Já imaginaram se o Islamismo crescer demasiado aqui no Brasil com suas leis de intolerância religiosa, obrigando mulheres a não mais mostrarem o rosto? e matando aos pouco aqueles que não aceitarem ao seu deus e aos que não negarem ao Messias (Cristo)?
Não vejo os Muçulmanos obedecendo a lei do verdadeiro Criador, que é a lei do amor ao PRÓXIMO e amando o seu inimigo.
Não os odeio como pessoas, apenas odeio a forma em que eles tratam aqueles que não professam a fé em Alá e no Alcorão. A pena que eles dão é a MORTE fria e cruel e isso não pode vir de um CRIADOR DE AMOR E PAZ.
Cenas fortes (+18)
Na foto abaixo pregam a paz, mas vai lá dizer para um islâmico, no país deles, que você é cristão ou mesmo não sendo cristão, mas que não conversa a mesma fé deles, para você ver o que lhe acontece...
A Europa terá o mesmo destino se ninguém fizer nada. A França está inundada de muçulmanos...
Leiam isso:
Notícia G1: Cerca de 100 mil livros devem ser distribuídos durante o período da Copa.
Torcedores da Bósnia e Nigéria são alvos da iniciativa.
A expectativa é que mais turistas visitem a tenda com a chegada dos
torcedores da Bósnia e Nigéria, já que nesses países a religião
predominante é o islamismo. O líder religioso conta que muitos
torcedores desses países já passaram pela tenda nesta semana e alguns já
até foram aos cultos realizados na mesquita de Cuiabá. "Eles chegam nos
hotéis e perguntam se há alguma mesquita e onde ficam os restaurantes
com a culinária islâmica. E os hotéis nos indicam, já sabem da
mesquita", explicou o sheikh Jihad Hammadeh, diretor da Wamy.
Hammadeh contou que os livros e guias são entregues a toda a população,
sem distinção de religião. “Não perguntamos a religião das pessoas.
Percebemos pelas perguntas delas, pela curiosidade. Já os mulçumanos se
identificam de início. É uma forma também de levar a nossa cultura a
todas as pessoas”, comenta. Jihad observa a importância do projeto para
que o turista mulçumano se sinta bem recepcionado e volte para o seu
país de origem com uma boa imagem do Brasil.
“Muitos deles nem sabem que existem mulçumanos aqui [em Cuiabá] e
quando nos encontram ficam surpresos”, disse Hammadeh. Segundo o sheikh,
a Wamy é uma entidade internacional reconhecida pela Organização das
Nações Unidas (ONU). Ele conta que o projeto foi intitulado 'Paz é a
mensagem do Islam', pois a comunidade islãmica acredita que o tema
engloba todos os pontos.
O projeto é desenvolvido em todas as cidades sedes da Copa do Mundo. Em
Cuiabá, a distribuição de livros é feita no calçadão da Rua Antônio
João, no Centro da capital. Nos próximos dias a tenda deve circular pela
região central. A mesquita fica localizada na Rua Baltazar Navarros,
Bairro Bandeirantes, em Cuiabá.
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Islâmico faz a oração Azan ao pé do Cristo Redentor, "tomando posse do Brasil para Alá"
| Islã irá dominar o mundo: dane-se a liberdade |
Esses muçulmanos desejam perseguir, torturar e MATAR todos aqueles que creem no Mashiach (Cristo).
Religião é a pior coisa já inventada no mundo. Só serve para separar uns aos outros !!!
O vídeo abaixo mostra wahabitas salafitas da Arábia Saudita fazendo a oração Azan ao pé da estátua do Cristo Redentor, no Corcovado. Eles estão aqui no Brasil, no lugar mais alto e famoso, um símbolo do Rio de Janeiro, fazendo "Alahu Akbar", a mesma coisa que é dita quando não-muçulmanos (cristãos, budistas, hindús, judeus, ateus, agnósticos, ...) são mortos ou mutilados.
Um gesto simbólico, feito em um dia de chuva com pouca gente no Cristo Redentor (certamente para evitar publicidade), mas que tem um significado profundo dentro do modo de ver dos muçulmanos ortodoxos: esta-se "tomando posse" do Brasil, e afirmando-se que o islão, e a Sharia, estão chegando.
A Azan, a Chamada à Oração, é chamada por um Muezim da mesquita cinco vezes por dia, tradicionalmente a partir do minarete, convocando os muçulmanos para adoração (salat) obrigatória (fard).
Sendo cantado no Corcovado, o topo do Rio de Janeiro:
Eu testemunho que não há outro Deus senão Alá.
Eu testemunho que Maomé é o mensageiro de Alá.
Apressa-te a adoração (salat).
Apressa-te para o sucesso.
A oração é melhor do que o sono.
Alá é maior.
Não há Deus senão Alá.
O texto do YouTube diz
Em nome de Alá, o Misericordioso. Obrigado e agradecimento a todos os colegas a apoiarem a ação. E peço a Alá para conciliar tudo. Irmão: Abdul Rahman Saleh al-Awfi.
Medina
Os wahabistas promovem a forma mais virulenta do islamismo. O que eles
defendem e propagam, usando a riqueza oriunda os petro-dólares, é o
salafismo, que significa "antecessores" ou "antepassados", termo usado para identificar os primeiros muçulmanos, que formaram o epítome da prática islâmica. A tradição de Maomé (hadice) cita Maomé dizendo "As pessoas da minha geração são as melhores, em seguida, aqueles que virão depois deles, e, em seguida, os da próxima geração" (Bukhari, vol. 8, livro 76, 436; e também vol. 5, livro 57, 2), é visto como um apelo aos muçulmanos seguirem o exemplo dessas três primeiras gerações, os "salaf".
Os wahabismo salafista (a redundância aqui é proposital) é o islamismo oficial da Arábia Saudita, país cuja Constituição
diz ser dever do Estado a propagação do islão (dawa). E eles fazem isso
a nível mundial custeando mesquitas e madrassas em todos os
continentes, inclusive aqui.
Algumas indagações:
- Sendo eles wahabistas salafistas, os mesmos que apoiam e financiam a ação dos jihadistas no Iraque e na Síria, ações estas que envolvem terríveis atrocidades contra tudo e contra todos aqueles que eles considerem como não-muçulmanos (ou diferentes), o que eles desejam no Brasil?
- Considerando os wahabistas salafistas desejam a implementação da lei islâmica (Sharia) em todo o mundo, algo que os jihadistas do Iraque e da Síria têm demonstrado com clareza, o que eles desejam no Brasil?
- Considerando que tem existido um esforço grande por parte da Arábia Saudita em enviar jihadistas para lutar no Iraque e na Síria, inclusive libertando presos para lutarem lá em troca da liberdade e ajuda às suas famílias, e que tem existido um grande esforço de radicalização de jovens recém-convertos em países dos mais diversos, incluindo-se Europa, Austrália, Canadá e Estados Unidos, cuja conversão e radicalização se dá em torno de mesquitas e madrassas salafistas, o que eles desejam no Brasil?
Vídeo que convida os "muçulmanos de todo o mundo" a se juntarem à jihad
na Síria e no Iraque. "Muçulmanos de todo o mundo" inclui os jovens
recém-conversos da Europa, Austrália, Canadá e Estados Unidos.
E mais uma coisa. Nenhum não-muçulmano pode chegar perto da pedra negra que eles adoram em Meca, sob pena de execução. Mas para ir para a terra dos outros criar problemas, isso eles não perdem tempo.
Nenhum não-muçulmano pode mostrar outra religião ou falta dela (ateísmo) a um muçulmano sob pena de morte, segundo a lei islâmica (Sharia) mas eles se sentem com todo o direito de cirar confusão na terra dos outros.
Temos problemas demais no Brasil. Não precisamos de mais um problema, da pior qualidade!
NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!!
Fonte: http://infielatento
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Sudanesa grávida é condenada à morte por se converter ao cristianismo
(João. 15:18-21); "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a
vós, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era
seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por
isso é que o mundo vos odeia.
Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é
o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos
perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, guardarão também a
vossa. Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não
conhecem aquele que me enviou….
Cartum, 15 mai (EFE).- Um tribunal do Sudão condenou
nesta quinta-feira à morte a médica Mariam Ishaq, de 27 anos, grávida de
oito meses, por ter se convertido ao cristianismo, mas a pena só será
aplicada em dois anos, informaram à Efe fontes da Defesa.
Segundo a sentença, Ishaq receberá 100 chicotadas como castigo e depois será enforcada.
Um tribunal já havia condenado no domingo passado a sudanesa à pena capital por apostasia e adultério, uma decisão que foi confirmada nesta quinta-feira pela Corte Penal do leste de Cartum, presidido pelo juiz Abbas al-Khalifa.
O magistrado atrasou o cumprimento da sentença até dentro de dois anos, para dar tempo a que a mulher dê à luz ao filho que está esperando e termine de amamentá-lo nesse tempo.
Ishaq, que está quase chegando ao fim de uma gestação e tem outro filho de dois anos, mudou seu nome de Abrar pelo de Mariam e é filha de um homem da região de Darfur, no oeste do Sudão, e de uma mulher da vizinha Etiópia.
No domingo passado, seu marido cristão foi absolvido da acusação de adultério por falta de provas, após argumentar que havia se casado com a jovem quando já tinha mudado sua religião.
O tribunal lembrou que a lei sudanesa proíbe a conversão do islã ao cristianismo e que, portanto, a acusada cometeu adultério por seu casamento como cristã ser "nulo".
Vários diplomatas ocidentais e representantes de grupos de direitos humanos foram à audiência de hoje e advertiram sobre o risco que esse tipo de julgamento representa para a tolerância religiosa e para os direitos humanos no Sudão. EFE
Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/
domingo, 10 de novembro de 2013
Nova religião? Presidente iraniano deseja uma aliança com o Vaticano
Islã + Vaticano = Religião Mundial?
As peças estão se encaixando...
O presidente iraniano, Hassan Rohani, dirigiu-se ao Papa para "retomar o diálogo entre os mundos islâmico e cristão" e "uma aliança entre o Irã e a Santa Sé", inclusive contra o terrorismo e o extremismo, indicou nesta sexta-feira a agência de notícias do Vaticano, Fides.
De acordo com a agência de notícias católica, o pedido de Rohani foi lançado no início desta semana em Teerã, por ocasião do seu encontro com o novo núncio apostólico, arcebispo Leo Boccardi.
De acordo com a agência Fides, o novo presidente moderado da República Islâmica publicou uma foto do encontro em seu Twitter e escreveu que "o Islã e o Cristianismo precisam de diálogo mais do que nunca". "A raiz dos conflitos entre religiões é, sobretudo, a ignorância e a falta de compreensão mútua", declarou.
Hassan Rohani acrescentou que a Santa Sé e o Irã têm "inimigos comuns", como o terrorismo e o extremismo, e "objetivos similares", como o desejo de superar a injustiça e a pobreza, relatou a agência.
O novo núncio, que apresentou no último domingo suas credenciais, expressou o desejo de que os dois Estados possam trabalhar juntos para resolver crises regionais no Oriente Médio, especialmente o conflito em curso na Síria, de acordo com a Fides.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, insistiu que, dada a forte presença de grupos extremistas no terreno, "a situação das minorias religiosas na Síria, como cristãs, são motivo de preocupação para nós".
Ansioso para sair do isolamento, o Irã lançou uma grande ofensiva marcada por várias aberturas, incluindo diplomáticas, desde a eleição do presidente Rohani.
A aproximação com os Estados Unidos, o reconhecimento da realidade do Holocausto, o progresso na questão nuclear... A abertura para a Santa Sé também serve para fortalecer o Irã no cenário internacional, dada a popularidade do Papa Francisco.
A Santa Sé e os teólogos xiitas da Universidade de Qom mantém há tempos um diálogo caloroso e frutífero, muito mais substancial do que entre a Igreja Católica e várias autoridades sunitas.
E na Síria, os xiitas e suas comunidades minoritárias, como os alauítas, são geralmente favoráveis ao governo, assim como os cristãos, contra os extremistas sunitas muitas vezes financiados pelas monarquias do Golfo.
Fonte: AFP - Agence France-Presse e http://g1.globo.com/mundo/noticia
Via: http://www.libertar.in/
As peças estão se encaixando...
O presidente iraniano, Hassan Rohani, dirigiu-se ao Papa para "retomar o diálogo entre os mundos islâmico e cristão" e "uma aliança entre o Irã e a Santa Sé", inclusive contra o terrorismo e o extremismo, indicou nesta sexta-feira a agência de notícias do Vaticano, Fides.
De acordo com a agência de notícias católica, o pedido de Rohani foi lançado no início desta semana em Teerã, por ocasião do seu encontro com o novo núncio apostólico, arcebispo Leo Boccardi.
De acordo com a agência Fides, o novo presidente moderado da República Islâmica publicou uma foto do encontro em seu Twitter e escreveu que "o Islã e o Cristianismo precisam de diálogo mais do que nunca". "A raiz dos conflitos entre religiões é, sobretudo, a ignorância e a falta de compreensão mútua", declarou.
Hassan Rohani acrescentou que a Santa Sé e o Irã têm "inimigos comuns", como o terrorismo e o extremismo, e "objetivos similares", como o desejo de superar a injustiça e a pobreza, relatou a agência.
O novo núncio, que apresentou no último domingo suas credenciais, expressou o desejo de que os dois Estados possam trabalhar juntos para resolver crises regionais no Oriente Médio, especialmente o conflito em curso na Síria, de acordo com a Fides.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, insistiu que, dada a forte presença de grupos extremistas no terreno, "a situação das minorias religiosas na Síria, como cristãs, são motivo de preocupação para nós".
Ansioso para sair do isolamento, o Irã lançou uma grande ofensiva marcada por várias aberturas, incluindo diplomáticas, desde a eleição do presidente Rohani.
A aproximação com os Estados Unidos, o reconhecimento da realidade do Holocausto, o progresso na questão nuclear... A abertura para a Santa Sé também serve para fortalecer o Irã no cenário internacional, dada a popularidade do Papa Francisco.
A Santa Sé e os teólogos xiitas da Universidade de Qom mantém há tempos um diálogo caloroso e frutífero, muito mais substancial do que entre a Igreja Católica e várias autoridades sunitas.
E na Síria, os xiitas e suas comunidades minoritárias, como os alauítas, são geralmente favoráveis ao governo, assim como os cristãos, contra os extremistas sunitas muitas vezes financiados pelas monarquias do Golfo.
Fonte: AFP - Agence France-Presse e http://g1.globo.com/mundo/noticia
Via: http://www.libertar.in/
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