias é preciso apresentar algumas "vantagens", pois se o povo não sentir uma "vantagem" eles terão muitas dificuldades para implantar suas tecnologias espiãs. A não ser que eles implementem na marra.

  Estamos caminhando a passos largos para um mundo mais terrivel que esse....

Confiram:

O que não falta na TV norte-americana são séries futuristas e de investigação policial. Muitas vezes, os dois gêneros se misturam e acabam criando exatamente o que a polícia do mundo real da cidade de Nova York está começando a testar: viaturas inteligentes. Alguns carros do departamento de segurança pública da cidade tiveram scanners infravermelhos instalados em suas estruturas e alguns outros sensores que possibilitam agora aos veículos “perceber” praticamente tudo ao seu redor.

Até o momento, entretanto, a capacidade do sistema está sendo direcionada para a identificação de carros nas ruas, endereços e outros detalhes. Assim, uma viatura inteligente fazendo ronda na cidade pode identificar um carro roubado mesmo que os policiais que a dirigem sequer tenham percebido a presença dele por ali. Veículos envolvidos em crimes, com documentos irregulares e outros problemas também poderão ser identificados.

Mais gadgets

Polícia de Nova York começa a testar viaturas que escaneiam tudo nas ruas 
Policiais têm mais equipamento para deixar ronda mais eficiente (Fonte da imagem: Reprodução/The Wall Street Journal)

O nome do projeto que está implantando esses equipamentos em carros de polícia em Nova York é NYPD2020, que prevê ainda a instalação de leitores biométricos nos carros, impressoras para relatórios, gravadores de áudio e vídeo e transmissão de videoconferências. Alguns desses recursos, entretanto, podem não ser incluídos tão cedo, já que pode haver algumas limitações de orçamento para o programa.

De qualquer maneira, os dados que podem ser recolhidos hoje pelos carros equipados com os scanners são todos enviados e processados na central de polícia da cidade, que se mantém conectada o tempo todo com os veículos. Com isso, algumas preocupações quanto a privacidade de quem é “flagrado” pelos scanners e não tem qualquer registro na polícia foram levantadas. Dessa forma, no futuro, algumas limitações terão que ser implementadas caso os carros realmente se tornem o padrão para a polícia da cidade durante as rondas.

Ainda não existe uma avaliação mais ampla por parte da polícia de Nova York acerca do seu novo projeto por se tratar de uma novidade. Mesmo assim, com a implantação de novos recursos nos veículos, é possível que possamos ouvir mais sobre ele em algum tempo.